Nós temos a bendita esperança na Segunda volta de Jesus!!!

Tim LaHaye:
Estou no ministério do Senhor há 65 anos e tenho observado que aqueles que têm essa “bendita esperança” na Sua volta, [1Ts 4.13-18 - 1Co 15.50-58]  e aquelas igrejas que se posicionam e pregam sobre Sua volta como uma doutrina fundamental de sua vida e de sua igreja, possuem um fogo em seu coração para ganhar outros para Cristo.


Esta verdade tem um efeito sem precedentes sobre aqueles que lêem, estudam e pautam o curso de suas vidas através desses ensinos. Eles vivem uma vida mais evangelística e ficam na expectativa de se encontrarem com o Senhor nos céus. Um dia Deus dirá a Seu Filho, o Senhor Jesus, aquilo que o escritor de hinos cunhou em sua grandiosa canção sobre a Segunda Vinda: “Estes são os dias de Yahweh. (...) Filho, vá reunir os meus filhos!” 







(foto da internet)

O que diz a Bíblia a respeito da identidade do Espírito Santo?

Colocando de forma simples – a Bíblia diz que o Espírito Santo é Deus. A Bíblia também nos diz que o Espírito Santo é uma Pessoa, um Ser com mente, emoções e uma vontade.

O fato do Espírito Santo ser Deus é claramente visto em muitas Escrituras, incluindo Atos 5:3-4. Neste verso Pedro confronta Ananias em por que ele tinha mentido para o Espírito Santo, e a ele diz “não mentiste aos homens, mas a Deus”. É uma declaração clara de que mentir ao Espírito Santo é mentir a Deus. 


Podemos também saber que o Espírito Santo é Deus porque Ele possui os atributos ou características de Deus. Por exemplo, a onipresença do Espírito Santo é vista em Salmos 139:7-8: “Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também.” 

Em I Coríntios 2:10 vemos a característica de onisciência do Espírito Santo: “Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.”
Podemos saber que o Espírito Santo é mesmo uma Pessoa porque Ele possui uma mente, emoções e vontade. 


O Espírito Santo pensa e sabe (I Coríntios 2:10). 
O Espírito Santo pode se entristecer (Efésios 4:30). 
O Espírito intercede por nós (Romanos 8:26-27). 
O Espírito Santo toma decisões de acordo com Sua vontade (I Coríntios 12:7-11). 
O Espírito Santo é Deus, a terceira “Pessoa” da Trindade. Como Deus, o Espírito Santo pode verdadeiramente agir como o Confortador e Consolador que Jesus prometeu que ele seria (João 14:16,26; 15:26).


fonte: gotquestions




Dádiva histórica

Lucas 1:26 - E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré

A história do nascimento de Cristo é uma dádiva histórica. Todas as informações deixadas na Bíblia Sagrada nos enchem de gozo e de alegria, por revelar o coração de Deus e os seus propósitos para a humanidade.

Neste verso, fiquei surpreso com o fato de Deus ter enviado um anjo paza Nazaré, da Galiléia. Não era uma cidade querida, ou de boa fama, como lemos em João 1.46. Mas Deus tinha um propósito ali. O Senhor costuma usar as coisas que não são, para confundir as que são.

Não importa que você seja uma pessoa sofrida, pequena, e repleta de falhas. Você pode receber uma visita celestial que transformará sua vida!

Deus te abençoe!
Pastor Sérgio Fernandes




Servir ou dominar

"...E todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem, e presentemente já está no mundo." (1 João 4.3)

Senhorio de Cristo ou anarquia! Assim como Satanás disse no princípio: "...serei semelhante ao Altíssimo", do mesmo modo, nesse tempo do fim, ele tentará ser igual a Cristo e tomar o Seu lugar.

O senhorio do Senhor Jesus em sua vida pessoal capacita você a cumprir a verdadeira finalidade da sua conversão, que é servir ao Deus vivo. Assim também podemos formular de outra maneira a alternativa – senhorio de Cristo ou anarquia: servir ou dominar. 

O que, na verdade, significa servir? 
Nada menos do que a entrega de si mesmo em favor de outra pessoa! O que significa dominar? Auto-afirmação às custas de outros! O aparente dominador foi vencido pelo servo! Isso o próprio Senhor nos disse: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo."

