Como se livrar da ditadura da carne


Se você quer colocar debaixo de seus pés a pecaminosidade latente, considere a proposta de Jesus Cristo: “Se alguém quer ser meu seguidor, que esqueça os seus próprios interesses, e seja pronto cada dia para morrer como eu vou morrer e me acompanhe” (Lc 9.23, NTLH). Tome, então, as seguintes providências:

Primeira - Aceite humildemente o diagnóstico das Sagradas Escrituras. Você é portador de uma doença moral grave, incômoda, persistente e incurável.

Segunda - Tenha misericórdia dos outros, pois o mal que os acomete é também o mal que você carrega dentro de si.

Terceira - Peça socorro a Deus. Diga como Paulo: “Que situação terrível, esta em que estou! Quem é que me livrará da minha escravidão a esta mortífera natureza inferior?” (Rm 7.24, BV). Ou como o salmista: “De onde me virá o socorro?” (Sl 121.1).


Quarta - Alimente o bem, e não o mal; o Espírito de Deus, e não a carne; o lado angelical, e não o lado diabólico; a natureza superior, e não a natureza inferior; o “Pequeno Ubaldo”, e não o “Grande Ubaldo”. Não veja, não ouça, não leia, não manuseie, não engula nada que estimule a pecaminosidade latente. Mas escancare os olhos e os ouvidos para absorver o alimento espiritual. A leitura cuidadosa e meditativa da Bíblia e a prática da oração bem feita são exercícios fundamentais para robustecer a alma.

Quinta - Uma vez bem alimentado, diga sempre “não” à vontade pecaminosa, à carne, à “parte maldita”, aos “impulsos negativos”, ao princípio do mal, à velha natureza, ao pecado em estado latente. Renuncie a si mesmo. Não acorde o “leão adormecido”. Para ser discípulo de Jesus você precisa aprender a negar-se a si mesmo.

Sexta - Aguarde a plenitude da salvação, quando você será salvo também da presença do pecado, por meio de novo corpo (1 Co 15.42-49), novos céus e nova terra (2 Pe 3.13). Você já foi salvo da culpa do pecado (justificação) e do poder do pecado (santificação). Falta ainda ser salvo da presença do pecado (glorificação). Essa derradeira e bem-aventurada salvação está a caminho.

texto retirado da Revista Ultimato 277


 

Nossa necessidade primeira é Deus

A enfermeira americana Bronnie Ware escreveu um livro sobre os “cinco maiores arrependimentos ou lamentos de pacientes terminais”.  
 
Depois de acompanhar por vários anos estes pacientes, ela listou aquilo que eles gostariam de ter feito e não fizeram, como: ter mais tempo para os amigos e não ter trabalhado tanto. O deserto deles trouxe uma outra dimensão de suas reais necessidades.

Na solidão do deserto, descobrimos a suficiência da graça de Deus. Teresa de Ávila (1515--1582) descreveu num poema sua experiência no deserto:

Nada te perturbe,
Nada te espante.
Tudo passa.
Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem tem a Deus,
Nada lhe falta.
Só Deus basta.

Nossa necessidade primeira é Deus.
De tudo o que aprendemos no deserto, a lição mais importante é que aquilo de que mais necessitamos encontramos na comunhão com Deus.
 
A experiência do deserto nos conduz ao autoesvaziamento, ao desapego dos ídolos que nos oferecem a falsa segurança, e à completa submissão a Deus e aos seus caminhos.
 
Aprendemos a ver a vida desde a perspectiva da eternidade, o que nos ajuda a colocar em ordem nossos valores.
 
pr Ricardo Barbosa
 
 

AINDA TEMOS TEMPO?


Em uma entrevista, um cientista afirmou que em nossa sociedade tudo se acelera e se complica com o desenvolvimento de novas tecnologias. Disse que esta constatação o levava confusamente a estar consciente de um prazo final, porém o levava também, por mais estranho que pareça, à consciência da realidade da eternidade.

