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sexta-feira, 31 de julho de 2015

A maior alegria da nossa vida deve ser agradecer a Deus por aquilo que Ele é, fez e ainda faz.



“O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo” (Lc 2.10).

Há 2000 anos, quando os anjos anunciaram o nascimento de Jesus nos campos de Belém, esse acontecimento trouxe alegria. Alegria em diversos sentidos

Alegria pela salvação do poço da desesperança. 
Alegria pela saída da prisão do pecado. 
Alegria pela libertação da escravidão e das amarras. 
Alegria por escapar da escuridão da incerteza. 
Alegria porque depois do tempo de medo chegara a segurança. 
Alegria pela proteção garantida. Sim, também 
Alegria pela comunhão renovada e alegria por poder retornar a Deus. 

O anjo procurou expressar toda essa alegria ao dizer: “Porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo!” (Lc 2.10). Essa alegria tem sua origem e conteúdo no anúncio do nascimento do menino Jesus Cristo! O Antigo Testamento já dizia: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Is 9.6).

A alegria anunciada pelo anjo não pode ser fabricada. É um fruto do Espírito Santo, que recebemos de presente quando nascemos de novo: “Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade” (Gl 5.22). 

Onde ela surge, contagia, impõe-se, abre a boca para louvar e agradecer. Ela gera contentamento, felicidade e multiplica-se na comunhão. 

Ela revela-se por causa da salvação, da pessoa e da obra de Jesus. 
Ela também se alegra com a natureza e a glória da criação. 
Ela se regozija nos presentes de Deus, por exemplo, uma bela música, uma boa refeição, como escreveu

Dietrich Bonhoeffer: “Deus não suporta a atitude apática, abatida com que comemos o pão da tribulação, com arrogância, pressa ou mesmo vergonha. Nossas refeições diárias são a forma dEle nos chamar para a alegria, a termos férias em meio ao nosso dia cheio de trabalho” (de “Gemeinsames Leben”). 

Pois a alegria acontece porque se reconhece, por trás de tudo, Aquele que dá todas as boas dádivas, Jesus Cristo!

Nossa vida freqüentemente está cheia de seriedade, tristeza e sofrimento. A alegria – que Deus nos concede – deve ser um presente que contribua para animar nosso espírito, trazendo encorajamento, refrigério, sustento e apoio. É interessante que a Jewish Encyclopedia (Enciclopédia Judaica) menciona que nenhum outro idioma no mundo tem tantas palavras para “alegria” quanto o hebraico. 

No Antigo Testamento encontramos treze radicais hebraicos em setenta e duas palavras diferentes que expressam primariamente algum aspecto da alegria ou da participação alegre na adoração religiosa. Podemos aprender daí que o próprio Deus deseja ser o motivo mais profundo da nossa alegria, e que só conseguimos encontrar alegria real na adoração e no louvor à Sua Pessoa. 

A maior alegria da nossa vida deve ser agradecer a Deus por aquilo que Ele é, fez e ainda faz. Quando o fizermos, veremos que isso nos traz a mais profunda satisfação. O salmista o expressou da seguinte forma: “Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria; à tua mão direita há delícias perpetuamente” (Sl 16.11).

fonte: apaz.com.br/mensagens/alegria


quinta-feira, 30 de julho de 2015

DESEMPREGO... confie, o Senhor dá a direção!

O desemprego traz consigo várias aflições e provações e normalmente também uma profunda crise emocional. De maneira nenhuma queremos minimizar tudo isso, mas desejamos animá-lo! Encorajá-lo a lançar todas as suas ansiedades sobre o Senhor Jesus Cristo, pois está escrito: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" (1 Pe 5.7). Você notou que este pequeno versículo contém uma exortação e uma promessa?

A exortação é: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade." Portanto, não devemos entregar-Lhe as ansiedades de maneira vacilante ou até com dúvidas, mas devemos literalmente lançá-las sobre Ele! Isto quer dizer: distanciar-se delas de maneira decidida. 

E a promessa é: "porque ele tem cuidado de vós." O próprio Senhor sabe o que é o melhor para você, pois Ele sempre tem em mente o que é melhor para sua vida! Porém, às vezes temos muitas dificuldades em entendê-lo e em nos firmarmos pela fé nessa verdade espiritual. Por quê? Porque em nossa miopia humana sempre pensamos que o melhor é "ter o sol brilhando a cada dia". De maneira nenhuma! São justamente os caminhos profundos que nos levam à comunhão dos Seus sofrimentos e, assim, a uma comunhão mais íntima com o Senhor!