Todo e qualquer orgulho e tentativa de auto-afirmação é um rebaixamento da sua personalidade. E, servir traz poder em si? Sim, pois servir é exercitar o domínio vitorioso de Jesus nas nossas vidas! Vemos isso na cruz do Calvário. O Servo venceu o dominador cruel por meio da entrega da Sua própria vida.

 por Wim Malgo



Lutar ou Fugir


A resposta "lutar ou fugir" é uma reação instintiva acionada quando uma pessoa enfrenta perigo. Vem uma explosão de adrenalina enquanto o coração bate mais rápido, capacitando a pessoa a ficar firme e lutar ou a virar as costas e correr. Independente da decisão instantânea, seja lutar ou fugir, o resultado desejado é a sobrevivência.

Esta reação é dada para a nossa segurança física. E como fica a segurança espiritual? Através da Bíblia, Deus mostra ocasiões em que se deve ficar firme e lutar, e outras situações em que se deve sair correndo o mais rápido possível.

A luta. Paulo disse para Timóteo: "Combate o bom combate da fé" (1 Timóteo 6:12; 1:18). A batalha de Paulo, porém, não foi com espadas e lanças. Ele lutou contra "muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição" (1 Timóteo 6:9). Esta é uma batalha mental e espiritual. A chave para vencer esta guerra é controlar todos os desejos, pensamentos e atos.

A fuga. Quando é a hora de fugir? Cada um tem suas próprias fraquezas. Deve-se fugir das situações que conduzem às tentações nas áreas mais vulneráveis na própria vida. Paulo disse a Timóteo: "Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor" (2 Timóteo 2:22). Em tais situações, deve se salvar e, às vezes, salvar a própria família da maldade, da mesma maneira que Ló escapou de Sodoma. Infelizmente, ele não fugiu a tempo para salvar sua mulher, que olhou para trás com saudades da cidade, a cidade perversa e corrupta, e perdeu a sua vida.

Essa é uma guerra para a sobrevivência espiritual. É uma batalha em que não há desgraça em fugir do adversário. Porém, devemos ser leais ao vencedor. Este é o fato maravilhoso sobre esta guerra: ela já foi vencida!


                                                                - por Timothy Richter


O que esperar de bom em dias maus? A misericórdia do Senhor!


“Os dias em que vivemos são maus...” (Ef 5.15-17)



Como é real e aplicável aos dias atuais esta declaração do Senhor! Refletindo sobre a vida, não foi difícil encontrar subsídios que materializam esta triste verdade. O povo do Senhor não está isento dos muitos problemas que assolam a população brasileira. É a condição financeira que entra em colapso, impossibilitando honrar os compromissos; o emprego que não existe; a violência; assaltos; filhos problemáticos e rebeldes; casamento que não funciona; drogas; sexo; inimizades dentre outros que compõe uma longa lista.

As conseqüências são as mais diversas possíveis, a começar pela fé que abalada, escancara a porta principal da vida para o desespero, perde-se por completo a visão da soberania de Deus; transformados em homens comuns, são despidos da esperança, vazios, desafeiçoados, irritados, ranzinzas, maldizentes, faltos de amor, cegos; carnais... Derrotados!


“Os dias em que vivemos são maus...”


Mas, será que esta situação desastrosa justifica a aparente derrota? É evidente que não! Afinal o Senhor chamou homens fortes para compor um exército de vencedores que andam sobre as dificuldades, no entanto, não se deixam tomar por elas (Is 40.31); estrangeiros de passagem por uma terra na qual são odiados e perseguidos pelo rei das trevas (Mt 24.9; 1Pe 2.11). 


O que esperar de bom então em dias maus? A misericórdia do Senhor! 

Os filhos de Deus foram provados de muitas formas, mas, firmes ficaram e foram aprovados. 


“...Outros foram torturados até a morte; eles recusaram ser postos em liberdade a fim de ressuscitar para uma vida melhor. Alguns foram insultados e surrados; e outros, acorrentados e jogados na cadeia. Outros foram mortos a pedradas; outros, serrados pelo meio; e outros, mortos à espada. Andaram de um lado para outro vestidos de peles de ovelhas e de cabras; eram pobres, perseguidos e maltratados. Andaram como refugiados pelos desertos e montes, vivendo em cavernas e em buracos na terra. O mundo não era digno deles!”. (Hb 11.35-38)



                                                                              Pr Elias R. de Oliveira 




A mágoa é autodestrutiva

Ferimo-nos a nós mesmo quando nutrimos mágoa por alguém. Guardar mágoa no coração é como beber veneno pensando que o outro é quem vai morrer. Quem guarda mágoa no coração vive amarrado pelas grossas correntes da culpa. Quem vive nessa masmorra adoece emocional, física e espiritualmente. 

