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Maria: Uma Testemunha Silenciosa do Cristo

                           

A posição de Maria, a mãe de Jesus, tem sido freqüentemente mal compreendida. Alguns a exaltaram à posição de rainha do céu, onde acreditam que ela funcione como uma mediadora, apresentando as petições dos fiéis. A Bíblia não oferece nenhum apoio a tal doutrina. Outros têm negado o significado ao seu papel como a única mulher na História que concebeu um filho sem um pai carnal. Negando o milagre do nascimento de Cristo, os incrédulos sugerem que Maria era uma mera mãe solteira.

No meio de tais idéias falsas a respeito da mãe de Jesus, é importante notar o poder de seu testemunho sobre seu filho. Numa hora em que quase todos os outros abandonaram Jesus, sua mãe permaneceu ao pé da cruz para ver seu primogênito morrer. Ela poderia ter bradado para admitir que a história de um nascimento virgem era uma mentira, e que seu filho era simplesmente um homem demente com uma noção errada de sua própria divindade. Mas Maria estava silenciosa. Ela permitiu que Jesus morresse porque ele cria -- como ela também -- que ele era o Filho de Deus.

A última menção de Maria, na Bíblia, é encontrada em Atos 1:12-14, onde ela estava reunida com outros discípulos depois da ascensão de Jesus. A mãe de Jesus era, agora, sua seguidora. Ela partilharia com outros crentes os riscos de ser contada como uma cristã, uma crente nesse homem que nasceu de uma jovem virgem, em Belém, 33 anos antes.

Sem pronunciar nenhuma palavra, a própria presença de Maria junto à cruz e, mais tarde, entre os discípulos, oferece um poderoso testemunho da divindade de Cristo. O único humano que conhecia de primeira mão sua origem era uma seguidora de Jesus. Ela não é para ser venerada como a Mãe de Deus, mas é para ser imitada como uma fiel filha de Deus e serva de Jesus.

-por Dennis Allan



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