A falta de certezas com respeito ao porvir coloca à prova a mente do homem sem Deus. Como acalmar essa inquietação? Escutemos Deus falar em Sua Palavra. 


Ele também nos ensina que o tempo é breve: "E já está próximo o fim de todas as coisas" (1 Pedro 4:7). "Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece" (Tiago 4:14).

Deus nos mostra a melhor inversão possível de nossa vida: "Apega-te, pois, a ele, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem" (Jó 22:21).

Ele nos diz que este tempo não nos pertence e que teremos que prestar contas de como o utilizamos: "Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra" (Eclesiastes 3:17).

Ele quer nos preparar para a eternidade. O Senhor Jesus disse: "Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida" (João 5:24). Quanto tempo será que ainda temos?



fonte: Chamada/encontreapaz2014 




Deus tem pensamentos de paz e prosperidade para as pessoas

 
O dia do Senhor virá como o ladrão de noite; pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição.

Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais (1 Tessalonicenses 5:2-3; Jeremias 29:11).


A maioria dos pais acreditam que seus filhos seriam mais felizes e prósperos que eles mesmos. O progresso da ciência e da tecnologia normalmente permitiria um domínio maior da natureza. A busca de um mundo melhor deu origem a incríveis descobertas. 

A fé no progresso se tornou uma espécie de religião nas nações que abandonaram o cristianismo: achava-se que o futuro traria a extinção da pobreza, que o planeta estaria cheio de justiça e liberdade. Mas não foi isso que aconteceu.

Deus deu ao homem a responsabilidade de administrar o planeta. Não para si mesmo, mas para Deus e juntamente com Ele. 

Somos gratos por todas as evoluções materiais e científicas, que são legítimas e boas. O problema é que os homens têm se apropriado de todo esse conhecimento e abandonado Deus. Essa é a razão pela qual o mesmo progresso que beneficia muitos serve também para destruir tantos outros.

Ao contrário do que muitos pensam, Deus tem pensamentos de paz e prosperidade para as pessoas. Ele colocou a salvação ao alcance de todos; não uma salvação ligada à prosperidade material somente, mas o próprio Cristo, "em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência" (Colossenses 2:3).

fonte: "tododiacompaz/2014" 

 

Esperança viva - Na presença do Senhor não há neblina, mas pura luz, deleite e enlevo.

Se você é conduzido em meio às nuvens espessas da tribulação, agarre-se no Invisível, pois sentindo ou não a presença do Senhor, assim mesmo Ele está presente!

Ele diz: "...andou em trevas sem nenhuma luz, e ainda assim confiou em o nome do Senhor e se firmou sobre o seu Deus". Em outras palavras: nunca se deixe determinar pela neblina da incredulidade, pois nesse caso tudo fica muito confuso.

Em outras palavras: você tem a vida eterna em si porque Deus fez você renascer para uma esperança viva. Essa vida é indestrutível.

Se durante a sua peregrinação sobre a terra de vez em quando você se vê envolvido em negras e espessas nuvens, eu lhe digo: suba, chegue até a presença de Deus! Na presença do Senhor não há neblina, mas pura luz, deleite e enlevo.

Dê graças a Deus pela neblina e pelas nuvens escuras em sua vida, que lhe ensinam a se agarrar mais à realidade da vida em Jesus Cristo.

"Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados, o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva." Salmo 84.5-6

>> por Wim Malgo




Pureza intelectual, uma das maiores batalhas hoje


Uma das maiores batalhas hoje existentes é a luta pela pureza intelectual. Infelizmente, muitos têm fracassado nessa batalha porque permitiram que sua mente seja poluída pelas influências que operam neste mundo.

Deus quer que extingamos o fogo da fantasia, e somos capazes de fazê-lo ao lidar com as atrações da vida, com as atitudes da vida, e com as associações da vida através do poder do Espírito que habita em nós e através da Palavra de Deus.

Joe Jordan
livrete 'Pureza Intelectual'


A sabedoria de Deus sempre funciona. Ela é perfeita.

