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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Deus cumpre a sua Palavra!



Se a Palavra for o fundamento de nossa esperança, podemos descansar confiantes: Deus cumpre a sua Palavra.

A Palavra deve ser sempre o guia da nossa fé. Por isso, devemos estar atentos à Palavra de Deus, para entendê-la e praticá-la (Js 1.8; Sl 119.97; Fp 3.15-16; Tg 1.22-25).

mensagem de: Hermisten M. P. da Costa

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Humildade, Deus ama humildade

Deus ama humildade. Será que é por isso que ele oferece tantas dicas sobre como cultivá-la? Será que eu posso (com toda licença), humildemente articular algumas dessas dicas? Faça uma avaliação honesta de si mesmo. Romanos 12:3 diz “Não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação.” 


Não pense demais sobre si mesmo. Deuteronômio 8:13 alerta “depois que seu padrão de vida melhorar, tenham o cuidado de não se tornarem tão cheios de si e orgulhosos de suas posses a ponto de se esquecerem do Eterno, o seu Deus” (tradução “A Mensagem)” Reflita sobre seu sucesso e conte seu dinheiro num cemitério, e lembre-se que nenhum dos dois será enterrado com você.

Comemore a importância de outros. Filipenses 2:3 diz “humildemente considerem os outros superiores a si mesmos”. Fale com humildade. Primeiro Samuel 2:3 alerta “nem saia de sua boca tal arrogância”. Não seja arrogante. As pessoas não se impressionam com as suas opiniões. Em Gálatas 6:14, Paulo diz “que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo.” Se você precisa se gloriar – então glorie-se nisto!

                                                                por Max Lucado



sábado, 23 de maio de 2015

DOMÍNIO PRÓPRIO, Não permita que a ira vos domine!

A ira é uma das mais fortes emoções do homem, e por tanto, é difícil de dominar. Quando sentimos ira, a tendência natural é exprimir nossos sentimentos em palavras e atos ásperos. Por isso Salomão nos advertiu fortemente sobre ficarmos facilmente irados:

"O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado"(14:17); 
"O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura" (14:29). 

Tiago ofereceu, no Novo Testamento, a mesma exortação:
"Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). 

O maior desafio não é enfrentar a ira com a ira. O melhor caminho é responder à ira com paciência e gentileza: "A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira" (15:1). Precisamos exercitar nosso domínio próprio e não permitir que nossa ira nos domine.

                                                              texto de Gary Fisher



quinta-feira, 21 de maio de 2015

Viva hoje preparando-se para “o fim”



Porém, que Fareis Quando estas Cousas Chegarem ao Seu Fim?” (Jeremias 5:30-31). 

Muitas pessoas fazem escolhas espirituais na base dos benefícios imediatos para eles mesmos ou para a sociedade. Há, freqüentemente, pouco pensamento com a eternidade. Jeremias oferece a análise de Deus: “Cousa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém, que fareis quando estas cousas chegarem ao seu fim?”

Ação: Viva hoje preparando-se para “o fim”.

(fonte: estudos-da-biblia)

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Falemos a outras pessoas sobre a bondade de Deus

Davi reconheceu o valor da sua salvação e pediu o privilégio de poder falar para outras pessoas: "Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos" (Salmo 51:13); Paulo valorizou a sua salvação e deu importância à evangelização de outros: "...pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho" (1 Coríntios 9:16). 

Paulo entendeu que a divulgação do evangelho continuaria de uma geração para outra: "E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros" (2 Timóteo 2:2). 

Uma vez que entendemos o significado da salvação em Cristo, falaremos aos outros. Pedro e João disseram:"...pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos" (Atos 4:20).
Mostremos a nossa gratidão

Cada cristão foi resgatado pelo amor de Deus manifestado na cruz de Cristo. A nossa gratidão nos motivará a adorar a Deus, viver por ele, e divulgar a boa nova para todos ao nosso redor. Ele merece isso, e muito mais!