Por isso, lance suas ansiedades sobre Ele e confie nEle! Isto não quer dizer que você deva cruzar os braços e deixar de procurar emprego! Lançar sobre Jesus todas as nossas ansiedades não significa que devemos resignar-nos e agarrar-nos em nossas idéias pré-concebidas sobre o que fazer ou deixar de fazer. Significa: "Senhor, eu lanço todas as minhas ansiedades sobre Ti e peço-Te: Guia-me segundo a Tua vontade e protege-me de caminhos errados". 

Quem confia no seu Senhor de maneira absoluta e fica atento à Sua direção, no final poderá exclamar com Davi: "...o Senhor me ouve quando eu clamo por ele" (Sl 4.3b). Pois: "O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam" (2 Sm 22.31)

por Elsbeth Vetsch/Chamada



terça-feira, 28 de julho de 2015

Decidamos ser ingênuos!


Ingênuo a Respeito do Mal 
É realmente meio engraçado quando encontramos alguém que é totalmente ingênuo a respeito de certas coisas. Nós costumamos dar uma risadinha quando vemos tal inocência, e podemos até tirar sarro da pessoa. Mas mesmo que ser ingênuo possa ser meio bobo às vezes, nem sempre é ruim. Há algumas coisas sobre as quais precisamos ser ingênuos, principalmente se somos cristãos.

O apóstolo Paulo encorajou, “e quero que sejais sábios para o bem e símplices para o mal” (Romanos 16:19). Ele quer dizer através desta advertência que precisamos ser sábios e experientes nas coisas que são boas; mas quanto a nossa experiência prática com o mal, precisamos ser os mais ingênuos possíveis.

E certamente não há nada de errado com isto! Por que é que tantos de nós temos que ter a experiência própria – principalmente em relação ao mal? Por que não podemos ser sábios o suficiente para aprender das más experiências dos outros? Não precisa experimentar álcool ou drogas ou a imoralidade sexual para saber como são terríveis estas coisas! Sabemos de como são más estas coisas apenas ouvindo a Palavra de Deus e as experiências dos outros que não tiveram a sabedoria suficiente de evitar estes males.


Vamos aprender a nos satisfazer com a nossa própria inocência, e a odiar aquilo que é mal (Romanos 12:9)! Vamos nos alegrar quando somos inocentes em relação a experiência no pecado. Não há nada de que nos envergonhar nisso! É na verdade o caminho sábio a seguir! Escolher o caminho mundano sobre a experiência prática e a instrução divina é escolher o caminho que leva à auto-destruição! Reflitamos sobre isso e decidamos ser ingênuos!


–por Rick Liggin


domingo, 26 de julho de 2015

Retirado o véu da cegueira, ficamos livres de culpa, de pecado e de morte

O véu de Moisés
"Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar. E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia. Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até o dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado. Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (3:12-17).

O véu que cobria o rosto de Moisés, quando ele voltou a falar com o povo, simboliza o véu da cegueira nos corações dos incrédulos judeus quando eles liam a velha aliança. Assim como os israelitas não podiam ver que o resplendor na face de Moisés tinha desvanecido, assim também os judeus dos dias de Paulo não podiam ver que a glória da velha aliança tinha desvanecido. Mas, assim como Moisés retirava o véu quando voltava ao Senhor, na tenda, assim também quando alguém volta ao Senhor hoje, seu véu é removido e ele vê claramente. O Senhor a quem nos voltamos hoje é o Espírito, que é descrito neste contexto como o agente da nova aliança (3:3,6,8). Quando nos voltamos para o Senhor, na nova aliança, ficamos livres: de culpa, de pecado e de morte, e especialmente, do véu que impede o entendimento espiritual.

(trecho do texto de Gary Fisher)


sábado, 25 de julho de 2015

Não é obrigatório ter ansiedade pelo nosso sustento. Vale a pena conversar com o Senhor, sobre isso.

Jesus viveu uma vida despojada de bens materiais. E Ele quis passar esses valores aos Seus discípulos, quando disse: “Não busquem ansiosamente o que comer ou beber; não se preocupem com isso.” (Lucas 12:29).

O Mestre nunca recomenda a ociosidade. Para /ele, trabalhar sempre foi uma necessidade. Ele mesmo disse: “Meu Pai trabalha até agora e Eu trabalho também”. A ênfase de Jesus reside na motivação de quem trabalha: se o cristão trabalha porque tem medo de ficar sem dinheiro para prover o suficiente, é aí que Cristo interfere. Um cristão, por menos rico que seja, tem que assimilar a seguinte verdade: o sustento e o amparo dependem sempre do Senhor. Ficar ansioso pela vida é o resultado de confiar nos próprios esforços para garantir o básico da existência. Trabalhar é bom. Trabalhar ansioso não é bom.

