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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Deus escolhe ser paciente


Deus é longânimo quando ele dá tempo para o pecador se arrepender. Deus seria perfeitamente justo se ele castigasse o pecador na hora, mas ele escolhe ser paciente.   


A longanimidade de Deus é vista nos dias de Noé, dando tempo para os homens se arrependerem (1 Pedro 3:20). Na época de Neemias, o povo reconheceu que Deus tinha sido muito paciente com seus antepassados (Neemias 9:29-30). 


Podemos ver esta mesma longanimidade em nossas vidas.

Se Deus castigasse cada pessoa no momento do seu primeiro pecado, o que teria acontecido conosco. Eu não estaria vivo para escrever este artigo, e quem estaria aqui na terra para lê-lo?

_______________ por Dennis Allan



Maria: Uma Testemunha Silenciosa do Cristo

                           

A posição de Maria, a mãe de Jesus, tem sido freqüentemente mal compreendida. Alguns a exaltaram à posição de rainha do céu, onde acreditam que ela funcione como uma mediadora, apresentando as petições dos fiéis. A Bíblia não oferece nenhum apoio a tal doutrina. Outros têm negado o significado ao seu papel como a única mulher na História que concebeu um filho sem um pai carnal. Negando o milagre do nascimento de Cristo, os incrédulos sugerem que Maria era uma mera mãe solteira.

No meio de tais idéias falsas a respeito da mãe de Jesus, é importante notar o poder de seu testemunho sobre seu filho. Numa hora em que quase todos os outros abandonaram Jesus, sua mãe permaneceu ao pé da cruz para ver seu primogênito morrer. Ela poderia ter bradado para admitir que a história de um nascimento virgem era uma mentira, e que seu filho era simplesmente um homem demente com uma noção errada de sua própria divindade. Mas Maria estava silenciosa. Ela permitiu que Jesus morresse porque ele cria -- como ela também -- que ele era o Filho de Deus.

A última menção de Maria, na Bíblia, é encontrada em Atos 1:12-14, onde ela estava reunida com outros discípulos depois da ascensão de Jesus. A mãe de Jesus era, agora, sua seguidora. Ela partilharia com outros crentes os riscos de ser contada como uma cristã, uma crente nesse homem que nasceu de uma jovem virgem, em Belém, 33 anos antes.

Sem pronunciar nenhuma palavra, a própria presença de Maria junto à cruz e, mais tarde, entre os discípulos, oferece um poderoso testemunho da divindade de Cristo. O único humano que conhecia de primeira mão sua origem era uma seguidora de Jesus. Ela não é para ser venerada como a Mãe de Deus, mas é para ser imitada como uma fiel filha de Deus e serva de Jesus.

-por Dennis Allan



sábado, 25 de outubro de 2014

A conseqüência natural das escolhas


O inferno, em última análise, não é algo que Deus tenha acrescentado ao destino dos incrédulos, mas sim a conseqüência natural das escolhas que eles têm feito. 

Há afinal somente duas espécies de pessoas: aquelas que dizem a Deus, faça-se a tua vontade, e aquelas a quem Deus diz, no final, faça-se a tua vontade. Todos os que irão para o inferno ali estarão porque escolheram contra a vontade e a misericórdia de Deus. 

E o que têm escolhido?

Eles têm escolhido afastar-se de Deus e de todas as suas qualidades. Isso significa que desde que Deus como Criador tem dado à vida o seu propósito e sentido, a vida no inferno será eternamente sem sentido e inútil. Será uma terra cinzenta e desesperada, destruída de esperança e sonhos.

E porque Deus é amor (1 João 4:8), o inferno será um lugar onde não haverá amor. Nele estará a miséria empilhada de todo o ódio, malícia, inveja e ciúmes que jamais houve. Não haverá nenhuma compaixão, nenhuma meiguice, nenhuma atenção, nenhuma preocupação desinteressada por outros; somente o choro ininterrupto de egoísmo.

E porque Deus é luz (1 João 1:5-6), o inferno será verdadeiramente um lugar de "trevas" -- ininterruptas e absolutas. Não trevas literais, físicas, mas as trevas da maldade, perversão e impiedade. O inferno será um lugar do qual toda a bondade terá sido expurgada. E lá não haverá, como aqui tem havido para os desobedientes e incrédulos, a luz refletida da bondade e justiça de outros. Serão trevas totais!

E é assim, que os que vão ao inferno terão recebido exatamente o que desejavam, que é ter posto Deus fora de suas vidas. Não haverão mais apelos divinos para mudar de rumo, não mais apelos para voltar à casa, somente o silêncio vazio de um mundo passado, negro e morto.
 _______________________por Paul Earnhart



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Deus fala por Cristo. Tudo o que Cristo fez foi manifestação de Deus.


Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho (Hebreus 1:1).



O Espírito de Deus diferencia entre o modo que Deus falou ou agiu no passado e agora. Antes da vinda do Filho, Deus falava através de outras pessoas. O povo de então recebia tais palavras de Deus por meio de profetas; mas agora já tivemos a manifestação do próprio Deus. O Filho de Deus veio em forma humana até nós.



Antes da vinda do filho, o nome de Deus era exaltado. Ele se apresentou a Abraão como o Senhor todo-poderoso, dizendo para que confiasse em Seu poder. Tempos depois, Ele se apresentou a Nabucodonosor como o Altíssimo Deus, elevado muito acima dos deuses de todas as nações. 


E há vários outros títulos que o Senhor usou para se apresentar à humanidade, todos gloriosos, sem dúvida. Mas nosso Senhor, a Palavra, magnificou a Si mesmo sobre todas as coisas.


A Palavra é a revelação de Si mesmo em todos os aspectos. Deus fala por Cristo. Tudo o que Cristo fez foi manifestação de Deus. Quem poderia curar o leproso a não ser Deus (Marcos 1:40)? Ou um cego de nascença? (João 9:7) Quem poderia ressuscitar um morto (João 11:43)?



E agora temos uma responsabilidade.


O Senhor Jesus disse: "Porque lhes dei as palavras que tu me deste" (João 17:8). Ele nos deu Suas palavras para sermos vasos de Seu testemunho. E as "palavras que eu vos disse são espírito e vida" (João 6:63).

______________por Chamada/encontre-a-paz


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A consolação divina é assim

2 Coríntios 1:4 - Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

Ultimamente, tenho adotado o título de pregador desmotivacional. Enquanto uma boa parte dos evangelistas que tenho visto por aí tem dito que "chegou o tempo de parar de sofrer", eu ainda anuncio, como o Mestre Jesus fazia, que "no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo (...)" (Jo 16.33). 

O sofrimento é uma parte natural do nosso discipulado. Mas podemos ter bom ânimo diante das aflições, porque Cristo venceu o mundo e nos fez filhos do "Deus de toda consolação" (2 Co 1.3). Consolar aqui significa "animar", "oferecer conforto". 

Eu vejo nessa afirmação bíblica a minha figura de pai me relacionando com minha filha. Quando ela se assusta, ou se machuca brincando, eu rapidamente a pego no colo e aperto contra o meu peito. Com esse gesto, estou dizendo para ela: "filha, fique tranquila, papai está aqui, vai tudo ficar bem". 

A consolação divina é assim. O Pai nos envolve com seu amor, e pela presença do Espírito, nos recorda que, embora os dias sejam trabalhosos, aguardamos um tempo em que o mal será banido do universo, e viveremos para sempre com Ele.

Deixa Ele te abraçar bem forte! 

Pastor Sérgio Fernandes/devocional-amoremcristro

O aprendizado, hoje, e no dia seguinte, e no outro...

Eu saberei o que Deus pretende? Se eu escutar, saberei. Uma menininha voltou do seu primeiro dia na escola. A sua mãe perguntou,

“Você aprendeu alguma coisa?” “Acho que não”, a menina respondeu. “Eu tenho que voltar amanhã e no dia seguinte e no outro...”
É assim com o aprendizado. E é assim com o estudo da Bíblia.

O entendimento vem um pouco de cada vez durante a vida toda. Tiago disse: “Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita, que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu, mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer” (Tiago 1:25).

A Bíblia não é um jornal para ser lida rapidamente, mas sim uma mina a ser explorada. Provérbios 2:4 diz para “procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido”.

E nós precisamos fazer isso hoje, e no dia seguinte, e no outro...

__________ por Max Lucado


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Discípulo humilde



O entendimento da relação do discípulo com o Mestre naturalmente criará em nós um respeito profundo pela vontade do Senhor. Enquanto outros defendem muitas práticas erradas, dizendo que Deus não as proibiu, o discípulo fiel examina com mais cuidado e percebe que a Bíblia não é um livro de proibição e, sim, de permissão. 

Ao invés de tentar justificar a sua própria vontade, o seguidor de Jesus se limita às coisas que Deus permite, as coisas autorizadas nas Escrituras. Ele percebe, pelo estudo da palavra, que não devemos ultrapassar o que Deus revelou, pois tal abordagem aumenta a arrogância ao invés de demonstrar a humildade de servos do Senhor (1 Coríntios 4:6). 