                                                          por Dennis Allan




segunda-feira, 18 de maio de 2015

E o “tudo” que podemos fazer?

Alguns ainda querem saber, "o homem pode fazer tudo o que ele precisa fazer?" Até isso, na verdade, é relativo. O homem às vezes pensa que precisa fazer algo, tenta fazer e se frustra quando não consegue. Ele declara que Deus não existe, ou reclama que Deus não ouviu suas orações. Mas, Deus muitas vezes sabe que há uma grande diferença entre o que o homem pensa que precisa e o que ele realmente precisa. 

Quando era jovem namorei uma moça e pensei que precisava casar com ela. Não deu certo. Acabei esperando até quase 40 anos de idade para casar. Hoje, sei que Deus me deu, graças à sua vontade que é sempre melhor, a esposa que eu realmente precisava.

Dentro da vontade soberana (e para nós muitas vezes misteriosa) de Deus, sim, diria que o homem pode fazer o que precisa. Mas, esse fazer nem sempre será o que ele quer. Prova disso é que há muita coisa que, além de poder fazer, devíamos fazer, mas nem sempre fazemos.

Talvez a grande questão não é se Deus me capacita para fazer tudo que preciso. Dentro da soberana vontade dEle, Ele sempre capacita. O problema é que eu nem sempre quero fazer tudo para o qual Ele me capacitou. ",

Talvez para Deus parece que queremos saber se podemos fazer de tudo, quando tão pouco fazemos com o “tudo” que já podemos. Que Deus nos ajude a, como Paulo, nos contentarmos não só com aquilo que Ele nos deu, mas com aquilo que Ele nos capacitou a fazer, e esmeremo-nos ao fazê-lo.

de Dennis Downing




Atenção ao livro que já temos


"Quando nós nos encontramos deficientes em sabedoria, não é porque a Palavra de Deus está faltando algumas páginas, mas, porque nós ainda não vimos tudo que há nas páginas que já temos. 

Não é outro livro que precisamos, mas, mais atenção ao livro que já temos; não é mais conhecimento que requeremos, mas, visão para enxergar o que já temos revelado em Jesus Cristo." 

Eugene Peterson "Praying With the Psalms" ("Orando com os Salmos")





domingo, 17 de maio de 2015

A família de Deus: filhos por adoção

[Cristo] nos elegeu nele antes da fundação do mundo… e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade (Efésios 1:4-5).
Os filhos têm um relacionamento com o Pai. Ser filho de Deus, ao contrário das crianças, é ter consciência desse relacionamento. O eterno pensamento de Deus, Seu desejo de puro afeto era ter filhos diante de Si. Na eternidade passada houve um diálogo sobre isso entre o Pai e o Filho. 

O Filho é santo e, por isso, os filhos seriam santos; 
o Filho é perfeito, portanto, os filhos também seriam perfeitos; 
o Filho é amado, consequentemente, os filhos seriam amados; 
o Filho é aceito, os filhos seriam aceitos no Amado (Efésios 1:6).

Para isso foi necessário que a seu tempo Cristo viesse à terra e fizesse a redenção por Seu sangue, o perdão dos pecados (v. 7). Dessa maneira, seres caídos desfrutarão eternamente da posição de filhos diante do Pai.

Gálatas 4:1-7
nos mostra que a adoção é um ato pelo qual Deus nos coloca na posição de filho adulto, de herdeiro, resgatando-nos da escravidão da lei do pecado e da morte. “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho… para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (vv. 4-5). “E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo” (vv. 6-7).

O único requisito para se tornar um filho de Deus é: crer no Senhor Jesus e em Sua obra de expiação. “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome” (João 1:12).

de Boa Semente 


quinta-feira, 14 de maio de 2015

O fermento da eternidade

Nossas vidas são mudadas olhando atentamente a glória que há em Jesus (2 Coríntios 3:18). Há duas coisas que veremos olhando na face de Cristo. 