Há muitas pessoas doentes porque se recusaram a perdoar. 
Na igreja de Corinto havia pessoas fracas, outras doentes e algumas que já estavam mortas em virtude de relacionamentos adoecidos (“Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo.” 1Co 11.3). Tiago ordena os crentes a confessarem seus pecados uns aos outros para serem curados (“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” Tg 5.16). Há muitas pessoas vivendo cativas no calabouço do diabo, prisioneiras do ódio, acorrentadas pela mágoa, cuja vida espiritual está arruinada. Gente que precisa ser liberta dessa prisão existencial, desse cativeiro espiritual.
[...]
Chegou a hora de raiar a liberdade em sua vida. A Palavra de Deus liberta: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8.32). Jesus Cristo liberta: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36). É hora de sair do cárcere que prende a sua alma com as grossas algemas da mágoa. É hora de experimentar a liberdade do perdão. É hora de tomar posse da vida abundante que Jesus lhe oferece!

                       trecho do texto de Rev. Hernandes Dias Lopes


Amor que me guia, entende, respeita e impulsiona

Sentado aqui agora, horas que se vão ao relógio: tempo. Tempo que nos conduz para mais uma mudança rumo a um caminho que ainda reservará novos desafios, encontros e a inspiração que dará o tom, a continuidade de uma história e suas pinceladas em tons de cinza e cores vibrantes. As emoções e sentimentos vão e vem trazendo lembranças, reavivando sonhos e enchendo o coração pulsante de esperança.

O tempo tem se permitido abrir momentos onde experimentei alegrias de celebrações que uniram amigos queridos, encontros com uma juventude engajada no servir e desejando viver um Cristianismo de dentro para fora, visitas de pessoas queridas, amizades que apenas iniciaram uma construção duradoura e o mais importante palavras inspiradoras e cheias de uma força bem desenhadas em pequenos pedaços de papel.

A cada término e novo início é tempo de parar, se autoanalisar, reafirmar convicções, desconstruir e perceber que a obra em nossa vida continuará sendo edificada em uma base sólida: o amor. Amor que me guia, entende, respeita e impulsiona afinal de contas a vida continua. Continuar por continuar seria diminuir a vida a uma insignificante contagem de dias esperando o fim. Não me permito dar um ponto final, no máximo umas interrogações frente às perguntas respondendo com coragem, humildade e significância.

Significado ao chamado que nos enxerga como peças importantes nesse tabuleiro onde caminhar e enfrentar adversários é alcançar não a outra extremidade e a vitória pessoal, mas sim o cumprir do resgate pessoal e coletivo.

Por fim, opa não seria recomeço? A vida tem me ensinado e me levado a me entender melhor a cada dia, a lutar contra meus próprios planos e construções, percebendo o quanto fraco sou. Não se intimide, não corra de você mesmo, a coragem está no ato de se desarmar, se reconhecer e se lançar a cada novo dia nesse tempo e nessa história, um mundo que precisa dos “fracos” para mostrar a fonte de todo poder.

Quero e buscarei isso todos os dias até que as cortinas sejam fechadas, as luzes se apaguem e o amanhã não me acorde com um novo desafio.

                              por • Jeverton “Magrão” Ledo - missionário e pastor de jovens.


Tire as Sandálias, A adoração é uma ocasião santa.

Um pastor estava cuidando das suas ovelhas quando ele viu algo incrível: uma sarça pegando fogo que não se consumia! Quando chegou mais perto para investigar ele ouviu uma voz do meio da sarça o chamando pelo nome. A voz então disse, “Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êxodo 3:5). Aquele pastor era Moisés, e a voz na sarça era a de Deus. Nesta cena extraordinária aprendemos uma lição muito necessária sobre adoração. 


A adoração é uma ocasião santa. Quando adoramos a Deus deixamos o que é mundano e trivial para chegarmos diante do único, verdadeiro Deus vivo! De fato, quando nos aproximamos do Criador, seja na adoração pública ou particular, temos que entender a seriedade e gravidade da ocasião. Estamos entrando em um espaço santo. Estamos pisando em terra santa!

