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domingo, 17 de janeiro de 2016

A paz que o Senhor nos oferece é plena e, portanto, não se sujeita a situações cotidianas.



A paz não se sujeita a circunstâncias
Paulo afirmou: “… em todas as circunstâncias”. Repare: todas as circunstâncias. Olhamos ao redor e vemos como as pessoas se perturbam e como nós mesmos nos atribulamos. Então, como podemos acreditar que a paz do Senhor está sempre conosco?

Crer nas palavras do Senhor é o meio mais seguro para experimentar suas verdades. Se a Palavra de Deus está dizendo que é assim, assim será. Portanto, se não estamos experimentando essa verdade, é bom fazermos uma autoavaliação para verificar em que aspecto estamos enganados. Certamente, estamos.

A paz que o Senhor nos oferece é plena e, portanto, não se sujeita a situações cotidianas. Na verdade, é exatamente o contrário: as situações é que devem ser pensadas a partir do sentimento pleno de paz, que é dada por Deus. 

Não podemos nos deixar levar pelas alterações momentâneas de nossas emoções, nem pelas modificações causadas pelos nossos afetos. Como já dissemos, nós mesmos alteramos nossos afetos. Se algo ruim nos acontece de repente, não conseguimos parar, refletir e meditar na grandeza do cuidado de Deus por nós. A Bíblia diz “peca quem é precipitado”. 

O precipitado é aquele que age antes de refletir. Também é aquele que age segundo as circunstâncias do momento. São casuístas ou pragmáticos, ou seja, tentam apenas resolver os problemas do momento, e do modo mais prático. Nem sempre esse é o melhor caminho. Há problemas que precisam ser ponderados com cuidado, pois sua complexidade exige respostas mais profundas. Assim, é preciso paz para poder pensar e agir corretamente.



Texto Básico: 2 Tessalonicenses 3.16

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