Retirado o véu da cegueira, ficamos livres de culpa, de pecado e de morte

O véu de Moisés
"Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar. E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia. Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até o dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado. Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (3:12-17).

O véu que cobria o rosto de Moisés, quando ele voltou a falar com o povo, simboliza o véu da cegueira nos corações dos incrédulos judeus quando eles liam a velha aliança. Assim como os israelitas não podiam ver que o resplendor na face de Moisés tinha desvanecido, assim também os judeus dos dias de Paulo não podiam ver que a glória da velha aliança tinha desvanecido. Mas, assim como Moisés retirava o véu quando voltava ao Senhor, na tenda, assim também quando alguém volta ao Senhor hoje, seu véu é removido e ele vê claramente. O Senhor a quem nos voltamos hoje é o Espírito, que é descrito neste contexto como o agente da nova aliança (3:3,6,8). Quando nos voltamos para o Senhor, na nova aliança, ficamos livres: de culpa, de pecado e de morte, e especialmente, do véu que impede o entendimento espiritual.

(trecho do texto de Gary Fisher)


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