A Criação toda é cheia de fontes de alegria.

Olhando a natureza, percebemos que Deus tem por princípio nos proporcionar alegria. 

A natureza é cheia de beleza e encanto. 

Deus nos equipou, por exemplo, para sentirmos o sabor dos alimentos. Por que será? Se a comida servisse apenas para não morrermos de fome, esse sentido seria completamente supérfluo. Deus nos deu o sentido do sabor para nos deliciarmos com o que comemos, para termos prazer com os alimentos que Ele nos dá. 

Ele nos concedeu o sentido do olfato para percebermos o perfume das flores. Deu-nos o tato para sentir o carinho de um toque afetuoso. 

A Criação toda é cheia de fontes de alegria. 
Parece feita para proporcionar alegria aos homens. Infelizmente, o pecado entrou no mundo e deixou para trás apenas uma cópia barata do que Deus havia planejado originalmente para suas criaturas. Como será glorioso quando Deus nos reconduzir de volta às nossas origens, de volta aos Seus planos originais!

A Bíblia, e com ela o próprio Deus, quer nos conduzir à alegria, uma alegria sem egoísmo, uma alegria que não se regozija quando o outro passa mal, que não nutre inveja nem ciúmes. Essa alegria verdadeira não se mantém à custa dos outros, não despreza a Deus mas, antes de tudo, se alegra no Senhor. 

Essa alegria dos filhos de Deus alegra o coração do Senhor e os corações dos que estão ao redor deles. Essa alegria que vem de um coração sincero, limpo e puro é uma alegria que o homem natural é completamente incapaz de ter. Por isso, Paulo disse aos cristãos daquela época:

  “Alegrem-se no Senhor!” 
E essa ordem continua válida!

trecho da menagem de Thomas Lieth

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