Quando Moisés levou seu povo de volta às montanhas onde Deus apareceu a ele na sarça, os filhos de Israel tremeram perante Deus. Quando ficaram no pé da montanha e sentiram-na tremer, vendo a fumaça subir dela, e ouvindo o clangor da trombeta e a voz de Deus, disseram a Moisés, “Fala-nos tu, e te ouviremos; porém não fale Deus conosco, para que não morramos” (Êxodo 20:19). Entendemos que é isso que estamos fazendo quando adoramos? Entendemos que estamos envolvidos em algo que é mais alto e mais santo do que aquilo que ocorreu no Sinai? 

Como filhos de Deus sob a nova aliança, chegamos ao “monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia e igreja dos primogênitos arrolados nos céus, e a Deus, o Juiz de todos” (Hebreus 12:22-23). Considerando a magnitude destes fatos incríveis, o escritor de Hebreus orou que possamos ter graça, “pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12:28-29).

Ouçam, queridos leitores, ao que vos digo agora: o Senhor não é nosso colega, e Deus não é nosso amiguinho... ele é Deus! Deus é Deus e nós não somos nada! Somos mortais comprados com sangue que receberam o privilégio de nos aproximarmos de nosso Criador em adoração! Nós somos pecadores não merecedores que recebemos o direito através do sangue do nosso Salvador de ficar perante o Rei dos reis e Senhor dos senhores! Nunca podemos esquecer quem somos e quem ele é quando chegamos perante seu trono! Então quando adorarmos, que possamos ficar de joelhos e tirar nossas sandálias, pois o lugar que estamos é terra santa!

                                                                   –por David Maxson


(foto encontrada na web)

Os Corações que Nada Sentem

“Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca” (Apocalipse 3:15-16)

A condição mais desesperada do coração humano é aquela na qual não sentimos nada, nem a respeito de Deus. Se nós absolutamente não pudéssemos sentir mais nada, estaríamos além de qualquer esperança.

A linguagem mais forte nas Escrituras é reservada para os fracos de coração, aqueles que simplesmente não ligam para Deus, por bem ou por mal. Por este motivo é triste observar que o nosso mundo é um mundo que está se tornando cinzas. A vida moderna é quase totalmente definida pela indiferença e tédio que nos anulam. 

Enfeitados da maneira que somos, a maioria das doenças sociais mais agudas são sintomas de um vazio crônico do coração. Nós nos tornamos, como T.S. Eliot disse, “homens vazios”. E este vazio, o nada que vem do cansaço do mundo, é assustador em sua implicações. Jamais estamos mais próximos do inferno do que quando os nossos corações não sentem...nada.

Muitas vezes pensamos no coração “endurecido” como um que é raivoso e desafia a todos pela vontade própria. Mas o coração mais duro de todos é aquele que não sente mais nada, nem o ódio. Deus nos deu corações que foram feitos para responder. Quando não fizerem mais isto, quando os sentimentos naturais de amor e gratidão não são sentidos nem pelos atos de Deus, estamos em grave perigo. É bom sermos alertados a respeito daqueles que são “sem afeição natural” (Romanos 1:31) e aqueles que estão “insensíveis” (Efésios 4:19). Estes termos podem parecer extremos, porém é assim que todos nós estamos nos direcionando se não deixarmos os nossos corações respondermos a Deus da maneira que deveriam.

Uma das frases mais memoráveis na Bíblia se encontra em Hebreus 4:15. Aí diz que Cristo, como o nosso Sumo Sacerdote, pode “compadecer-se das nossas fraquezas”. Este é um pensamento incrível. Jesus Cristo se compadece das nossas fraquezas e se aproxima de nós com amor. Mas o que nós sentimos? Em direção de quem nós nos movemos? Experimentamos a nossa fé como algo que pode se acreditar intelectualmente e sentir emocional-mente? Se os nossos corações não sentem nada, “já é hora de vos despertardes do sono” (Romanos 13:11). É mais tarde do que pensamos.



