Pular para o conteúdo principal

A ilusão do ecumenismo

Só existem duas pessoas que terão controle absoluto sobre este mundo. A primeira é o Anticristo, e a segunda é o Senhor Jesus Cristo. Todo ser humano precisa escolher entre esses dois antagonistas e seus reinos opostos. Não existe zona neutra.


Algumas pessoas sugerem que deveríamos manter a idéia da volta de Cristo para reinar sobre o planeta Terra como símbolo de alguma “verdade espiritual” conveniente a todas as religiões. Ao dizer isso, negam o próprio fundamento da fé cristã. 

O Cristianismo se baseia nas afirmações que Cristo fez a respeito de si mesmo e nos relatos das testemunhas oculares de sua vida, morte e ressurreição, registrados no Novo Testamento, em inegável cumprimento das profecias do Antigo Testamento. 

As características que tornam o Cristianismo único são irreconciliáveis com quaisquer outras crenças religiosas, e qualquer tentativa de promover uma unidade ecumênica é uma negação do Cristianismo bíblico. 

Coerentemente com o caráter singular do Cristianismo, a Bíblia também ensina que a paz não será estabelecida neste mundo através do triunfo dos ensinamentos de Cristo, mas somente através de seu retorno em pessoa para reinar no trono de Jerusalém. 

De fato, os ensinamentos de Jesus Cristo não podem ser separados de sua própria pessoa. Foi assim que Jesus confrontou os líderes religiosos judaicos de sua época:

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (João 5.39-40).

Como alguém se atreve a pensar que um mundo que está quase pronto para o juízo possa ser salvo por cristãos envolvidos em ativismo social/político juntamente com humanistas, ateus e seguidores de todas as religiões!

A Escritura repete várias vezes que nada, a não ser a volta pessoal e física de Cristo à Terra, pode acabar com a maldade e o sofrimento deste mundo. 

Paulo declarou que “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”, pois aguarda ansiosamente uma libertação que só pode ocorrer através da “revelação dos filhos de Deus” (Romanos 8.19-22). 

Paulo deixa bem claro o que isso significa: que só quando os cristãos tiverem recebido seus corpos imortais e forem glorificados com Cristo (vv. 23-25), dominando e reinando sobre a Terra juntamente com Ele, é que o planeta estará livre de toda desordem e sofrimento.

Os últimos dias antes da volta de Cristo são de fato profetizados como um período de crescente maldade, erro e engano espiritual, tanto no mundo quanto na pretensa igreja cristã. 

Entretanto, na Escritura também existem indícios de que nesse período milhões de pessoas em todo o mundo receberão a Cristo como Salvador e Senhor, acelerando assim a Sua volta. Muitos serão os mais improváveis candidatos à salvação – seguidores da Nova Era, viciados em drogas, presidiários, comunistas, muçulmanos, católicos, os pobres e os párias da sociedade – como Cristo parece indicar na parábola da grande ceia:
Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa” (Lucas 14.21-23).
Os evangélicos costumam apresentar o Evangelho exclusivamente como a forma de resolver o problema do pecado pessoal e obter um lar eterno no céu, esquecendo-se de proclamá-lo como o meio proporcionado por Deus para trazer paz a este planeta conturbado, como fizeram os anjos no nascimento de Cristo e como fazia a Igreja primitiva. 

É dever de todo líder político cristão, seja ele presidente, embaixador ou qualquer outra autoridade, deixar bem claro para o mundo inteiro que todos os esforços humanos para obter a paz são inúteis, a menos que Jesus Cristo seja convidado a voltar à Terra para reinar no coração das pessoas e sobre todas as nações.

Dave Hunt


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Por que você não deixa que Deus decida com o que vai se preocupar?

Talvez você não queira incomodar Deus com suas dores. Afinal de contas, “Ele tem a fome mundial, pestes e guerras para se preocupar. Ele não vai se importar com meus pequenos problemas,” você pensa. Por que você não deixa que Ele decida com o que vai se preocupar?
Jesus se importou com uma festa de casamento o suficiente para providenciar vinho. Ele se importou o suficiente com a mulher perto do poço para responder às perguntas dela. 1 Pedro 5:7 diz “Ele tem cuidado de vocês.”
Seu primeiro passo deve ser ir para a pessoa certa. Vá para Deus. O segundo passo é tomar a postura certa. Curve-se diante de Deus. Lucas 18:7-8 nos relembra“Acaso Deus não fará justiça aos Seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite?…Ele lhes fará justiça, e depressa.”
Ouça à oração em Salmo 25:1-2: “Senhor, a ti elevo a minha alma. Em ti confio, ó meu Deus.” Então, vá…curve-se e confie. Vale à pena, não acha?
mensagem de Max Lucado De “Aliviando a Bagagem”
~~~~~~~~~~~~~~~~~~ #DevocionalDádivasDoSenhor

O PAPEL DAS ESTRELAS

Então [Deus] o levou [Abraão] fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar.

Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo (Gênesis 15:5; Filipenses 2:15).


Saia de casa em uma noite estrelada e olhe para o céu: nosso grande Criador crivou a abóbada celeste com uma multidão de estrelas, que formam parte da luz que ele nos deu. Da mesma forma, Deus também colocou os cristãos nas trevas morais deste mundo para brilharem "no meio de uma geração corrompida e perversa".
Uma estrela é um objeto celestial, e este é o verdadeiro caráter dos crentes: eles nasceram de Deus e, portanto, pertencem ao povo celestial (1 Coríntios 15:40-48). Portanto, convidam as pessoas a olharem para cima e lembrar que há um Deus sábio e todo-poderoso, infinito como o universo, um Deus de quem receberam a vida, e diante de quem um dia terão de prestar cont…

O Sentido da Vida... sempre preocupou a humanidade

"Por que vivo?",  "Qual a razão da vida?",  "Qual o objetivo de viver?"
Mary Roberts Rinehart disse sobre o sentido da vida: "Um pouco de trabalho, um pouco de sono, um pouco de amor, e tudo acabou."  Edmund Cooke afirmou: "Nunca vivemos, mas sempre temos a expectativa da vida."  Colton:  "A alma vive aqui como numa prisão e é liberta apenas pela morte."  Shakespeare:  "Viver é uma sombra ambulante."  R. Campbell: "Viver é um corredor empoeirado, fechado de ambos os lados."  Rivarol: "Viver significa pensar sobre o passado, lamentar sobre o presente e tremer diante do futuro."

Será que todas essas não são afirmações bastante amargas e desanimadoras sobre o sentido da vida? Parece que todos falam apenas de existir e não de viver verdadeiramente.
Jesus tocou no âmago da questão ao dizer: "Eu sou... a vida" (João 14.6). Por isso o apóstolo Paulo escreveu sobre o sentido da sua vida: "Porquant…