O que todo crente precisa, mas não quer; tem, mas não sabe o que fazer com elas? A resposta é: provações. Não as queremos, mas as temos. Quando as temos, não sabemos o que fazer com elas. E, embora elas sejam sempre individualizadas, todas envolvem a mesma questão subjacente: confiar na Palavra de Deus e viver por ela.
[...]
Deus dirige e supervisiona tudo o que Ele lhe dá. Ele sabe quanto você pode suportar e o que é necessário para que você amadureça. Deus vê o seu potencial. Ele é como um professor gabaritado e um pai perfeito em uma só pessoa, e quer apenas o melhor para você. Ele usa de provações para ajudá-lo a crescer, para que você possa maximizar seu serviço em Seu Reino. 

A chave para suportarmos as provações é a sabedoria de Deus, que vem apenas por meio de Sua Palavra.

Consequentemente, devemos aplicar as Escrituras às nossas situações diárias com diligência, sendo “praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes” (Tiago 1 v.22). 

A sabedoria de Deus sempre funciona. Ela é perfeita. Quando obedecemos à Palavra, superamos o pecado e impedimos a provação (que é neutra) de se transformar em uma tentação (que é negativa).

trecho do texto de 
Richard D. Emmons 

Jesus é muito mais!

Freqüentemente as mais conceituadas revistas do mundo têm publicado artigos sobre Jesus.

Nas reportagens percebe-se que realmente não se quer crer nEle. O que se vê são críticas e dúvidas sobre Sua pessoa. Sua vida é esmiuçada e Ele é considerado um mito.

Mas, de qualquer forma, não é possível ignorar a Jesus Cristo, e apesar de todas as críticas as pessoas sentem-se atraídas por Ele, mais do que por qualquer outra personalidade histórica.

Conforme uma pesquisa feita pela revista alemã "Der Spiegel", apenas 27% dos alemães vêem Jesus como Filho de Deus, Salvador e acreditam na Sua ressurreição. Mas, no "ranking" de pessoa mais simpática Ele está em primeiro lugar, à frente de Lutero, de Gandhi, de Maria e do Dalai-Lama.

Por que será que, por um lado, não se quer crer em Jesus Cristo, mas por outro lado, mesmo assim, continua-se simpatizando com Ele?

Certamente pelo fato dEle realmente ser o que reivindicou diante do governador romano: "Então, lhe disse Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz" (Jo 18.37).

Quase 800 anos antes que Jesus falasse essas palavras, Isaías escreveu por ordem de Deus: "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios" (Is 42.1).


Pelo contexto dessa passagem bíblica e pelo relato do batismo de Jesus (veja Mt 3.16-17) fica claro que esse servo não pode ser outro senão Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo. Em Isaías 52 e 53 o profeta escreve sobre os sofrimentos pelos quais o Servo teria de passar no futuro.

Quando então, quase 800 anos mais tarde, Jesus veio à terra e morreu na cruz do Calvário, cumpriu-se literalmente o que Isaías havia profetizado. Vamos citar apenas algumas passagens bíblicas a respeito:

– Ele seria desprezado e rejeitado por todos os homens (Is 53.3; compare Mt 26.56; 27.39).


– Ele seria alguém que tomaria sobre si a culpa da humanidade (Is 53.4-7; 10-12; compare 1 Tm 2.6; Cl 2.14; 2 Co 5.21; Rm 6.23).


– Ele seria traspassado (Is 53.5; compare Jo 19.16-18 e 34).


– Pelo Seu sofrimento Ele faria com que tivéssemos paz com Deus (Is 53.5b; compare Cl 1.20).


– Por ocasião do julgamento Ele ficaria calado (Is 53.7; compare Lc 23.9; Mt 26.62-63).


– Ele não poderia ser acusado de culpa ou mentira por ser justo e sem culpa (Is 53.9; compare Mt 26.59-60; Lc 23.4 e 14-15).


– Em Seu sofrimento Ele intercederia por nós (Is 53.12; compare Lc 23.34).