Para Jesus, a razão é simples. O Pai Celeste, que mantém todas as coisas no universo, conhece muito cada um de nós, Seus filhos. Sabedor dos nossos medos de não ter o suficiente, Jesus chegou até a pequenos detalhes, ao ensinar sobre a providência divina. Disse, por exemplo, que o Senhor contabiliza cada fio de cabelo que cai de nossa cabeça! E aí, finalmente, fez uma grande afirmação: 

“o Pai sabe que vocês precisam dessas coisas. O Pai sabe sobre nossas contas médicas. O Pai sabe sobre o aumento do preço das escolas. O Pai sabe sobre o custo da nossa moradia. Nós é que não sabemos que Ele sabe. Jesus, por isso, insiste em que descansemos nas promessas divinas de que Ele cuidará de nós. Realmente, não é obrigatório ter ansiedade pelo nosso sustento. Vale a pena conversar com o Senhor, sobre isso.

do texto "A ansiedade pelo sustento" Pr. Olavo Feijó



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Um hindu que encontrou a PAZ

Viver em comunhão com Deus significa ser feliz
Um hindu muito rico buscava a paz:
Ele se banhava no rio sagrado, fazia peregrinações estafantes – seu coração continuava sem paz. Até que um missionário lhe mostrou a cruz. Aí ele exultou:

"Sorvi a mensagem como mel. Agora cheguei ao alvo de todo o meu anseio." (W. B. em "Spuren um Kreuz").

Viver em comunhão com Deus significa ser feliz. Jesus Cristo diz a todos os que crêem nEle: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração" (Jo 14.27b).

O que Jesus conquistou na cruz para nós vai muito além daquilo que o mundo poderia nos oferecer. Ele nos trouxe a paz de Deus, perdão dos pecados e vida eterna.
Quem vem a Ele e nEle crê recebe uma paz de espírito que não se acaba quando chegam dias difíceis, e que nos dá segurança para o futuro, porque o próprio Senhor é o nosso futuro.

A felicidade que Jesus nos dá não é um constante "andar nas nuvens", uma contínua sensação de bem-estar, livre de todos os desconfortos, mas é a certeza de estarmos abrigados nEle.
[...]

Por isso o Salmo 1.1 diz sobre a verdadeira felicidade: "Como é feliz o homem que não vai atrás da opinião das pessoas desligadas de Deus" (A Bíblia Viva). E o Salmo 34.9 nos anima: "Se você pertence ao Senhor, ame e obedeça a Ele; para quem faz isso nada falta" 

fonte: (A Bíblia Viva) (Norbert Lieth)


quarta-feira, 22 de julho de 2015

JESUS é a garantia que "o nosso barco" não vai afundar!

E Jesus estava na popa, dormindo sobre o travesseiro; eles o despertam e lhe dizem: Mestre, não te importa que pereçamos!" Marcos 4.38

Esta tempestade é uma ilustração clara da tempestade que ruge na vida de cada crente, entre o ouvir e o experimentar da Palavra de Deus. O caminho que leva da teoria à experiência da vitória se chama fé, também durante uma viagem turbulenta. Mas atente para o fato de a tormenta começar exatamente quando Jesus se encontra a bordo! Justamente por Ele estar a bordo é que vem esse tufão assustador. Mas, por outro lado, Ele é a garantia de que não vamos afundar! 
Existem vendavais negativos e positivos. Muitas vezes é a ira de Satanás que nos sacode por dentro e por fora; mas, outras vezes, eles provêm de Deus, que nos prova se permanecemos firmes nEle pela fé. Mas a tempestade que os discípulos experimentaram provocou uma situação perigosa, pois as ondas não só bateram contra o navio, mas também o inundaram: "...de modo que o mesmo já estava a encher-se de água." 

Já é uma grande provação quando as ondas começam a bramir ao redor de nós. Mas quando "o barco", a nossa alma, é alcançado, realmente estamos em apuros. Porém, nestas horas Jesus está bem perto de nós! Está escrito: "E Jesus estava na popa, dormindo sobre o travesseiro."

por Wim Malgo


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Festas pelo sustento espiritual

A adoração deve ser um exercício espiritual (João 4:24). Um esforço espiritual não é algo puramente emocional ou intelectual. É antes algo que desenvolve o lado espiritual da nossa natureza. O Espírito Santo nos salienta: "O espírito firme sustém o homem na sua doença" (Provérbios 18:14). Quando semeamos para o lado espiritual do nosso ser, não apenas desenvolvemos o que pode sustentar-nos em meio às dificuldades, mas o que poderá conduzir-nos para a vida eterna (Gálatas 6:8). 

Devemos considerar os nossos momentos de adoração como festas pelo sustento espiritual. Na assembléia, nem servimos a nós mesmos nem ficamos em falta, mas sim temos a oportunidade de preencher os outros à medida que somos preenchidos.