No mundo é chamado de tolerância, mas no inferno é chamado de desespero....
O pecado que acredita em nada, interfere em nada, goza de nada,
Odeia nada, acha propósito em nada, vive por nada,
E permanece vivo porque não há nada para o qual morreria.(Dorothy Sayers)


–por Gary Henry

O grande e desesperador problema de muitos cristãos

Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne, foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória." (1 Timóteo 3.16)

O grande e desesperador problema de muitos cristãos é que eles nem conhecem a Jesus. Na realidade, eles O conhecem de nome, da pregação, mas não O conhecem segundo a Sua natureza. Mas para aquele que reconheceu o Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, em seu íntimo, o discipulado se transforma em alegria e glória mesmo que seja através de dificuldades. Até em alguns dos discípulos encontramos esse lado trágico de não conheceram verdadeiramente o Senhor Jesus, pois Ele diz, por exemplo, a Filipe: "Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido?" 


Em nossa vida pessoal atentemos para a afirmação do Senhor: "...onde eu estou, ali estará também o meu servo." E qual foi o primeiro lugar em que Ele esteve quando veio a este mundo? Em Belém! Sua vida começou com renúncia, na simplicidade de uma manjedoura. E onde terminou Sua vida terrena? Na mais profunda renúncia e nos maiores sofrimentos na cruz do Calvário! Ali ninguém quer procurá-lO e achá-lO, mas é justamente ali que devemos reconhecer a Jesus, justamente ali Ele se revela a nós!

por Wim Malgo


Amor é uma Decisão


Quando olhamos para o amor de Cristo, fazemos uma descoberta maravilhosa. O amor é mais uma decisão do que uma emoção. Amor como o de Cristo aplaude comportamento bom. Ao mesmo tempo, o amor como o de Cristo recusa endossar mau comportamento. Jesus amou seus apóstolos, mas ele não ficou calado diante da falta de fé deles. Jesus amou as pessoas no templo, mas ele não ficou parado quando eles demonstraram hipocrisia.

O amor faz o que é melhor para a pessoa. O marido traidor diz à esposa “Se você me amasse, você esqueceria o que aconteceu e me deixaria voltar para casa.” Isso pode não ser a verdade. O amor faz o que é melhor para uma pessoa. O amor coloca limites e busca conselhos.

O amor de Cristo não é nenhum sentimento adocicado – mas uma resolução do coração em fazer o que é melhor para a outra pessoa. Às vezes isso significa morrer numa cruz!



fonte: Devocional Diário/Max Lucado

Tradução de Dennis Downing

Em Inglês: “Love is a Decision”



Impaciência humana

Salmos 40:1 - ¶ [Salmo de Davi para o músico-mor] Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. 

No mesmo Salmo que começa com esperança, Davi termina, clamando "meu Deus, não te demores". O primeiro verso exclama: "Esperei com paciência no Senhor, Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor" (Salmos 40:1).

Ninguém pede aquilo que já possui. O Salmo 40 descreve profundamente a luta entre nossa característica humana de tempo, contra a incompreensível natureza divina da eternidade. É por isso que esperar incomoda tanto. É por isso que, quando esperamos, nós o fazemos com impaciência. E é por isso, também, que nossos angustiados olhos da impaciência não percebem o Senhor que se inclina para nós e que já ouviu o nosso clamor...

Há duas coisas, diz o salmista, que podem nos aliviar de nossa impaciência, em atitude de espera no Senhor. A primeira é crer que, segundo a Sua palavra, Ele sempre se inclina para nós. Ele se inclinou para nós na manjedoura. E, também, na dureza da cruz. E, paternalmente, no envio do consolador. A segunda coisa é crer que Ele já "ouviu o meu clamor".

Não foi isso que disse Jesus, quando nos afirmou que o Pai sabe, "antes que nós o peçamos"?. A única saída, então, para nossa impaciência humana é vivenciar a realidade das promessas eternas.

___________  mensagem de Pr. Olavo Feijó


Agradecemos por livramento do pecado, bênçãos recebidas e a proteção divina.

Como muitos dos outros, Salmo 66 traz uma rica mensagem de louvor. Chama todos a adorarem a Deus por seus tremendos feitos e pela grandeza do seu poder. O salmista convida todos a examinarem as evidências da grandeza de Deus: “Vinde e vede as obras de Deus: tremendos feitos para com os filhos dos homens!” (versículo 5), o mesmo convite que seria repetido séculos depois por Filipe quando chamou Natanael a conhecer Jesus (João 1:46). Entre as obras citadas no Salmo 66 há a salvação dos israelitas no mar Vermelho, a chegada à terra prometida, o domínio de Deus sobre as nações e a proteção dada aos fiéis (versículos 6-9). São temas importantes e comuns nos Salmos.