Jesus é muito mais do que se pode ler a Seu respeito em livros e revistas. As pessoas não deveriam escutar tanto os jornalistas, que em seus artigos apenas exprimem sua incredulidade pessoal, mas deveriam elas mesmas ler a Bíblia e procurar a verdade.

Recentemente li a frase: "Pergunte ao próprio Deus se Ele existe!" Exatamente, todos deveriam fazer isso – pois Ele mesmo se revelará àqueles que O buscarem com sinceridade: "Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração" (Jr 29.13).

por Norbert Lieth


O maior sanduíche do mundo!

Quando Jesus disse aos discípulos que uma multidão com mais de cinco mil pessoas devia ser alimentada por eles, a reação foi de estranheza. A reação de André foi até estapafúrdia: “Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos – mas o que é isto para tanta gente?” (João 6:9).

Quase todo crente sincero já passou por situações difíceis, nas quais as palavras do Mestre pareceram não se encaixar. Quantos de nós, diante de problemas prementes, olhamos honestamente para as “soluções” da Bíblia e, com muita preocupação, tememos que as propostas bíblicas não sejam soluções. Afinal de contas, a pergunta de Filipe tinha lógica: ainda que tivéssemos “duzentos denários”, a fome do povo continuaria...

Felizmente, o evangelista João apressou-se a esclarecer: Jesus “já tinha em mente o que fazer”. Nas crises de nossa vida, Jesus sempre sabe o que fazer. O que Ele quer é testar nossa dedicação a Ele e ao Seu poder de resolver nossos problemas.

Quando fugimos para um canto e, às escondidas, comemos nosso sanduichinho de cinco pães e dois peixes, a multidão continua com fome. Quando, apesar de não entendermos muita coisa, temos a coragem de entregar a Jesus o pouquíssimo que temos, o Mestre transforma nossa pequena oferta no maior sanduíche do mundo!

mensagem de pr Olavo Feijó

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Para quem o tempo é certo?

O Senhor é muito cuidadoso, quando lida com nossas limitações de seres temporais. Um dos vários textos bíblicos nos ensinam esta verdade, afirma: “Todos os seres vivos olham para Ele com esperança e Ele dá alimento a todos, no tempo certo” (Salmo 145:15).

Nossas limitações, devidas ao tempo, muitas vezes prejudicam nossa percepção da ajuda divina, em nossa vida diária. Não é de estranhar, por isso, quando encontramos mais ansiedade, nas expectativas de cristãos com pouco tempo de comunhão com o Senhor. Davi, ao escrever seu salmo, fez questão de acrescentar o detalhe importante: “no tempo certo”.

Para quem o tempo é certo? É evidente que quem faz o tempo ser certo é o Senhor. Todavia, o objetivo do Senhor, ao cumprir Seus eternos desígnios, é encaixá-los dentro das limitações do nosso tempo humano. 


Há tempo de plantar e tempo de colher, diz a Bíblia. Somente quando desenvolvemos intimidade com as estratégias do Senhor que a cronologia da nossa percepção vai aceitando “os tempos de Deus”. Comida no tempo errado não faz bem para ninguém. 

A boa alimentação providenciada pelo Senhor é sempre “no tempo certo”.

pr. Olavo Feijó

 

As crises da vida abalarão nossa fé no Senhor?


Quando tudo vai bem, é fácil confiar no Senhor e seguir sua vontade. Mas, quando aparecem problemas e o serviço de Deus fica difícil, há uma forte tentação para abandonar as soluções de Deus e procurar nossas próprias soluções.

O Salmo 11 foi escrito num período difícil da vida de Davi. Saul caçava-o implacavelmente. Amigos bem intencionados, vendo seu apuro, encorajaram-no a inventar seu próprio modo de resolver o problema. Eles aconselharam: "Foge, como um pássaro, para o teu monte".  O modo de Deus não dará certo; você tem que arquitetar o seu próprio plano. 

Esses amigos focalizaram no problema terrestre: o poder, a injustiça e a traição dos homens (Salmo 11:2-3). Daí o conselho: "Foge . . . para o teu monte."