Na assembléia, podemos crescer espiritualmente, testemunhando outros discípulos que imitam o Mestre. Embora jamais devemos prestar ao homem a reverência que damos a Deus, muitas vezes podemos ver Deus na vida de outros cristãos. 

Como pessoas que buscam assemelhar-se a Cristo, o nosso objetivo deve ser "andar assim como ele andou" (1 João 2:6). Quando os nossos irmãos experimentam algum êxito em relação a esse alvo, as Escrituras ensinam que devemos seguir o seu comportamento até onde se enquadrar no padrão do Senhor. Paulo ensinou: "Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo" (1 Coríntios 11:1).

- por Kyle Pope

domingo, 19 de julho de 2015

Jovens e Pais, Fatos Importantes


Jovem: Fatos Importantes

Você vai crescer. Não seja impaciente. Aproveite a sua juventude para aprender como ser uma pessoa boa, respeitada pelos outros e, principalmente, pelo Senhor.

Enquanto cresce, vai ganhar independência. Seus pais guiam as suas decisões durante alguns anos, mas você tomará controle da sua própria vida.

Como adulto, vai tomar as suas próprias decisões.

As responsabilidades, os riscos e as oportunidades serão bem maiores. Se uma criança cair de uma bicicleta, pode se machucar, mas normalmente se levanta e continua andando. Se um adulto bater um carro, pode provocar a morte dele mesmo, e de outras pessoas. Do mesmo modo, as decisões dos adultos têm impacto muito maior do que as escolhas de crianças.

Você escolherá o seu destino final. Outras pessoas – pais, parentes, amigos, família espiritual, etc. – podem exercer alguma influência, mas você tomará as suas próprias decisões, e será julgado sozinho (2 Coríntios 5:10; Hebreus 9:27).


Pais: Fatos Importantes

Eles vão crescer, e vão ganhar a independência. Aproveite a sua oportunidade de ensinar e guiar seus filhos, ajudando-os a ser adultos responsáveis e bons.

Vocês vão errar em algumas coisas; sejam humildes para reconhecer seus erros e prosseguir. Quando erra, peça perdão a Deus e ao próprio filho. Mas nunca desista!

Vocês têm muita influência, mas seus filhos escolherão seu próprio destino final. Faça a sua parte e ensine seu filho a ser responsável por seus próprios atos.

Se um pródigo sair da sua casa, permaneçam na casa do Pai para recebê-lo de volta; não sigam um filho ao inferno! O filho pode abandonar o Senhor. Os pais não devem apoiá-lo, e certamente não devem seguir o mau exemplo do filho desviado.

Uma lição para todos

Quando filhos aprendem obedecer aos pais, tomam um passo importante na direção certa. Uma criança pequena não é capaz de entender Deus, um ser espiritual e invisível, mas pode ver os pais terrestres.“Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não have-mos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos?”(Hebreus 12:9). Pais que não corrigem seus filhos fazem uma terrível injustiça. Filhos que não aprendem respeitar a autoridade perdem a esperança da vida.

–por Dennis Allan

sábado, 18 de julho de 2015

Esquecer, Avançar e Prosseguir: três verbos formidáveis da estratégia paulina!

Os três verbos da estratégia paulina são formidáveis: esquecer, avançar e prosseguir. Expressam ação inteligente e bem-sucedida. 

É preciso esquecer o caminho já percorrido, prescindir do passado para atirar-se ao presente, deixar atrás o passado. Tanto o passado coberto de insucesso como o passado coberto de sucesso. É preciso deixar para trás o passado pecaminoso porque ele é assunto já liquidado e resolvido pela confissão e pelo perdão. É preciso deixar para trás o passado vitorioso para moderar a euforia da vitória e enxergar os desafios seguintes. 

É preciso avançar para o que está à frente, ansiar com todas as forças e estender as mãos para qualquer coisa que se depara à frente. Para tanto é estritamente necessário ouvir mais uma vez aquela palavra do Senhor a Moisés, quando o povo de Israel estava diante do Mar Vermelho: “Diga aos israelitas que sigam avante” (Êx 14.15). 

É preciso prosseguir, correr diretamente atrás do alvo. A Tradução Ecumênica da Bíblia usa a expressão “arremeter rumo à meta”, que significa arrojar-se, lançar-se, atacar com ímpeto ou fúria. Por isso mesmo coloca também na boca de Paulo: “[Eu não alcancei o que preciso alcançar], mas arremeto para tentar alcançá-lo” (Fp 3.12). Prosseguir em direção ao alvo é a mesma coisa que “perseguir o alvo”, como se encontra em outra versão. 

O alvo, o prêmio, a coroa, são a plenitude da salvação, a salvação completa, que vai além da libertação da culpa e do poder do pecado. O alvo é a consumação da salvação, que inclui também a libertação da presença do pecado, tanto através da ressurreição do corpo como da criação de novos céus e nova terra. 