Primeiro de tudo, o que não somos. Nunca de fato os homens sabem quão profunda sua impiedade tem sido enquanto não olham com honestidade na face de absoluta santidade e justiça, que não viveu em isolamento celestial mas na suja realidade da carne humana. É uma experiência atemorizadora, mas absolutamente necessária para nossa transformação. Como jamais poderemos ser diferentes enquanto não soubermos quão desesperadamente precisamos sê-lo?

A segunda coisa que veremos na face de Jesus é o que podemos ser. Seja quanto for que sua santidade nos fez ver em nossa impureza, seu amor nos encherá ao mesmo tempo com uma visão do que sua graça e poder podem fazer-nos. Temos que ser "transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito" (2 Coríntios 3:18).

E finalmente, precisamos ser no mundo o que Cristo tem sido em nós como o fermento da eternidade, sempre crescendo, expandindo, mudando-nos. As pessoas poderão ver o que pode acontecer com elas observando o que aconteceu conosco (Mateus 5:13-16).

Que a beleza de Cristo se veja em mim,
Todo a sua bondade e amor sem fim!
Oh! Que todo o meu ser possa se converter!
Que a beleza de Cristo se veja em mim!


                                                             por Paul Earnhart






segunda-feira, 11 de maio de 2015

Jesus, sempre Senhor da situação, emenda a orelha de Malco

(foto apenas ilustrativa)
Ele os viu chegar. Tochas em movimento, entre as árvores, à medida que a multidão avançava a seu encontro. O coração dele deve ter batido mais forte, e a adrenalina deve ter acelerado enquanto pensava: "É agora!" O inimigo havia chegado, orquestrado pelo antigo Grande Dragão. O seu tempo havia chegado.

Ele tomou à frente dos discípulos, todos confusos, ainda em estado de sonolência por dormir pouco e pelo muito estudo. Jesus, naquelas últimas horas, havia insistido com eles, tentando passar o ensino que lhes guiaria por toda a vida. Erguendo-se do chão que usaram de cama, eles depararam com uma multidão unificada formada de vários membros: soldados do templo, judeus livres, e escravos, todos enviados para pegar Jesus em flagrante, aproveitando a escuridão daquelas horas.

Quando ficou claro que Judas tinha vindo para trair a Jesus, entregando-o a seus inimigos, os discípulos começaram a se agitar. Eles pegaram as duas espadas para defender o seu Mestre. Duas espadas contra várias outras, mas estavam mostrando uma coragem que não voltariam a mostrar até no Pentecostes, dois meses depois (quando acusariam os seus irmãos de haverem crucificado o Filho de Deus). 
Pedro, como de costume, colocando o coração à frente da razão, partiu para o ataque. Ele manejou sua arma contra as fileiras diante dele, com a intenção de mutilar ou matar. Os homens se espalharam, fugindo de seu ataque impulsivo. Provavelmente os soldados desembainharam as espadas, as quais empunharam em defesa própria. Era inevitável que houvesse derramamento de sangue.

Um infeliz servo do sumo sacerdote foi um pouco lento para evitar a espada de Pedro. Ele moveu a cabeça para o lado, e o aço escorregou pelo seu rosto, cortando fora com perfeição a sua orelha direita.

Sua reação normal seria pôr a mão sobre a ferida em formato de concha, depois examinar a mão. O sangue jorrando em excesso certamente o fez cair de joelhos, vasculhando no escuro pelo chão a orelha perdida. Fico pensando se alguém disse alguma coisa enquanto ele soluçava, gritava e choramingava em dor e pânico.

Então o maravilhoso Jesus, sempre Senhor da situação, abaixou-se para tocar e emendar a orelha. Ele uniu novamente a orelha à cabeça; o sangramento se estancou, e o homem estava inteiro de novo.