Pessoas egoístas seguirão a sua própria sabedoria e dirão que têm liberdade para tratar a Bíblia como uma mensagem "dinâmica" que se adapta à circunstância atual (Provérbios 14:12; Jeremias 10:23; 1 Samuel 13:12). Mas as pessoas espirituais mostrarão respeito maior para com Deus, sabendo que ele é perfeito e perfeitamente capaz de revelar sua vontade aos homens "uma vez para sempre" (Judas 3) para os habilitar "para toda boa obra" (2 Timóteo 3:16-17). 

O servo fiel entende que o Mestre Jesus recebeu autoridade para mudar a lei, fazendo o que não fora autorizado anteriormente (Hebreus 7:11-14). Mas o discípulo humilde jamais ousaria mudar a lei ou ultrapassar o ensinamento de Jesus (2 João 9).

__________ por Dennis Allan

(grifo meu)



Submissão ao Governo


Todos os cidadãos discordam de algumas políticas e práticas do governo, não importa em qual país moram. Em alguns países, o povo tem pouca voz nestas questões, enquanto outros permitem a participação limitada dos cidadãos nas decisões do governo. Reconhecendo divergências e até abusos de alguns governos, algumas pessoas incentivam a rebeldia dos cidadãos. Outros simplesmente apoiam a desobediência do povo às leis. O que a Bíblia ensina sobre a nossa atitude para com o governo? Há vários fatos e princípios revelados nas Escrituras que nos orientam.

1) Deus é soberano 

É comum observar atitudes de governantes que se acham soberanos, agindo sem nenhuma preocupação com a vontade divina. Alguns até procuram ditar princípios morais baseados na sua perspectiva política e não na palavra de Deus. Esta atitude é antiga, e nunca foi bem-sucedida. Um antigo rei do Egito desafiou o Senhor e foi humilhado por sua atitude (veja Êxodo 5:2 e continue lendo até o capítulo 14). Séculos depois, Deus ensinou uma lição importante para o rei da Babilônia: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer” (Daniel 4:32).

2) Governos humanos são ministros de Deus para manter ordem e castigar malfeitores 
    
Paulo escreveu: “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal” (Romanos 13:1-4).

3) Deus mandou que seus servos obedecessem à autoridade do governo.

Pedro disse: “Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem (1 Pedro 2:13-14).

4) Há um limite à nossa obediência aos governantes humanos
    
Sabendo que Deus ordenou estas autoridades, entendemos também que ele limita sua autoridade. Se uma ordem do governo entrar em conflito direto com a palavra de Deus, devemos lembrar que o Senhor é o soberano. Os apóstolos enfrentaram uma situação na qual foi necessária desobedecer às autoridades: “Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).

O seguidor de Jesus não precisa gostar das políticas do governo, e não precisa concordar com as opiniões das autoridades. Os trechos citados dos livros de Romanos e 1 Pedro foram escritos durante o reinado de Nero, um dos piores e mais cruéis dos imperadores de Roma. Mesmo assim, os apóstolos ensinaram a obediência ao governo. Por este motivo, devemos pagar os impostos exigidos, respeitar as leis que governam os negócios, o trânsito, a construção, etc.

Devemos ser modelos de cidadãos obedientes ao governo. Porém, se o governo mandar matar, mentir ou cometer qualquer ato imoral, devemos ter a coragem para desobedecer. E se o governo chegar ao ponto de negar o nosso direito de servir a Deus, de se reunir com outros que compartilham a mesma fé ou de pregar a palavra do Senhor, devemos falar o que Pedro falou: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”.

Nas situações normais, os cristãos devem ser alguns dos melhores cidadãos em qualquer pais, respeitando a lei e aqueles que exercem autoridade. Mas no caso de governos que procuram se exaltar acima do próprio Senhor, Deus continua soberano!

______________ por Dennis Allan



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Seguir o projeto do Senhor



O homem que tem bom sucesso na vida é aquele que permite a Deus dirigir seus passos em qualquer situação, como um membro do corpo espiritual de Cristo, a igreja, como um cidadão, um empregado e um esposo ou pai. 


No dia do Juízo Final, o Senhor não perguntará com que velocidade uma pessoa pode correr, a que distância pode chutar uma bola, quanto dinheiro acumulou através de negócios, ou mesmo quão famoso foi na vida. Cada um de nós será julgado pelo manual do sucesso do Senhor (João 12:48). 

A medida de nosso sucesso será como seguimos o projeto do Senhor para um homem piedoso. O mundo, certamente, mede os homens por um padrão diferente, mas é a Deus a quem devemos prestar contas.