Não podemos parar no meio do caminho, entre a largada e a chegada. É preciso terminar a caminhada e agarrar o alvo com as duas mãos!

fonte: Ultimato ed.308

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Na responsabilidade bíblica, os relacionamentos produzem vida.

A Irresponsabilidade Mata
Pr. Olavo Feijó
Gênesis 4:9 -  E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? 

Após matar seu irmão Abel, Caim é confrontado pelo Criador: “Então o Senhor perguntou a Caim – Onde está seu irmão Abel? – Repondeu ele – Não sei; sou eu o responsável pelo meu irmão?” (Gênesis 4:9).

O ódio gera comportamento irresponsável. A inveja estimula atitude irresponsável. E a irresponsabilidade, no máximo de sua insensibilidade, mata. Foi assim com Caim, antes de atacar seu irmão e matá-lo.

A Bíblia nos quer pessoas responsáveis. 

Na responsabilidade bíblica, os relacionamentos produzem vida. Por exemplo,  o crente responsável deve “alegrar-se com os que se alegram e chorar com os que choram”. Na responsabilidade bíblica, “ninguém vive para si” e, por isso, deve “levar as cargas uns dos outros”.

As decisões mais íntimas do meu irmão não são da minha responsabilidade. O dar apoio, para que as decisões corretas do meu irmão venham a se concretizar, isto é da minha responsabilidade. A Bíblia diz que “aquele que sabe fazer o bem e não faz, comete pecado”: somos responsáveis pelo que conhecemos. Se a irresponsabilidade mata, o senso de responsabilidade, entregue ao Senhor, conduz à vida.


Calma celestial

Charlie Brackett

A boa nova de paz (Efésios 6:15). Muitos buscam a paz. Alguns fingem ter a paz, mas por dentro estão as dúvidas, a ansiedade e a perturbação. Outros tentam fazer a paz. Horas e dinheiro incontáveis são gastos nos auditórios de conferências do mundo buscando a paz. Tanto os líderes políticos como os religiosos negociam sem sucesso duradouro. Mas o evangelho do reino diz,
“simplesmente receba a paz”. 

O evangelho leva o homem a se reconciliar com Deus (Romanos 5:10-11) e unir-se com o seu semelhante (1 João 5:1). Jesus Cristo, que é nossa paz (Efésios 2:14-18), diz, “Vinde a mim...Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim...e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11:28-30). Esse descanso traz paz com Deus e consigo mesmo, e dá ao lar, à igreja e a tudo mais, uma calma celestial. Oh, paz que ultrapassa o entendimento (Filipenses 4:7)!


segunda-feira, 13 de julho de 2015

As obras da carne e o fruto do Espírito não se combinam

Guardar Rancor e Estourar de Raiva
[...]
Dizemos que alguém estourou quando perde o controle. O ferro de um martelo ou de um machado escapando do cabo pode causar muito prejuízo (veja Deuteronômio 19:5). Iras significa ira acalorada ou paixão, surtos ou ataques de raiva. Essa obra da carne é perigosa para os cristãos como o é o cabo solto do machado numa floresta cheia de homens trabalhando.

Nos ataques de raiva, a língua se solta e as coisas são ditas sem que se possa voltar atrás. Tiago compara a língua ao fogo, do qual uma só faísca pode causar um grande incêndio (Tiago 3:5-6). Quem se ira com facilidade age tolamente, atiça a contenda e transborda na transgressão (Provérbios 14:17; 29:22). "Cruel é o furor, e impetuosa, a ira" (Provérbios 27:4). O presbítero não deve ser rápido em irar-se, nem ser dado a brigas (1 Timóteo 3:3; Tito 1:7).

Algumas pessoas se orgulham de ser iracíveis, achando que isso denota resistência ou força, mas o escritor de Provérbios afirmou: "Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade" (Provérbios 16:32). Outros justificam os seus acessos de raiva dizendo: "Eu sou assim mesmo, nasci desse jeito", passando a culpa para Deus, que os fez, ou para os antepassados de quem pensam ter herdado esse traço. Mas podemos controlar-nos. Devemos despojar-nos da ira (Colossenses 3:8). Não nos seria mandado fazer algo de que não fôssemos capazes.

As obras da carne e o fruto do Espírito não se combinam. Não é possível produzirmos o fruto do amor e ao mesmo tempo nutrir inimizades no coração, e não podemos exercer o domínio próprio, um fruto do Espírito, e ter acessos de raiva; mas o amor, fruto do Espírito, eliminará as inimizades, e o domínio próprio nos impedirá de "estourar".

