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quinta-feira, 31 de março de 2016

Quando partirmos deste mundo, o que restará de todos os nossos esforços?

Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? (Marcos 8:36).

Para que tanto esforço se não existia vida no galho?
Certo homem de negócios havia alcançado considerável sucesso e se orgulhava disso. Uma manhã, ao passear pelo jardim, notou uma lagarta tentando subir em um galho próximo a uma roseira. O esforço daquela pequena criatura fascinou o observador e ele permaneceu ali para ver se a lagarta iria realmente chegar ao topo do galho.

De repente, um pensamento veio à sua mente: ele também tinha se esforçado muito para alcançar o topo. Trabalhou e trabalhou para manter o negócio no excelente patamar que estava atualmente. Ele tinha conseguido e agora estava no topo. Tais pensamentos fervilhavam em sua cabeça enquanto continuava a observar o animal.

De fato, a lagarta alcançou o alto do galho, mas, não achando nenhuma folha para comer, voltou e rastejou para baixo novamente. Não existia vida naquele ramo!

A simples observação daquela cena causou um profundo impacto no empresário. Ele ponderou sobre o que realmente havia conquistado na vida. Tinha subido cada vez mais alto, enfrentando muitas dificuldades, esperando ter uma posição respeitável. Mas então por que estava insatisfeito? O que havia de tão maravilhoso em sua vida? Será que com todo o dinheiro que possuía poderia comprar a paz interior? Tudo o que adquirira com tanta luta de fato contentava sua alma? Já tinha ultrapassado o clímax de sua existência; portanto, a direção da caminhada agora era descendente. Essa constatação foi como se uma bomba explodisse dentro dele. Ficou claro que ele precisava de algo mais: algo cujo valor transcendesse o tempo, perdurando além das fronteiras da morte.

E você? Também já percebeu essa verdade? Quando você partir deste mundo, o que restará de todos os seus esforços? “Há um grave mal que vi debaixo do sol, e atrai enfermidades: as riquezas que os seus donos guardam para o seu próprio dano; porque as mesmas riquezas se perdem por qualquer má ventura… Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão. Assim que também isto é um grave mal que, justamente como veio, assim há de ir; e que proveito lhe vem de trabalhar para o vento…e de haver padecido muito enfado, e enfermidade, e furor?” (Eclesiastes 5:13-17).

mensagem de "BoaSemente-apaz/todo_dia/2010/Setembro22"

terça-feira, 29 de março de 2016

Ansiedade, medo e desânimo são epidemias em nosso mundo hoje, mas Deus prometeu-nos uma maneira de escapar de todas elas.


Ao Senhor clamo em alta voz, e do Seu santo monte Ele me responde” (Salmo 3:4).


Grande parte de nossa ansiedade vem do medo, que também gera inquietação, incerteza, aflição, temor e pânico. Ele pode sobrevir-nos com algo imprevisto, capaz de parar o coração; pode distorcer os nossos pensamentos, controlar nossa vida e paralisar-nos. Quando sofremos de ansiedade e medo por um longo período, podemos ficar desanimados.

Ansiedade, medo e desânimo são epidemias em nosso mundo hoje, mas Deus prometeu-nos uma maneira de escapar de todas elas. Ele diz para não andarmos ansiosos por coisa alguma (Fp 4:6), que o medo não vem dEle (2Tm 1:7) e que não devemos desanimar (Dt 1:21).

Quando estamos temerosos, apreensivos, preocupados, alarmados ou assustados, somente a #paz de Deus pode restaurar-nos a uma firme e serena confiança. Ainda que a vida seja imprevisível e às vezes cheia de coisas terríveis, o Senhor diz que não precisamos viver com medo. Ele quer que O louvemos sempre, principalmente quando estamos com medo ou desanimados. Quando fizermos isso, Ele não só levará o nosso medo, mas fará nosso rosto brilhar porque estivemos com Ele (Sl 34:1-5). Assim, ao primeiro sinal de ansiedade, medo ou desânimo, busque a paz de Deus.

O Senhor é um Deus de infundir coragem. Seu encorajamento vem pela Sua Palavra, quando oramos, por meio de Sua presença estamos com Ele em adoração e louvor.

Ore comigo: “Ó Senhor, lanço sobre Ti o meu fardo, sabendo que me sustentarás. Tu me livras dos meus temores e das minhas tribulações. Eu Te entrego minha ansiedade e meu temor. És meu socorro em tempo de angústia. Sei que, em Tua presença, não preciso andar ansioso nem com medo de nada. Eu me nego a alimentar o desânimo e, em vez disso, escolho este dia para encontrar em Ti meu alento. Teu amor me consola e leva todo o meu medo. Teu poder em minha vida dá-me força e faz-me seguro”.

mensagem de Stormie Omartian
Adoradores, “Não há o que temer”

domingo, 27 de março de 2016

Se Deus permite que alguma limitação pessoal nos aflija e lhe pedimos que a tire de nós e Ele não tira, então precisamos nos lembrar de que o propósito de Deus é superior ao nosso.