A resposta de Davi focalizou no Senhor. Ele fez cinco afirmações (Salmo 11:4-7):

1. O Senhor está no seu trono. Deus está no comando.
2. Os olhos do Senhor estão alertas. Ele sabe exatamente o que está acontecendo.
3. O Senhor experimenta tanto o justo como o ímpio. As crises da vida são testes de nossa confiança na vontade do Senhor.
4. O Senhor odeia os ímpios. Ele os pune.
5. O Senhor ama os justos. Aqueles que se mantêm fiéis permanecerão na presença do Senhor.

Encaramos situações difíceis. Amigos nos aconselham a procurar nosso próprio modo e ignorar os mandamentos de Deus. As crises da vida abalarão nossa fé no Senhor? Ou veremos Deus em seu trono e nos submeteremos à sua vontade, apesar das consequências? Que Deus nos ajude a nunca fugir para nosso monte, mas sempre confiar nele.

-por Gary Fisher 



Bom sono resulta da comunhão da criatura com o Criador

Segundo pesquisa realizada em 2009 pela Associação Brasileira do Sono, mais da metade da população brasileira não consegue dormir bem. Eles devem morrer de inveja de Davi, que num dos seus salmos diz: “Eu me deito, e durmo tranquilo, e depois acordo porque o Senhor me protege” (Sl 3.5). Em outra versão, diz-se: “Eu me deito e logo adormeço”.

Os distúrbios mais comuns que impedem o bom sono listados pelo Instituto do Sono são a insônia, a apneia, o bruxismo, a narcolepsia e o sonambulismo. A providência mais indicada que pode levar a um bom sono é o senso de proteção que resulta da comunhão da criatura com o Criador. 

Ao revelar que tinha sono reparador, Davi fez menção da proteção divina. A declaração dele tem mais valor quando se lê que ele escreveu esse salmo “quando fugia do seu filho Absalão” (2Sm 15.13--17.22). 

Depois de mencionar a noite bem dormida, Davi revela um dado muito importante para quem quer ter boa qualidade de vida: “Não tenho medo dos milhares de inimigos [ou de problemas] que me ameaçam de todos os lados” (Sl 3.6).

Um especialista da Associação Brasileira do Sono afirma que a qualidade do sono é tão importante quanto a qualidade da alimentação.

de -ed345/Ultimato-
 

FAMÍLIAS, busquem o discernimento de Deus

Entre gerações

Carlos “Catito” e Dagmar Grzybowski


Há um tempo na vida familiar em que as atenções e cuidados estão voltados para a criação dos filhos. Preocupamo-nos em passar a eles os valores importantes que os equiparão para enfrentar a vida. Acreditamos que a fase mais conturbada é a adolescência, pois é exatamente nessa etapa que os filhos põem em xeque a consistência dos valores a eles transmitidos.

Quando percebem que há uma incoerência, em geral rebelam-se. Porém, quando questionam os valores e percebem que eles são consistentes com o estilo de vida dos pais e que geram uma harmonia relacional -- e, por conseguinte, uma vida tranquila --, os adotam para si.

Logo, a maior preocupação dos pais nessa etapa da vida deve ser a coerência do discurso com a prática de vida. Por exemplo: se os pais afirmam que o casamento é um valor “muito” importante, todavia vivem em constante beligerância, os filhos adolescentes não acreditarão no valor do casamento e consequentemente procurarão uma vida de relacionamentos superficiais e descartáveis.

Quando o casal consegue liberar os filhos para uma vida adulta e passa a relacionar-se com eles como pares, respeitando a individualidade de adultos deles, pode gozar de um período de relativa tranquilidade familiar. Entretanto, essa tranquilidade muitas vezes é rompida com as necessidades naturais da entrada dos avós (pais do casal) na terceira idade.

Hoje a idade média da população mundial tem aumentado e trazido no seu rastro uma parte significativa da população que começa a mostrar sinais de envelhecimento depois dos 80 anos. São pessoas que já desfrutam da aposentadoria há algum tempo e que têm poucas oportunidades de ocupação criativa de tempo livre.