Os bebês em Cristo que, antes de ser filhos de Deus, eram culpados de inimizades e de iras, podem experimentar problemas com elas. Nós que já somos crescidos não. Já devem ter sido eliminadas. Os cristãos jovens devem crescer nisso bem como em outras áreas. Antes de relacionar as obras da carne e o fruto do Espírito, Paulo disse: "Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne" (Gálatas 5:16). 

A palavra escondida no coração nos impedirá de pecar (Salmos 119:11).

Alguém que por um instante fracasse na questão das inimizades e da ira pode encontrar o perdão de Deus por meio do arrependimento, da confissão e da oração.

- por Dick Poplin
(trecho do texto)


domingo, 12 de julho de 2015

Fique firme, O Senhor nos dá toda a graça, a força e o amor necessários para continuar a caminhada.

"Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou." Apocalipse 21.4

Pensar que o choro, as dores e tristezas não mais existirão é um alívio para nós. Mas, enquanto isso ainda não se cumpre, temos o consolo do Senhor, que nos dá toda a graça, a força e o amor necessários para continuar a caminhada. Fique firme, amado(a)! Jesus nos ensinou que "bem-aventurados são os que choram, pois serão consolados" (Mt 5.4). 

Esse consolo é experimentado todos os dias pelos nossos irmãos em todo o mundo através de palavras de encorajamento, cartas, um abraço, um sorriso, um oração. Eles sofrem, padecem, morrem por amor a Cristo. Talvez nunca passaremos as mesmas aflições, mas com fé temos a mesma certeza: Jesus voltará e esse sofrimento cessará! Maranata!

mensagem recebida por email de 
Missão Portas Abertas


sábado, 11 de julho de 2015

Como ficar tranqüilo e quieto nas grandes tempestades da vida?

Somente conseguimos ficar tranqüilos e quietos nas grandes tempestades da vida quando estamos unidos a Jesus. "Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele", isto é inteligência e sabedoria divina.

Em Provérbios 9.10 está escrito: "...e o conhecimento do Santo é prudência." Por meio de um conhecimento cada vez mais profundo do Cordeiro somos capacitados a permanecer calados nas ocasiões em que o homem natural gostaria de falar – e falar mal do próximo.

Você já é uma pessoa assim, sábia, que se revestiu da sabedoria em pessoa que é Jesus Cristo? Insisto com todos, pois a vinda do Senhor está próxima: "...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo!"

trecho do texto de Wim Malgo



sexta-feira, 10 de julho de 2015

Jovens Sábios


A juventude é uma época da vida emocionante e desafiadora. A transição de criança para adulto é cheia de maravilhas. A criança ganha independência, desenvolve uma personalidade ímpar, assume responsabilidades e, quase antes que alguém note, emerge como um adulto.

Mas essa transição não é sempre fácil. Há tentações e desejos a serem superados. Há decisões a tomar que determinarão o futuro, pode ser até mesmo para a eternidade. Mas, jovem, você não foi deixado à deriva no mar revolto da vida, sem uma bússola. O Deus que o fez traçou o curso do sucesso e da segurança. Confie nele e você chegará ao destino certo.

Freqüentemente associamos a sabedoria com a idade e os cabelos grisalhos. É verdade que as experiências na vida podem equipar-nos para manejar decisões e desafios maiores. Mas a idade não é garantia de sabedoria. Salmo 119:99-101 mostra como o jovem pode ser mais sábio do que o velho.

"Compreendo mais do que todos os meus mestres, porque medito nos teus testemunhos. Sou mais prudente que os idosos, porque guardo os teus preceitos. De todo mau caminho desvio os pés, para observar a tua palavra."

As experiências ajudam, mas jamais servirão como substituto do estudo da palavra de Deus. Eu sou privilegiado por conhecer algumas das mais finas pessoas desta terra, e muitas delas ainda não completaram o 25º aniversário. Essas pessoas (moços e moças) são piedosas e sabem o que Deus quer delas e também possuem coragem para fazer a vontade dele. Elas podem estar rodeadas por um mundo cheio de sensualidade e egoísmo, mas são bastante fortes para serem diferentes. Elas me encorajam a ser uma pessoa melhor.

Graças a Deus pelos jovens que seguem as instruções que Paulo deu a Timóteo: "Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza" (1 Timóteo 4:12).

- por Dennis Allan

quinta-feira, 9 de julho de 2015

A Palavra de Deus fala de uma felicidade genuína, profunda e abundante

Hernandes Dias Lopes 
O livro dos Salmos era o hinário do povo de Deus. Este mais longo livro da Bíblia abre o saltério falando sobre a felicidade. A Palavra de Deus fala de uma felicidade genuína, profunda e abundante.