Nós, também, agradecemos por livramento do pecado, bênçãos recebidas e a proteção divina. Mas quando foi a última vez que adorou a Deus porque ele deixou homens cavalgar sobre a sua cabeça? Alguma vez agradeceu porque Deus deixou você cair numa armadilha, ou sofrer provações e opressões? 

Normalmente, agradecemos pelas coisas agradáveis e pedimos livramento da dor. Mas o autor do Salmo 66 agradece, também, por opressões e provações dolorosas: “Pois tu, ó Deus, nos provaste; acrisolaste-nos como se acrisola a prata. Tu nos deixaste cair na armadilha; oprimiste as nossas costas; fizeste que os homens cavalgassem sobre a nossa cabeça; passamos pelo fogo e pela água” (versículos 10-12). Motivos de adoração e agradecimento? Sim, porque o salmista entendeu que as provações e a purificação foram necessárias para chegar ao alvo principal de todos os servos de Deus. 

Ele continua no versículo 12: “...porém, afinal, nos trouxeste para um lugar espaçoso”. Este autor entendeu que o sofrimento faz parte da purificação necessária para ter comunhão com o Deus puro e santo. Ele sabia que “o Senhor corrige a quem ama” (Hebreus 12:6) e que precisamos nos purificar para ficar na casa de Deus (2 Timóteo 2:19-22).

Ao invés de sempre procurar livramento do sofrimento, devemos buscar verdadeira purificação de todo pecado, pois a impureza impede a comunhão com Deus.

–por Dennis Allan

Glória a Deus

Só os que sofrem como cristãos são abençoados, não os que sofrem por agirem mal. Se sofremos por causa do nosso testemunho cristão, ou porque defendemos a justiça, não há motivo para ficarmos envergonhados. 
Deveríamos nos lembrar das palavras de Jesus a Pedro em João 21:13 (Deus seria glorificado através do sofrimento dele). Não devemos nos envergonhar de ser condenados por juízes corruptos, podemos manter as cabeças erguidas e dar glória a Deus. Nossa disposição ao sofrimento e o fato de que nosso compromisso com Cristo é a única acusação, traz honra a Deus.

            Antonia Leonora van der Meer




A cólera é vento que apaga a lâmpada da razão

Remoer pensamentos sobre injustiças ou injúrias. Alimentar pensamentos tristes sobre suas próprias dores é como incubar ovos que produzirão serpentes. Saul evidentemente se remordeu bastante depois que foi rejeitado por Deus como rei de Israel. Ele ficou irado quando a Davi foi dado maior honra do que a ele, e tinha Davi de olho desse dia em diante (1 Samuel 18:8-9).

O remoer sua cólera contra Davi levou a briga aberta. Saul fez tentativas de matar Davi. Sua cólera acendeu-se contra seu próprio filho Jônatas, porque ele favorecia Davi (1 Samuel 20:30). Nenhuma injustiça tinha sido feita a Saul, mas remoer seu descontentamento levou sua ira ao ponto de conflito. Há quem nunca aprenda a sofrer injúria graciosamente. Tornam encolerizados, e seu remoer condensa a cólera até que irrompa em briga.
[...]

A cólera é pedra atirada num ninho de vespas; é vento que apaga a lâmpada da razão. E, tão certo como bater o leite produz manteiga e espremer o nariz faz sangrar, forçar ou pressionar a ira produz contenda.

­                                           trecho do texto de Irvin Himmel

(foto da Internet)


Que o Senhor nos ajude a medir nossas palavras!

Palavras ditas com pressa freqüentemente ferem. "Alguém há cuja tagarelice é como pontas de espada, mas a língua dos sábios é medicina" (Prov.12:18). Precisamos sempre pensar antes de falar, porque quando falamos impulsivamente metemo-nos em apuros e criamos conflitos. 

Precisamos não ser apressados na discussão: "Não te apresses a litigar, pois, ao fim, o que farás, quando o teu próximo te puser em apuros?" (Prov.25:8). E temos que ser cuidadosos em não fazer promessas apressadas ao Senhor uma vez que ele espera que todos os nossos compromissos sejam cumpridos: "Laço é para o homem o dizer precipitadamente: É santo! É só refletir depois de fazer o voto" (Prov.20:25). 