_________ por Allen Dvorak




A Importância da Instrução


Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Deus frisou a importância da instrução dos pais para os filhos. Na época dos Patriarcas, Deus confiou na determinação de homens fiéis para repassar suas instruções às gerações posteriores. Ele disse sobre Abraão: “Porque eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo”(Gênesis 18:19). 

A confiança de Deus em Abraão não foi baseada na experiência deste homem como pai. Deus sabia que Abraão era fiel ao Senhor, e que faria o melhor possível como pai.

Quando Moisés resumiu a vontade de Deus para os israelitas, nas últimas semanas de sua vida, ele disse: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Deuteronômio 6:6-7).

Asafe, um dos salmistas de Israel, escreveu: “O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez” (Salmo 78:3-4).

O livro de Provérbios contém muito ensinamento prático dos pais para os filhos. Consideremos alguns versículos que frisam a importância de dar e receber esta orientação: 

“Ouvi, filhos, a instrução do pai e estai atentos para conheceredes o entendimento” (4:1); 

“Filho meu, atenta para as minhas palavras; aos meus ensinamentos inclina os ouvidos” (4:20); 

“Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe” (6:20); 

“O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe” (10:1); 

“O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedeor não atende à repreensão” (13:1); 

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (22:6).

O Novo Testamento, também, fala da importância da instrução pelos pais. Paulo comentou sobre a fé que Timóteo aprendeu da sua mãe e avó (2 Timóteo 1:5). O mesmo apóstolo escreveu: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6:4). 

O autor de Hebreus comentou sobre a importância da disciplina na instrução dos filhos (Hebreus 12:4-11). A Bíblia toda enfatiza a importância da educação dada pelos pais aos filhos.

______ por Dennis Allan


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O Grande Propósito!

O reinado do Rei Jesus continuará até que todos os que se rebelam contra o seu governo estejam debaixo de seus pés (1 Coríntios 15:20-28). 

O desfecho será um mundo novo, em que habita a justiça (2 Pedro 3:12) e a maldição trazida contra o mundo por causa do pecado do homem não mais existirá (Apocalipse 21:1 - 22:5). 

De fato, o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, reina, e concretiza o seu grande propósito. Aleluia!


___________________  por L. A. Mott, Jr.



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Deus sabe tudo!

Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço." Romanos 7.19
Essa não é a sua imagem? Você gostaria de vencer sua ira, seus vícios obscuros, seus pecados, mas não obtém vitória? Por que não? Porque sua entrega não é completa. "Sim", você diz, "bem que eu gostaria de viver totalmente para Jesus, mas não tenho forças."

Deus não espera força da sua parte, pelo contrário. Se você segue a Jesus, não se tornará forte de repente, mas continuará tão fraco como era antes. Mas mesmo assim é possível ter uma vida vitoriosa, pois a vitória do Senhor Jesus na cruz do Calvário é uma realidade.

Lá na cruz, Ele exclamou: "Está consumado!" Mas será que então, no momento em que você se decidir por Jesus, de repente você se tornará forte para vencer? Não, isso também não. Você continuará tão fraco como antes, e até se tornará mais fraco ainda. Mas por meio da sua decisão consciente você libera uma força que não tem em si mesmo, mas que está à sua disposição.

Após o seu sim total a Jesus fica à sua disposição todo o poder vitorioso de Jesus. Não olhe agora para os seus pecados, não olhe para a sua fraqueza. Deus sabe tudo! Ele sabe que tipo de criaturas somos. Também não olhe para as preocupações que pesam em seu coração, mas lance-se nos braços fortes de Jesus!

_________por Wim Malgo


O perdão se faz necessário sempre

"Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete." Mt. 18:21,22

Amigo(a) Talvez você tenha razões de sobra para a sua atitude de afastamento e retenção do perdão. Mas lembre-se: A vitória com certeza chegará a sua vida quando você derrubar esta parede de separação. 

Alguém disse “Que perdão é a habilidade de começar tantas vezes quanto forem necessárias” Uma das coisas que Jesus bateu mais de frente quando estava aqui nesta terra, foi contra os religiosos e hipócritas de sua época. 

Volta e meia Ele estava frente a frente com as pessoas que gostavam de fazerem intrigas e que traziam tantas perturbações, tanta falta de paz no meio das famílias. Que adianta ir a Igreja, cantar no coro ou pertencer a uma banda de louvor, ouvir os sermões do pastor, participar das celebrações e não ter a motivação de ter um coração limpo, um coração transparente perdoando e sendo perdoado.