Contentamento com limitações pessoais
Todos os homens têm certas limitações pessoais. Elas podem ser limitações de capacidade, de educação, de ambiente, etc. Precisamos não permitir que estas limitações nos causem descontentamento. Em 2 Coríntios 12, Paulo sentia um doloroso espinho em sua carne. A natureza exata do espinho de Paulo é desconhecida, e como resultado, ela serve de excelente modelo para qualquer situação penosa que enfrentemos. 


Paulo orou três vezes para que o Senhor tirasse o espinho, mas o Senhor respondeu: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:9-10). Paulo reagiu adequadamente. Afinal, o Senhor em sua providência governa o universo. Se ele permite que alguma limitação pessoal nos aflija e lhe pedimos que a tire de nós e ele não tira, então precisamos nos lembrar de que o propósito de Deus é superior ao nosso.

O descontentamento com limitações pessoais leva a muitos erros. O homem com um talento, em Mateus 25, usou sua incapacidade como desculpa para não servir em nada ao senhor. Muitos pensam que se não podem fazer alguma grande coisa para o Senhor, não podem fazer nada mesmo. Alguns permitem que deficiências pessoais os levem a justificar seus pecados. Eles se sentem como se suas circunstâncias limitadas façam deles exceções para os mandamentos do Senhor. 

Outros sentem-se tristes consigo mesmos e murmuram e se queixam. Algumas pessoas até se tornam invejosas de outras que não têm a limitação com a qual elas sofrem. Mas desde que o Senhor é responsável por governar o universo, eu deveria estar contente e regozijar-me em qualquer situação, sabendo que Ele é mais sábio do que eu.

mensagem de Gary Fisher
estudosdabiblia.net/d74.htm

sexta-feira, 25 de março de 2016

PÁSCOA, celebrando a Nova Aliança!


Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício da Páscoa. Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho de João: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29) e uma constatação de Paulo "Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado." (1Co 5:7). 

Jesus Cristo, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.

[...]
Wikipedia/Vivos

quarta-feira, 23 de março de 2016

É melhor levarmos a sério o que diz a Bíblia. Muitos de nós estamos mais preocupados com as perdas, do que com o significado espiritual do poder do Cristo, que liberta dos demônios.


Lucas 8:33 - E, tendo saído os demônios do homem, entraram nos porcos, e a manada precipitou-se de um despenhadeiro no lago, e afogou-se. 

Diz o evangelista Lucas que um homem, possuído por vários demônios, fora jogado fora da sua aldeia e se escondia entre sepulturas. Jesus expulsou seus demônios e permitiu que eles possuíssem uma manada de porcos, que se precipitou em um lago e afogou-se (Lucas 8:33).

O ponto absolutamente cruel da narrativa descreve a reação do povo da aldeia, quando viu seus porcos afogados. Ao invés de agradecer ao Senhor pela libertação espiritual e física do pobre indivíduo, que sofria possuído pelos demônios, revoltaram-se pelo prejuízo proveniente da morte dos suínos. Sem pensar duas vezes, expulsaram não os demônios, mas Jesus, aquele que liberta dos maus espíritos. 

Paulo afirma, categoricamente, que nossa luta, enquanto não somos convocados para o céu, é contra principados e demônios. E melhor levarmos a sério o que diz a Bíblia. Muitos de nós estamos mais preocupados com a perda de nossos porcos, do que com o significado espiritual do poder do Cristo, que liberta dos demônios. Ser espírito de porco não é piada. É um maldoso truque dos demônios.

da mensagem "Espíritos de Porco" do  Pr. Olavo Feijó

terça-feira, 22 de março de 2016

Se já houve um tempo para que ajustássemos nossas prioridades, esse tempo é agora.

Marcos 4:39 e 40 diz: “E Ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança. Então, lhes disse: Por que sois assim tímidos?”

A única razão para temer a tempestade é você ficar remando o seu próprio barco, com o foco na tempestade. Quanto mais você olha para a ondas e as nuvens negras, quanto mais você escuta os trovões e vê os relâmpagos, mais temeroso fica o seu coração. Ellen White escreveu: “A fé viva no Redentor serena o mar da vida, e Ele nos guardará do perigo pela maneira que sabe ser a melhor” (DTN, p. 336).

