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sábado, 25 de julho de 2015

Não é obrigatório ter ansiedade pelo nosso sustento. Vale a pena conversar com o Senhor, sobre isso.

Jesus viveu uma vida despojada de bens materiais. E Ele quis passar esses valores aos Seus discípulos, quando disse: “Não busquem ansiosamente o que comer ou beber; não se preocupem com isso.” (Lucas 12:29).

O Mestre nunca recomenda a ociosidade. Para /ele, trabalhar sempre foi uma necessidade. Ele mesmo disse: “Meu Pai trabalha até agora e Eu trabalho também”. A ênfase de Jesus reside na motivação de quem trabalha: se o cristão trabalha porque tem medo de ficar sem dinheiro para prover o suficiente, é aí que Cristo interfere. Um cristão, por menos rico que seja, tem que assimilar a seguinte verdade: o sustento e o amparo dependem sempre do Senhor. Ficar ansioso pela vida é o resultado de confiar nos próprios esforços para garantir o básico da existência. Trabalhar é bom. Trabalhar ansioso não é bom.

Para Jesus, a razão é simples. O Pai Celeste, que mantém todas as coisas no universo, conhece muito cada um de nós, Seus filhos. Sabedor dos nossos medos de não ter o suficiente, Jesus chegou até a pequenos detalhes, ao ensinar sobre a providência divina. Disse, por exemplo, que o Senhor contabiliza cada fio de cabelo que cai de nossa cabeça! E aí, finalmente, fez uma grande afirmação: 

“o Pai sabe que vocês precisam dessas coisas. O Pai sabe sobre nossas contas médicas. O Pai sabe sobre o aumento do preço das escolas. O Pai sabe sobre o custo da nossa moradia. Nós é que não sabemos que Ele sabe. Jesus, por isso, insiste em que descansemos nas promessas divinas de que Ele cuidará de nós. Realmente, não é obrigatório ter ansiedade pelo nosso sustento. Vale a pena conversar com o Senhor, sobre isso.

do texto "A ansiedade pelo sustento" Pr. Olavo Feijó



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