Deus está em nossos dias e principalmente na família mostrando-nos que para alcançarmos a paz, a alegria, harmonia de pensamentos e comunhão com Deus e uns com os outros o perdão se faz necessário sempre, todos os dias, todas as horas, todas as pessoas, todas as situações. Somente com o coração livre, sem rancor, sem ódio é que teremos famílias abençoadas e felizes no Senhor.

trecho do texto de
por Pr. Nélson/ministeriocomfamilias



sábado, 4 de outubro de 2014

A ansiedade é enganadora



A ansiedade tem o poder de criar um problema que não existe – Muitas vezes sofremos não por um problema real, mas um problema fictício, gerado pela nossa própria mente perturbada. Os discípulos olharam para Jesus andando sobre as águas, vindo para socorrê-los e cheios de medo pensaram que ele era um fantasma.

A ansiedade tem o poder de aumentar os problemas e diminuir nossa capacidade de resolvê-losUma pessoa ansiosa olha para uma casa de cupim e pensa que está diante de uma montanha intransponível. As pessoas ansiosos são como os espias de Israel, só enxergam gigantes de dificuldades à sua frente e vêem a si mesmos como gafanhotos. Davi e os soldados de Saul. Todos vêem o gigante, Davi olha a vitória. Geazi olhou os inimigos e ficou com medo, Eliseu olhou com outros olhos.

A ansiedade tem o poder de tirar os nossos olhos de Deus e colocá-los nas circunstâncias A ansiedade é um ato de incredulidade, de falta de confiança em Deus. Onde começa a ansiedade termina a fé.

A ansiedade tem o poder de tirar os nossos olhos da eternidade e colocá-los apenas nas coisas temporaisUma pessoa ansiosa restringe a vida apenas ao corpo e às necessidades físicas. Jesus disse que aqueles que fazem provisão apenas para o corpo e não para a alma são loucos. John Rockefeller disse que o homem mais pobre é aquele que só tem dinheiro.


 [...]

No Reino de Deus você tem o que você dá e perde o que você retém. No Reino de Deus há ricos pobres e pobres ricos. A grande questão é onde está o nosso tesouro. Se ele estiver nas coisas, então iremos fazer um investimento errado e vivermos ansiosos. Mas se o nosso tesouro estiver no céu, no Reino de Deus, então, buscaremos esse Reino em primeiro lugar e viveremos livres de ansiedade para nos alegrarmos em Deus e deleitarmo-nos nele para sempre.

_________ parte do texto de  Hernandes Dias Lopes 

Orar como Daniel é CONTINUAR orando!

                                    Atalaias de Jesus Cristo



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A maravilhosa esperança

Que maravilhoso dia será o dia do Arrebatamento para todos os crentes que estiverem vivos, mesmo para aqueles que não acham que ele pode acontecer a qualquer momento. Será maravilhoso porque nossa salvação estará completa à medida que a Igreja perceber tudo aquilo pelo que temos aguardado, inclusive vermos o Senhor face a face pela primeira vez. 

A maravilhosa esperança do Arrebatamento para a Igreja deveria ser algo real na vida de todos os crentes, porque as epístolas se aplicam a nós hoje tanto quanto se aplicavam aos crentes quando elas foram escritas. Tal maravilhosa esperança é uma das principais razões pelas quais nós alegremente vivemos por Cristo hoje e priorizamos nossa vida tendo em vista os valores eternos, sabendo que temos “uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros” (1Pe 1.4) Maranata! 

__________por Thomas Ice

Concordemos de bom gosto

"Mas Deus prova seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Romanos 5.8

O Espírito Santo sempre aponta para Jesus, a prova viva do amor de Deus para conosco. 

Quando José, o filho predileto de Jacó, foi vendido por seus irmãos ciumentos a uma caravana de viajantes para o Egito, ele mal podia imaginar que Deus só tinha intenções boas e amorosas para com ele. Mas em José, que foi vendido por vinte moedas de prata, Deus nos mostrou a Jesus Cristo, que foi vendido por trinta moedas de prata milhares de anos mais tarde. Que profundo mistério profético: 

"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para o que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Isso Deus quer alcançar também em sua vida, levando você a dizer sim aos caminhos difíceis e às dificuldades que Ele permite acontecerem a você. 

Em outras palavras: por meio de você, Ele quer apontar para Jesus Cristo, e desta maneira revelar Seu insondável amor ao mundo à sua volta. Foi isso que Paulo quis dizer quando exclamou: "...meus filhos, por quem de novo sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós." 

Nessas palavras vemos que é nosso dever nos tornar de tal modo semelhantes a Jesus Cristo, que concordemos de bom gosto, com calma e alegria, com cada caminho em que Deus nos coloca, a fim de que o Seu amor seja manifesto.

________por Wim Malgo