Não posso entender por que Mateus (26:51-52) e Marcos (14:47) dedicaram tão poucos versículos a essa história fascinante e nem sequer mencionaram a cura. João (18:10-11) forneceu detalhes como o fato de que tinha sido Pedro quem atingiu, e Malco quem foi acertado. Mas ele, também, omite o milagre. Somente Lucas (22:47-51), o médico (que naturalmente se sentiria atraído por um milagre médico dessa natureza), nos conta acerca da cura.

Enquanto eu escrevia este artigo, um jovem, claramente acabado, entrou em meu escritório. Seu carro tinha se superaquecido, sua noiva havia desistido de casar e ele estava tentando ir para casa, em Atlanta. Pouco dinheiro, menos maturidade, nenhuma sorte. Normalmente, eu pensaria: "A culpa é sua; você plantou, agora você colhe". Mas essa história me deteve.

Malco era um homem que se achava na multidão errada, defendendo a causa errada, envolvendo-se com pessoas erradas. Ele merecia perder a cabeça, e não a orelha.

Mas Jesus lhe demonstrou compaixão. Compaixão que desejo ardentemente demonstrar para com os meus inimigos, e para com o estranho. Compaixão e perdão são duas características marcantes da vida de Jesus. Deus, ajuda-me a ser como ele.

Levei Chris a um mecânico e, espero que ele esteja de volta no caminho para casa. (Liguei para o mecânico e ele está.) Pode ser que ele me esqueça, mas espero que não se esqueça do Homem que compartilhou comigo um pouco de sua compaixão. Será que toda vez que Malco mexesse a orelha, se lembrava de Cristo?

                                                               -por Ralph Walker-




domingo, 10 de maio de 2015

Os filhos escutam e observam tudo que fazemos

Aqueles de nós que somos pais somos sempre cientes daqueles olhos e ouvidos observando e escutando tudo que fazemos e falamos.

Que Deus possa nos ajudar a viver de tal forma que cheguem mais perto de Deus pelo nosso exemplo, da forma como Jesus nos exortou a viver:


“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” - Mateus 5:14-16


trecho da meditação escrita por Mary Rita Schilke Korzan - é do livro "Stories For The Heart" (“Contos Para O Coração”)

Se agrada a Ti Senhor, que seja feito!

Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua. — Lucas 22.42

Algumas pessoas têm vontades perversas facilmente identificáveis porque não toleram oposição. Outras têm um outro tipo de vontade que parece ser boa, mas é maligna e pode ser reconhecida por seu fruto – impaciência. Se uma vontade verdadeiramente boa for obstruída, diz: “Ó Deus, eu pensei que o que eu queria fosse bom. Se não deve acontecer, estou satisfeito. Que a tua vontade seja feita”. Onde há conflito e impaciência não há nada bom – não importa quão bom possa parecer.

Além desses dois tipos de vontades malignas, há ainda uma vontade boa que Deus não quer que realizemos. Essa é a vontade de Davi quando quis construir um templo para Deus. Deus o louvou por isso, porém não permitiu que acontecesse (2Sm 7.2-29). Esse tipo de vontade é, também, o que Cristo teve no Jardim do Getsêmani. Apesar de boa, sua vontade precisou ser deixada de lado (Lc 22.42). Assim, se você quiser salvar o mundo inteiro, ressuscitar os mortos, enviar a si mesmo e a outros para o céu e realizar milagres, precisa, primeiro, procurar a vontade de Deus e submeter a sua própria vontade à dele. Você deve orar: “Querido Deus, isso ou aquilo me parece bom. Se agrada a ti, que seja feito. Se não, que permaneça sem acontecer”.

Frequentemente Deus quebra uma boa vontade para que uma vontade falsa, maligna, não penetre furtivamente, parecendo ser boa. Ele o faz para que aprendamos que mesmo que nossa vontade seja muito boa, ainda é imensuravelmente inferior à dele. Assim, nossa vontade boa inferior deve dar preferência à vontade infinitamente boa de Deus.

>> Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.



sexta-feira, 8 de maio de 2015

A Voz que Ouvimos

Todos nós ouvimos vozes. Não estou falando de um louco que imagina conversas, nem da noção de alguma voz sobrenatural que sussurra mensagens ao subconsciente. Ouvimos vozes quando damos atenção à influência de pessoas e idéias.


Davi escreveu: “Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos. Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniqüidade não há de ser descoberta, nem detestada” (Salmo 36:1-2). O triste fato é que muitos de nós ouvimos a voz da transgressão. Ela oferece o atraente fruto proibido, e promete a liberdade para pecar sem conseqüência. Apesar das abundantes advertências contra o pecado, ela tenta nos convencer que nosso caso será diferente. Nosso pecado não será descoberto e, afinal de contas, não é nada tão grave. Deus não nos castigará por alguns prazeres “inocentes” na vida. Ela pode até tentar nos convencer que o pecado trará benefícios, que seja a melhor escolha para nosso bem (cf. Gênesis 3:4-6). A voz da transgressão nos engana!

Provérbios capítulo 8 fala de uma outra voz que nos chama. A sabedoria é personificada neste capítulo, e ela levanta a sua voz e chama as pessoas a escutarem: “A vós outros, ó homens, clamo; e a minha voz se dirige aos filhos dos homens.... Ouvi, pois falarei coisas excelentes; os meus lábios proferirão coisas retas. Porque a minha boca proclamará a verdade; os meus lábios abominam a impiedade.... Melhor é o meu fruto do que o ouro, do que o ouro refinado” (Provérbios 8:4,6,7,19). 

A sabedoria se baseia no temor do Senhor (Provérbios 8:13). Como já observamos em Salmo 36:1, o ímpio foge deste temor e recusa ouvir a voz da sabedoria. “O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino” (Provérbios 1:7).

Para muitas pessoas, a busca da sabedoria de Deus parece uma tarefa chata e tediosa, enquanto os prazeres da carne e as atrações do mundo parecem interessantes e agradáveis. Decidimos ouvir uma voz e rejeitar a outra. Não se engane: a sua decisão terá implicações eternas!

– por Dennis Allan



segunda-feira, 4 de maio de 2015

A divina luz do Evangelho

Sucedeu, pois, que, ouvindo o rei as palavras do livro da Lei, rasgou as suas vestes  (2 Reis 22:11)

As obras realizadas por Josias na casa do Senhor levaram à descoberta do livro da lei. Embora fosse responsabilidade dos sacerdotes preservá-lo, o livro foi perdido e até mesmo esquecido (Deuteronômio 31:9, 26).

  a divina luz do Evangelho veio para iluminar as almas ignorantes.
No curso da história da Igreja, o grande despertar da Reforma trouxe as Sagradas Escrituras a um lugar de honra. Após séculos de escuridão na Idade Média, o Livro de Deus ressurgiu, traduzido para as línguas populares, impresso e distribuído ao redor do mundo. Não nos esqueçamos de ser gratos por isso. 

A leitura da Bíblia abriu os olhos de muitos para a ruína da cristandade. Porém, ao mesmo tempo, a divina luz do Evangelho veio para iluminar as almas ignorantes. Por isso a Palavra da Vida nos mostra não apenas o que Deus espera da humanidade e como o homem falhou completamente (o Velho Testamento), mas também nos ensina o que agora é proposto em Cristo, o novo Homem, e o que Ele cumpriu na íntegra (temas do Novo Testamento).

Se a Bíblia é um Livro que desvenda toda a nossa responsabilidade, ela também nos traz a mensagem da graça de Deus para os pecadores perdidos.

de: Boa Semente/Meditações Sobre o Livro de 2 Reis (Leia 2 Reis 22:8-20)