Se já houve um tempo para que ajustássemos nossas prioridades, esse tempo é agora. Se já houve um tempo de reajustar o foco de nossa visão, de saber que nosso coração é um com Deus, e de saber que Jesus está a bordo de nosso barco, esse tempo é agora.


mensagem de Fernando Iglesias,
“Foi milagre” 

em 'novotempo'

sábado, 19 de março de 2016

Corrida cristã, Nosso Mestre é o exemplo clássico de alguém que resistiu.

“O Senhor dá força ao seu povo; o Senhor dá a seu povo a bênção da paz” (Salmo 29:11).

A corrida cristã não é um passeio, mas uma corrida exigente e cansativa, às vezes agonizante. É preciso muito esforço para terminar bem.

É bem possível que você já tenha reparado que alguns não a concluem, não é? Certamente já observou que há muitos à beira do caminho. Eles estavam correndo. Houve um tempo em que mantinham o passo. Mas então o cansaço tomou conta. Eles não achavam que a corrida seria assim tão dura. Ou desanimaram diante de um obstáculo ou foram intimidados por um colega corredor. Seja qual for a razão, eles não correm mais. Podem ser cristãos. Podem ir à igreja. Podem fazer alguma contribuição e esquentar um banco, mas o coração deles não está mais na corrida.

Por outro lado, a melhor obra de Jesus foi Sua obra final, e Seu passo mais forte foi Seu último passo. Nosso Mestre é o exemplo clássico de alguém que resistiu. O escritor de Hebreus vai além e diz: “Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra Si mesmo, para que vocês não se cansem nem desanimem” (Hb 12:3). A Bíblia diz que Jesus “suportou”, o que deixa implícita a ideia de que Jesus poderia ter “cedido”. O corredor poderia ter desistido, se sentado, ido para casa. Poderia ter abandonado a corrida. Mas Ele não o fez. Ele “suportou tal oposição dos pecadores contra Si mesmo”.

Ore comigo: “Senhor Jesus, Tu nos mostraste como suportar e como terminar bem na vida. Não importa quais provações tenham surgido em Teu caminho: Tu continuaste seguindo em frente para cumprir a vontade de Teu Pai. Dá-me um coração determinado a terminar forte e terminar bem”.

Max Lucado
Quarteto Primus, “Campeão do amor”

sexta-feira, 18 de março de 2016

Uns vão, outros ficam… Mas há uma só missão!


A felicidade demonstrada pelos irmãos de Jerusalém ao receberem Paulo e sua equipe em sua igreja e em suas casas indica o grau de envolvimento desses irmãos com os missionários recém-chegados e com a obra que estavam realizando. Essa alegria foi traduzida em hospitalidade, em cuidados, em descanso, em comida quentinha e em aconchego. Era uma forma concreta de envolvimento gracioso e de realizarem, eles mesmos, parte da vocação recebida de Deus. Isso nos faz lembrar das sábias palavras de João: “devemos acolher esses irmãos, para nos tornarmos cooperadores da verdade” (3Jo 8). Portanto, há uma só missão!

[...]

Uns vão, outros ficam… Mas há uma só missão! Creio que essa é uma lição que precisamos aprender uma e outra vez ao longo da nossa jornada missionária como igreja de Deus militando no mundo. É preciso que todos (os que vão e os que ficam) nos vejamos como verdadeiros enviados de Deus à humanidade (quem quer que seja e onde quer que esteja). A todos nós Deus vocacionou e a igreja é a comunidade dos enviados de Cristo ao mundo. Podemos dar as mãos e aprender, dia a dia, a caminhar juntos como um só povo, com uma só missão!

fonte: Ultimato Texto básico: Atos 21.17-26
Estudo publicado originalmente pela Editora Cultura Cristã, na série Palavra Viva – Caminhos Missionários da Igreja.

domingo, 13 de março de 2016

A Paz de Deus

A paz de Deus. Se a paz com Deus fala de relacionamento, a paz de Deus fala de sentimento. A paz de Deus é consequência direta da paz com Deus. É impossível experimentar a paz de Deus sem primeiro conhecer a paz com Deus. 

A paz com Deus é a causa, a paz de Deus é a consequência. 
A paz com Deus é operada fora de nós, no tribunal de Deus; a paz de Deus é experimentada dentro de nós, em nossa mente e coração. 

A paz com Deus tem a ver com nossa posição aos olhos de Deus no céu; a paz de Deus tem a ver com nossa intimidade com Deus na terra. A paz de Deus é uma sentinela ao redor da nossa mente e do nosso coração livrando-nos da ansiedade.

É uma muralha divina que protege nossa razão e nossa emoção dos temores que rondam a nossa alma. É desfrutar de uma doce paz no meio do vale escuro. É ter uma mente segura e um coração sereno mesmo na tempestade borrascosa. É confiar plenamente em Deus, mesmo que o mundo ao nosso redor se transtorne. É viver com o coração no céu, mesmo que os nossos pés sejam feridos na terra. 