Como podemos alcançar essa felicidade? O Salmo 1 responde: 
Primeiro, somos felizes por aquilo que evitamos. Não podemos andar no conselho dos ímpios, nem deter-nos no caminho dos pecadores e nem mesmo assentar-nos na roda dos escarnecedores.

Segundo, somos felizes por aquilo que fazemos. O nosso prazer deve estar na lei do Senhor para nela meditarmos de dia e de noite. 

Terceiro, somos felizes por quem somos. Somos como uma árvore frutífera plantada junto à fonte, que no devido tempo dá o seu fruto.

Você é uma pessoa feliz?

terça-feira, 7 de julho de 2015

Crescer em conhecimento

A manutenção de nossa comunhão com Deus exige que continuemos a andar na luz, como ele está na luz (1 João 1:7). Andar na luz não significa perfeito conhecimento das Escrituras. Nossa comunhão com o Pai não foi estabelecida na base do perfeito conhecimento das Escrituras, nem é mantida nessa base. 


Um dos exemplos de conversão a Cristo no livro de Atos é a do carcereiro filipense (Atos 16:19-34). Ele ouviu a mensagem da salvação e obedeceu ao evangelho na mesma noite, estabelecendo uma comunhão com Deus. É óbvio que ele não tinha perfeito ou completo conhecimento da Palavra de Deus inteira. Contudo, aqueles que estão em comunhão com Deus precisam estudar a Palavra e crescer em conhecimento. 

A palavra de Deus está disponível para nós e não podemos usar a ignorância como uma desculpa para a desobediência. Os novos cristãos precisam alimentar-se com o "leite," isto é, as bases da Palavra e, com o crescimento, estarão aptos a aceitar a carne da Palavra (1 Coríntios 3:1-2; Hebreus 5:11-14).

                 trecho do texto de Allen Dvorak
               

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Agradeça, agradeça e agradeça!



Deus tece as tramas da vida
em um desenho perfeito, precioso.

E mesmo que seu plano para nós 
às vezes nos pareça misterioso,
se nós confiarmos Nele mesmo
além da nossa compreensão,
Nossas vidas poderão ser
verdadeiras obras de arte.

Criadas por sua própria mão...
Plenas de amor e harmonia,
com família, lar e amigos,
frutos da pura inspiração,
fortalecidos pela fé,
tramadas com alguns desafios
que nos farão aprender e crescer.

cruzadas por pontos brilhantes
de alegria e paz,
e a perfeição dessa trama
é a prova que Deus nos ama.

Tenha fé na bondade do Senhor
e pense primeiro Nele.

Em tudo o que você fizer.
Ore para ter compreensão
do plano Dele para você.

Agradeça por todas as bênçãos e viva
cada dia com alegria,
lembrando de que você
é uma parte especial
da tapeçaria de Deus.

Amém...


(Autor desconhecido)


domingo, 5 de julho de 2015

Temos a Fé de Abraão ou a Dúvida de Sara?


Abraão confiou em Deus para ressuscitar o seu filho. Décadas antes, Sara duvidou do poder de Deus para lhe dar um filho.

E nós? Acreditamos nas promessas de Deus para nos fornecer as necessidades da vida (Mateus 6:31-34), ou duvidamos da sua palavra e procuramos uma solução própria e até errada?

Confiamos em Deus e seguimos a palavra dele para resolver problemas no casamento, ou seguimos conselhos humanos e carnais? Acreditamos na palavra do Senhor para saber como enfrentar dificuldades com os nossos filhos? Quando encaramos doenças graves? Seguimos o conselho de Deus para lidar com problemas com os nossos irmãos?

E quando enfrentamos tentações, confiamos em Deus?
Acreditamos que Jesus nos ajuda quando somos tentados (Hebreus 2:18)?
Procuramos até achar a saída que Deus garante (1 Coríntios 10:13)?

A falta de fé se manifesta quando escolhemos caminhos humanos, quando tentamos resolver problemas com mentirinhas, um jeitinho errado, etc. A pessoa que confia nas soluções humanas e negligencia ou abandona as soluções divinas não acredita no poder do Onipotente!

E nós? Temos a fé de Abraão ou a dúvida de Sara?

–por Dennis Allan



sábado, 4 de julho de 2015

ANSIEDADE, vou reagir!

Não quero andar ansioso por coisa alguma
A partir de hoje, com a ajuda de Deus, vou me disciplinar no que diz respeito à ansiedade. Farei isso a partir do Sermão do Monte. Ali está o impulso original que devo abrigar, alimentar e expandir. Jesus desaconselha a ansiedade e mostra a sua inutilidade. Ele me diz para eu não me preocupar com as necessidades básicas de cada dia, tanto de hoje como de amanhã (Mt 6.25-34).