É tão fácil comprometermo-nos sem refletir seriamente no que será exigido para cumprir o voto! 

Há poucas coisas mais perigosas do que uma língua solta. Em Provérbios, o cúmulo da estupidez é o insensato. Mas até o insensato é superado por duas classes de pessoas: o homem orgulhoso (veja 26:12) e o falador impulsivo: "Tens visto um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o insensato do que para ele" (Prov.29:20). Que o Senhor nos ajude a medir nossas palavras!


___________ por Gary Fisher


Teoria sem prática, não vale nada

por Wim Malgo

"Nunca mais", dizemos diante da face do Senhor em oração, e eis que logo depois fazemos o mesmo erro outra vez. "Nunca mais, Senhor, quero cometer este pecado", mas, no fundo, não abandonamos justamente esse pecado, e continuamos preso a ele. 

Por que será que seguidamente prometemos muitas coisas ao Senhor, mas não as cumprimos? 
Porque nossas decisões foram tomadas na esfera dos sentimentos. 

Nada é mais volúvel e inconstante do que os nossos sentimentos. Por isso logo esquecemos o Senhor e esquecemos mais ainda aquilo que dissemos e prometemos a Ele. "Pois bem", você diz, "a culpa não é minha, afinal, eu sou assim mesmo". Isso não é desculpa! Você pode ser instável e esquecido, mas não precisa continuar sendo instável por toda a vida. 

O Senhor deu a você uma arma potente e maravilhosa para libertá-lo dessa maneira emotiva de ser: a espada da Palavra de Deus que separa alma e espírito. Mas uma coisa deve ser enfatizada: a concordância apenas teórica com a Palavra de Deus não produz o efeito esperado. Mas quando praticamos o que diz a Palavra, nossas promessas e votos diante da face de Deus adquirem peso eterno.

"Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu na terra; portanto sejam poucas as tuas palavras." (Eclesiastes 5.2)
 
 
 

Maravilhoso hino, "Ele mesmo"

A.B.Simpson (1844-1919), (fundador americano da CMA, um movimento
missionário mundial) passou os anos iniciais de sua vida procurando por
experiências, mas estas não o satisfizeram. Então escreveu o
maravilhoso hino com o título “Ele mesmo”, cuja primeira estrofe e coro
dizem:

Antes era a bênção, agora é o Senhor.

Antes era a emoção, agora é Sua Palavra.

Antes queria Seus dons, agora me alegro no Doador.

Antes eu buscava a cura, agora a Ele somente.

Tudo em tudo e para sempre, Jesus!
Eu quero cantar: 
Tudo em Cristo,
tudo é Cristo!

William MacDonald
 

“Eu estou vendo o céu aberto!”

Estêvão exclama: “Olhem! Eu estou vendo o céu aberto!” (At 7.56, NTLH). No derradeiro momento da vida, esse fervoroso cristão vê o céu aberto e não a escuridão da maldade humana e da morte.

Há nuvens espessas e muito escuras que se colocam entre a criatura e o Criador. É uma espécie de véu que encobre Deus e as demais realidades. Isso infelicita muita gente porque os priva de Deus -- sem o qual a alma geme o tempo todo. É mais fácil e menos complicado crer em Deus do que não crer nele. No entanto, essa nuvem ou esse véu esconde do homem aquele por quem ele aspira sem saber.

Como entender a criação sem o Criador? Como entender a beleza, a ordem, a majestade, a funcionalidade, a imensidão das coisas criadas sem considerar a existência de Deus?

Como não crer em Deus se não há um povo sequer sem religião, em qualquer tempo e em qualquer lugar? 

Como não crer em Deus se até hoje o secularismo, o materialismo, o agnosticismo, o ateísmo e as ideologias, em separado ou todos juntos, não conseguiram apagar da mente humana a ideia de Deus? 

Como não crer em Deus se os escândalos, a perseguição e as guerras religiosas não foram suficientes para desacreditá-lo por completo? Como não crer em Deus diante do impasse da morte física e do mistério que a envolve?

O céu fechado não diz respeito apenas à incredulidade. Refere-se também à recusa em tratar Deus como Deus. Só depois de sujeitar-se resoluta e alegremente à soberania de Deus é que o ser humano pode exclamar: “Eu estou vendo o céu aberto!”.

____ trecho do texto de Ultimato/edição 329