Com isso, podem buscar atividades para a ocupação desse tempo que não sejam mais compatíveis com a qualidade de saúde pertinente à idade. É comum então que sofram pequenos acidentes domésticos tentando levantar pesos ou perdendo o equilíbrio em tarefas que antes eram fáceis e habituais, como subir em uma cadeira para apanhar algo em cima do guarda-roupa ou mover um pequeno balcão para fazer a limpeza da casa.

Então chega um momento de decisão difícil para a família: deixar o idoso (ou idosos) correndo o risco de sofrer acidentes domésticos ou mesmo enfrentando pequenas enfermidades (artroses, tendinites, isquemias, escleroses) -- que são “limitantes”, mas não “incapacitantes” --, ou intervir na autonomia deles e tomar decisões por eles para salvaguardá-los de algo pior?

Tal decisão envolve múltiplos fatores a serem considerados e jamais pode ser tratada “no atacado”, ou seja, cada situação particular precisa ser avaliada e os melhores caminhos para a solução devem ser buscados. Em nosso país, colocar um idoso em um centro específico (Casa de Repouso, Ancionato etc.) é visto como sinônimo de abandono por parte da família -- o que é um grande equívoco. Pelo contrário, muitas vezes, pode ser sinal de cuidado e proteção.

Em Efésios 6.1-3, o apóstolo Paulo conclama os cristãos para honrarem seus pais, sendo o cuidado para com o idoso uma das principais formas de expressão desta honra.

Claro, em famílias em que há condições estruturais para que o idoso seja cuidado no meio de seus entes queridos, esta é a opção mais adequada. Contudo, nem sempre a família dispõe de tal estrutura, como no caso daquelas em que os filhos têm moradas muito pequenas e teriam de desalojar um dos membros para inserir o idoso naquele contexto ou em famílias em que todos trabalham e não há ninguém que possa acompanhar o idoso. Neste último caso, manter o idoso em casa seria uma forma de abandono e não de cuidado.

Para as famílias que estão passando por essa etapa do seu ciclo vital, a sugestão é que dialoguem bastante, sem ideias preconcebidas, e juntos busquem em oração o discernimento de Deus para a promoção de harmonia e paz com justiça!

por • Carlos “Catito” e Dagmar são casados, ambos psicólogos e terapeutas de casais e de família.


Escolhas feitas por amor


A consciência de quem somos e quem Deus é nos ajuda a lidar com o dilema da escravidão e das frustrações. 

Reconhecer que somos pecadores e que vivemos num mundo marcado pela queda nos ajuda a aceitar os espinhos da vida e o lugar do suor para ter o pão de cada dia. 

Reconhecer Deus, em seu Filho Jesus Cristo, nos ajuda a perceber que somente um ser totalmente livre pode oferecer liberdade. Seguir a Cristo é colocar-se sob a autoridade do único que pode nos conduzir no caminho da liberdade. É por isso que Jesus afirma: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”.
 
A escravidão moderna não pode ser simplesmente abolida. A solução estaria em se ter a coragem de escolher a quem servir. Jesus disse: “Não podeis servir a Deus e às riquezas”. É impossível agradar a ambos. 

Somente as escolhas feitas por amor refletem a liberdade humana.

Pr. Ricardo Barbosa de Sousa

Nossas lutas diárias

Nas nossas lutas diárias podemos ser abandonados por todos os homens e ninguém permanecerá conosco. Podemos nos encontrar sozinhos, lutando como a única pessoa no mundo que busca fazer o que é certo. 

A nossa recompensa não vem da presença dos nossos amigos, mas da presença do nosso Deus

Muitas vezes abandonamos os outros quando deveríamos estar mais fortes. Como Paulo orou por aqueles que o deixaram, nós também devemos crescer em força e coragem para enfrentar as dificuldades da vida. 

Lembrem de como somos importantes um para com o outro e de como precisamos permanecer com outros pela causa de Cristo

Quando tudo estiver dito e feito, poderemos lembrar das palavras do nosso Deus: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13:5-6).