O exercício diário que me imponho voluntariamente é repudiar tantas vezes quantas forem necessárias qualquer sentimento impregnado de aflição, angústia, ansiedade, desconfiança, inquietação, medo, preocupação, solicitude e tormento. Não será fácil por causa da minha natureza humana e por causa da cultura no meio da qual eu vivo. É possível também que eu já tenha adquirido o vício da ansiedade. Porém vou reagir, vou lutar, vou resistir, na esperança de que Deus me cure desse mal.

Sei que existem dois tipos de ansiedade -- a ansiedade real (ou racional) e a ansiedade irreal (ou irracional). Mas não pretendo justificar a ansiedade não imaginária e lutar apenas contra a ansiedade imaginária.

Estou ciente de que a ansiedade pode provocar distúrbios de saúde, como úlcera péptica, colite, asma e até doenças do coração. Sei também que ela pode tornar a minha vida e a vida dos que me rodeiam numa grande chatura ou mesmo num inferno. É muito desagradável conviver com uma pessoa demasiadamente ansiosa. Estou consciente de que a ansiedade é um pecado contra Deus, porque põe em dúvida o seu cuidado, a sua soberania, o seu amor, a sua providência. Logo atrás da ansiedade, está a incredulidade. É pecado por mais uma razão: o tempo e a energia gastos exageradamente com os cuidados desta vida -- o que comer, o que beber e o que vestir -- deveriam ser dedicados à expansão do reino de Deus, como Jesus explica no Sermão do Monte (Mt 6.33).

Para ser bem-sucedido na minha resolução de hoje, vou rever e memorizar textos que insistem no cuidado de Deus por mim: 

“Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá” (Sl 37.5); 

“Entregue suas preocupações ao Senhor, e ele o susterá” (Sl 55.22); 

“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus” (Fp 4.6); 

“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (1Pe 5.7).


Mais uma providência pode me ajudar: não negar a minha ansiedade quando pessoas queridas disserem que sou ansioso nem quando a consciência e o Espírito me acusarem do pecado da ansiedade! Se eu agir assim, o Senhor certamente me curará, pois só ele pode fazer isso.
De hoje em diante a guerra contra a ansiedade está declarada e já começou!

fonte: Ultimato ed.323


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Como viver a realidade do amor de Deus?

Muitos cristãos se sentem insatisfeitos consigo mesmos, vulneráveis a críticas e à dúvida, com uma imensa necessidade de ser amados, aceitos e perdoados.

De fato, se nossa identidade está baseada somente na imagem que temos de nós próprios e dos outros, iremos buscar nos valorizar de acordo com os padrões estabelecidos pela sociedade.

Porém, quem nos dará a verdadeira paz interior e libertadora? Somente Deus pode fazer tal coisa, porque seu olhar sobre Seus filhos é de amor e compreensão. Ele dá Seu amor livre e incondicionalmente. Não somos dignos dEle, não O merecemos, mas esse amor é uma realidade.

Graças à obra de Cristo na cruz tenho um preço inestimável para Deus. Não necessito provar meu valor, pois Ele me ama tal como sou. Minha verdadeira identidade está baseada no valor que Deus me deu ao me criar, e ao me tornar filho seu.

Qual é a chave da plenitude e da liberdade do crente? É me ver da maneira que Deus me vê, saber o que Ele pensa de mim e crer nisso. Deus nos amou quando ainda éramos pecadores e nos perdoou totalmente por causa de Cristo

Como viver a realidade do amor de Deus? Lendo a Palavra de Deus para sabermos o que nela já está registrado sobre Seu Filho Jesus, "o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa" (Hebreus 1:3); e pedindo que o Senhor revele Seu amor para nós pessoalmente.

                                        fonte: Boa Semente/Devocional 2014


quinta-feira, 2 de julho de 2015

As crianças precisam do Evangelho todo

Uma verdade colocada no coração de uma criança irá frutificar no presente e no futuro... As crianças precisam do evangelho, o evangelho todo, 
o evangelho inalterado
(Charles Spurgeon)


Boa conduta


Allen Dvorak
1 Pedro 
Geralmente a boa conduta de nossa parte resultará em bom tratamento por outros, mas ocasionalmente os cristãos sofrerão por amor à justiça (3:13-14). Como poderia um cristão responder quando sofre injustamente? 


Ele deverá reconhecer que é abençoado por Deus, santificar o Senhor em seu coração e estar pronto a responder a quem quer que questione sua esperança (3:14-15). Antes que temer as ameaças dos perseguidores, o cristão deverá entronizar Jesus como Senhor, Aquele que tem autoridade, dando-lhe o comando sobre seu coração. O cristão precisa responder às perguntas dos outros com mansidão e temor, não dando nenhuma oportunidade com sua atitude para que o incrédulo difame o nome de Cristo (3:15-16).