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Nossas ações


Como criaturas feitas à imagem de Deus, desejamos um relacionamento com outros seres pessoais. E se precisamos nos relacionar com criaturas semelhantes, necessitamos ainda mais profundamente de um relacionamento com o nosso Criador. 

Fomos planejados para algo que as escrituras chamam de “comunhão” com Deus (1 João 1:3). Sem este envolvimento essencial, nossos espíritos vagariam pelo vazio.

O propósito de nossa existência é muito bem descrito nesta velha tradição: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre.”
Essas palavras descrevem perfeitamente a satisfação maior que está ao nosso alcance, analisando o assunto da nossa perspectiva. Porém, da perspectiva de Deus, não podemos dizer também que Ele nos deu o poder de glorificá-Lo e apreciá-Lo para poder mostrar sua bondade através de nós? 

Nós somos meios, instrumentos através dos quais Deus pretende demonstrar, pelas nossas ações, a sua bondade.

Se formos alienados de Deus, Ele não poderá revelar plenamente a sua bondade através de nós. Se seu propósito não está se cumprindo em nós, não podemos sentir a alegria para a qual fomos criados. E se perdermos a alegria, tudo mais no mundo se tornará futilidade e frustração.

 “Ó Deus...meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (Salmo 63:1). Tendo sido criados por Deus, nós o desejamos. Quando os nossos corações se apertam nesse mundo, significa que estamos com saudades do lar.

Aquele que é criado à imagem de Deus deve conhecê-lo ou ficará desolado.(George MacDonald)  

por Gary Henry   

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