Se nossas raízes estão no Senhor, então HÁ ESPERANÇA PARA NÓS.

Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos." Jó 14:7

Pensamento: As situações adversas vêm como vento contrário em nossas vidas, fazendo muitas vezes com que percamos as esperanças, e até desacreditemos nas promessas do Senhor, mas se estivermos com nossas raízes firmes na palavra de Deus, passaremos pelas tempestades !!! Podemos perder as folhas, galhos, e até o tronco, mas o segredo está na raiz. Onde estamos arraigados ??? Se nossas raízes estão no Senhor, então HÁ ESPERANÇA PARA NÓS.


Oração: Pai querido, que nós sejamos como arvores plantadas junto a ribeiros de águas, que possamos estar arraigados no Senhor e na tua palavra, que não sejamos somente ouvintes mas também praticantes da tua verdade, ajuda-nos a confiar no Senhor quando os ventos parecem que vão nos derrubar. Senhor nossa esperança está em Ti, oramos em nome do Senhor Jesus Cristo, autor e consumador da nossa fé !!! Amém !!!

mensagem do
Devocional diário

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Natal, Que “Noite Feliz” seja cantada!

Quando Cristo nasceu, nasceu também a nossa esperança! É por isso que eu amo o Natal. O evento lhe chama a acreditar na mais fantástica das promessas! 

Ele superou toda barreira, cerca, pecado, hábito, dívida e túmulo. Qualquer coisa que pudesse nos afastar dele foi demolida. Ele só espera a nossa palavra para entrar pela porta. Convide ele a entrar. Leve ele para o assento de honra e puxe a cadeira para ele. Limpe a mesa, esvazie o calendário. Chame as crianças e vizinhos. 

O Natal chegou. O Cristo chegou. 

Um pedido seu e Deus fará de novo o que ele fez naquela época. Ele dispersará pela noite luz eterna. Ele nascerá em você.

Que “Noite Feliz” seja cantada! Cada coração pode ser uma manjedoura. Cada dia pode ser um Natal. O milagre do Natal – uma celebração o ano todo!

mensagem de 
Max Lucado
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Natal de verdade

Jesus foi colocado no útero de Maria pelo Espírito Santo, na manjedoura de Belém por Maria, na cruz pelos soldados romanos e no sepulcro por José de Arimateia e Nicodemos. Entre o primeiro evento e o último transcorreram-se cerca de 34 anos. Sucessivamente, o útero ficou vazio, a manjedoura ficou vazia, a cruz ficou vazia e o sepulcro ficou vazio. 

Nesse curto período de tempo, o Verbo se fez carne e viveu entre nós, cheio de graça e de verdade. Vimos a sua glória diversas vezes, nos céus de Belém, no rio Jordão, nas estradas e nos lugares desertos, no monte da transfiguração, no mar da Galiléia, no Jardim das Oliveiras, em casas particulares (de Maria, Marta e Lázaro, de Jairo, de Pedro, de Simão, o fariseu), na sinagoga de Nazaré, e no templo de Jerusalém. 

Ouvimos as suas parábolas, os seus discursos, e as suas respostas às perguntas e aos enigmas que lhe apresentavam. 

Vimos a sua humanidade por inteiro e a sua divindade por inteiro. Vimos como ele enxergava o sofrimento alheio, se compadecia do sofrimento alheio e gastava tempo com o sofrimento alheio. Vimos como ele perdoava o pecador coberto de pecado e de vergonha, e condenava o pecador coberto de pecado e de hipocrisia. Vimos as suas muitas curas e as ressurreições que ele operou, os seus muitos milagres e sinais. Vimos a sua agonia no Getsêmani, a sua morte na cruz, a sua ressurreição no primeiro dia da semana posterior ao seu sepultamento. Vimos as suas muitas e extravagantes aparições. Ouvimos as suas últimas palavras e vimos o seu último gesto ao ser elevado ao céu numa nuvem.

No primeiro Natal, diz C. S. Lewis, Deus desembarcou de forma mascarada neste mundo ocupado pelo inimigo, dando início a uma espécie de sociedade secreta para minar o Diabo. Nós fazemos parte dessa sociedade secreta, mas não fechada, que é a Igreja Invisível. Quando o tempo da graça se esgotar, Deus acabará invadindo a história e, quando isso acontecer, será o fim do mundo, acrescenta C. S. Lewis!

mensagem de Elben M. Lenz César
Revista Ultimato
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Menos foco em nós, mais foco em Deus. Menos de mim, mais dEle.

"O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo” (Êxodo 33:11). Moisés faz um pedido a Deus: “Peço-Te que me mostres a Tua glória” (Êx 33:18).


Por que Moisés queria ver a grandeza de Deus?

Faça a você mesmo uma pergunta similar. Por que você olha para o pôr do sol e pondera sobre o céu de uma noite de verão? Por que você busca um arco-íris na névoa ou olha para as belezas naturais? Como explicamos nossa fascinação por visões como essas?

Beleza? Sim. Mas a beleza não aponta para um maravilhoso Alguém? A imensidão do oceano não sugere um Criador imenso? O ritmo de migração das aves ou das baleias não aponta para uma mente brilhante? E não é isso o que desejamos? Um Criador maravilhoso? Um Criador imenso? Um Deus tão poderoso que pode comissionar os pássaros e comandar os peixes?

Cruzamos uma linha quando fazemos tal pedido. Quando nosso desejo mais profundo não está nas coisas de Deus ou não é um favor de Deus, mas sim o próprio Deus, cruzamos um limite. Menos foco em nós, mais foco em Deus. Menos de mim, mais dEle.

Ore comigo: “Senhor gracioso, tal como Moisés, desejo ver Tua grandeza e Tua glória. Quero Te conhecer melhor, Senhor. Quero me concentrar menos em mim mesmo e mais em Ti. Em nome de Jesus, amém!”

mensagem de  Max Lucado
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O propósito de Deus é transformar nossos corações para que Ele possa gerar frutos através das nossas mãos.

O deserto da vida é a clínica de cardiologia de Deus, o lugar aonde Ele nos leva para transformar nossos corações de modo a libertar nossas mãos da futilidade do nosso ego e levá-las à graça frutífera. Uma vez que tenha transformado nossos corações, o que fazemos com nossas mãos ganha um impacto eterno através de ações frutíferas transformadoras.


[...]

Deus tem um plano e um propósito ao nos trazer para essa terra devastada e aparentemente inútil, que é transformar nossos corações para que Ele possa gerar frutos através das nossas mãos. Uma vez que tenhamos aprendido isso, podemos voltar para o deserto com expectativa quando Deus nos impelir. Só é possível enfrentar as areias escaldantes da santidade de Deus de pés descalços, mas Deus está lá para nos confortar, nos curar e nos enviar adiante mais sadios do que antes.

O deserto é uma realidade da vida da qual não podemos fugir – um lugar estéril e desolado que revela nossa futilidade. Somos impelidos a entrar nele para sermos testados, tentados e aprovados para nos tornarmos líderes aptos diante de Deus; líderes totalmente entregues, que passaram pela escola de polimento de Deus, o deserto onde Ele tem Sua clínica de cardiologia e transforma nossos corações de pedra em corações de carne. 



trecho da mensagem de Bill Lawrence