A paz de Deus não é uma paz química, que se compra na farmácia. Não é uma viagem para o interior do nosso coração pelas vias da meditação transcendental. Não é o produto de técnicas psicológicas nem o fruto de processos místicos, mas o resultado de orarmos, pensarmos e agirmos corretamente.

Aqueles que têm paz com Deus podem e devem experimentar a paz de Deus. Aqueles que foram reconciliados com Deus por meio de Cristo, já estão livres da condenação diante do tribunal de Deus e devem estar livres de toda ansiedade e temor diante das lutas da vida. Oh, paz, tão doce paz! Oh, consolo sem par! Oh, ventura sem igual!

mensagem de Hernandes Dias Lopes
hernandesdiaslopes/2011/09/paz-tao-doce-paz


terça-feira, 8 de março de 2016

Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe.


Mulheres: Esposas e Mães
Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Efésios 5:22-24; 1 Pedro 3:1-2). As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tito 2:5).

Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28). 

parte integrante do texto de Dennis Allan
estudosdabiblia/d15.htm

(foto internet)

sexta-feira, 4 de março de 2016

Tom do equilíbrio: uma vida dirigida integralmente pela VERDADE!


As Escrituras dão o tom do equilíbrio sobre que pilares devem sustentar a vida da igreja de Cristo. A Sã Doutrina é um desses pilares (Tt 2.1) e desprezá-la significa abrir a porta ao erro e ao pecado (1Tm 1.9,10; 2Tm 4.3) – o fato de Paulo encarecer a Sã Doutrina nas cartas a Timóteo e Tito, nas quais fala sobre a prática da igreja, deveria bastar. Assim, esforçando-se para conhecer a verdade revelada (At 17.11; 2Co 4.2; 1Tm 4.13; 2Tm 2.15 – cf. Hb 5.11-14), o crente deve se dedicar à tarefa de manter uma vida operosa (2Co 9.8; Ef 2.10; 2Ts 2.17, Tt 2.14), proclamando as boas novas de Cristo (1Pe 2.9,12) e amando de verdade os irmãos (Hb 10.24; 1Jo 1.7; 2.6). 

Deve-se lembrar que sem a verdade e sem a correção que a verdade requer e produz, nenhuma “boa obra” é realmente boa (2Tm 2.21; 3.16,17). Resumindo, a maneira correta de encarar a tensão entre fé e obras no dia a dia dos crentes é verdade com vida, ou uma vida dirigida integralmente pela verdade. Portanto, que haja nos crentes verdadeiro equilíbrio “a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus” (Cl 1.10).

trecho do texto "A Era da Falta de Equilíbrio"
de Pr. Thomas Tronco

terça-feira, 1 de março de 2016

Como posso ajudar? Peça ao Senhor uma estratégia e deixe o amor dEle fluir através de você!


Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens (Tito 3:8).

SENDO ÚTIL 
A Palavra de Deus menciona vários tipos de “obras”. Certa vez perguntaram ao Senhor Jesus: “Que faremos para executarmos as obras de Deus?” A resposta foi: “A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou” (João 6:28-29). Quando se trata de salvação da alma, nossos próprios esforços para agradar a Deus são totalmente inúteis. Nessa questão somente a obra de Deus é suficiente, e esta obra é a fé no Senhor Jesus, o Único capaz de nos salvar.

Em Tiago 2:18 somos ordenados a dar provas dessa fé diante dos homens por meio de nossas obras. Nas explicações que se seguem a Palavra de Deus nos mostra dois exemplos de como isso é possível. De um lado, devemos estar preparados para dar tudo a Deus, como Abraão fez; de outro, devemos fazer o que pudermos pelo povo de Deus, como Raabe fez. Tais obras demonstram na prática que amamos a Deus e nossos irmãos, e são provas da vida eterna que há dentro de nós (1 João 3:14).

No versículo de hoje, as boas obras consistem em um coração compassivo e em mãos abertas para suprir as necessidades e carências de nossos semelhantes. Isso não significa que simplesmente devemos dar tudo o que nos for pedido sem um exame criterioso da situação. Em geral, quando se fala sobre ajuda aos necessitados, pensamos logo em dinheiro, porém, existem inúmeras formas de ser útil.

Todos os que crêem em Cristo deveriam ser conhecidos como pessoas que não são indiferentes às dificuldades dos outros e que sempre buscam uma maneira de ajudar. Peça ao Senhor uma estratégia e deixe o amor dEle fluir através de você!
                                                                     BoaSemente-apaz/todo_dia/2012/Abril11.html