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sexta-feira, 17 de março de 2017

Paulo sabia melhor. O importante não era o que Deus tinha feito no passado; mas cada dia em que ele precisava ir a Deus em busca de graça!


“Por isso não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo o nosso homem interior se renova de dia em dia” (II Coríntios 4:16).

UM DIA DE CADA VEZ

“O que você vê em mim, agora, não é realmente o que eu sou. Você deve olhar dentro de mim para ver a verdadeira pessoa”.

As palavras vieram de um respeitado amigo, agora morrendo de câncer. Ele queria que eu olhasse para trás do rosto desfigurado, da forma abatida, do leito hospitalar com seus tubos e medidores, e me lembrasse dele como tinha sido. Sua mente e o seu coração expressavam melhor a pessoa real do que o seu corpo torturado.

Você conhece uma pessoa que transborda de vigor, força e segurança? Sente que poderia correr uma maratona com tal indivíduo. Ou talvez um deficiente físico que se apega tão fortemente à vida como suas mãos se apegam à cadeira de rodas?

Paulo era contagiado por um espírito indômito. Ergueu-se de sob um montão de pedras e caminhou para a cidade de Listra. Atravessou com dificuldade a praia em Malta e pôs-se a ajuntar lenha. Quando uma víbora o atacou, ele a sacudiu e continuou atiçando o fogo.

Conhecia tão bem o desgaste da fome, a agonia do aprisionamento injusto, as poderosas injúrias que os homens infligiam sobre suas vítimas. Mas o Paulo que estava no interior daquele corpo cicatrizado e enfraquecido nunca perdeu sua confiança em Deus.


Ele se sustinha olhando sempre para Deus. 


É verdade que não havia esquecido a estrada de Damasco, ou o confronto com o legalismo, ou qualquer outra lição de vida. Mas se lembrava delas a fim de reassegurar-se quanto ao futuro. Deus esperava no futuro para auxiliá-lo e livrá-lo.

Ele sentia a morte em seu corpo. O homem exterior estava perecendo. Conhecia muito os riscos que estava correndo, como tinha empurrado a força física aos seus limites. Conhecia sua mortalidade. Mas Deus lhe dera a certeza de que haveria vida. Dia a dia encontrava renovação.

Muitas vezes esperamos que o dia em Deus, pela primeira vez, concedeu vida espiritual será suficiente para sempre. Paulo sabia melhor. O importante não era o que Deus tinha feito no passado; mas cada dia em que ele precisava ir a Deus em busca de graça. Jamais permitia que o mundo externo o desviasse do espiritual. Nem esquecia o poder que dia a dia o sustinha e renovava.


“Coisa alguma é aparentemente mais desamparada, e na realidade mais invencível, do que a alma que sente o seu nada, e confia inteiramente nos méritos do Salvador” (A Ciência do Bom Viver, p. 182).


mensagem de Amilton Menezes/novotempo

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