–por Kent E. Heaton, Sr.

Deus aceita como resgate somente o precioso sangue de Cristo!

Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá. Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais  
                            (Jó 1:21; 1 Pedro 1:18).
 
NEM BANCOS NEM CASAS DE CÂMBIO

Ouvimos dizer que o dinheiro governa o mundo. Isso é verdade apenas no que se refere à breve duração de nossa existência terrena, e mesmo aqui, o dinheiro não pode fazer tudo. No porvir, ele não tem valor algum. 


Ao viajarmos para países estrangeiros, precisamos converter o dinheiro que temos na moeda do país que iremos entrar, ou teremos problemas. Em geral, esse câmbio é feito na fronteira. Não entanto, na fronteira entre o tempo e a eternidade, não podemos levar nem trocar nenhum centavo; não há bancos nem casa de câmbio. “Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele” (1 Timóteo 6:7).

Portanto, todos iremos atravessar a fronteira entre o tempo e a eternidade de mãos vazias. Nossos pecados serão a única coisa que levaremos conosco, se não buscamos o perdão de Deus no tempo que nos foi concedido neste mundo. Teremos de nos apresentar diante de Deus, “o juiz de todos” (Hebreus 12:23). 


Jesus Cristo certa vez perguntou: “Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mateus 16:26). Redimir uma alma do poder de Satanás e expiar um só pecado sequer não há dinheiro ou riqueza que sirva. 

A Palavra de Deus nos ensina que Deus aceita como resgate somente o precioso sangue de Cristo. Para quem creu na obra do Senhor Jesus na cruz, esse maravilhoso sangue é o tesouro mais inestimável que possui neste mundo e na eternidade.   {"encontreapaz"}


“vivam como pessoas livres”

Vivam como pessoas livres. Não usem a liberdade para encobrir o mal, mas vivam como escravos de Deus. (1Pe 2.16)

Pedro está ordenando a seus leitores que “vivam como pessoas livres”, de cabeça erguida, sem qualquer sentimento de inferioridade, sem timidez, sem medo, sem o peso da tirania de alguma coisa ou alguma pessoa. É assim que deve ser a vida de quem acaba de nascer do Espírito. Esse pecador salvo agora é filho de Deus e, como filho de Deus e irmão de Jesus Cristo, é também herdeiro de Deus e coerdeiro com Cristo (Rm 8.17).

Na mesma frase, porém, Pedro também ordena: “Vivam como escravos de Deus”. Talvez os irmãos da Ásia Menor tenham ficado confusos: somos livres ou somos escravos? Os mais espertos, os mais experientes devem ter dado toda razão a Pedro, raciocinando: “Se não formos escravos de Deus, seremos escravos das tais paixões carnais das quais Pedro manda que nos afastemos”. 
É a obediência ao Senhor que torna possível a desobediência ao demônio. A verdade nua e crua é que o ser humano não tem a liberdade de comer ou não comer da árvore do bem e do mal. Desde a Queda, ele é obrigado a comer desse maldito fruto, a não ser que ele mude de patrão, por meio de uma conversão autêntica. Aí ele deixa de ser escravo da serpente para ser escravo de Cristo. 

Enquanto o compromisso com a carne machuca, humilha, rebaixa, adoece e mata, o compromisso com Cristo acaba com a dor de consciência, com a dominação “estrangeira” (não somos deste mundo), com a necessidade de uma eterna fuga, com o rebaixamento moral, com o desespero.

A pouquíssima liberdade que o ser humano tem é a de sair da dominação das trevas e ir para a dominação da luz. É aquela que Moisés propôs ao povo de Israel no fim do êxodo: “Eu lhes dou a oportunidade de escolherem entre a vida e a morte, entre a bênção e a maldição” (Dt 30.19). Na versão de Jesus, a escolha é entre a porta estreita e a porta larga, entre o caminho fácil e o caminho difícil, entre a casa sobre a rocha e a casa sobre a areia (Mt 7.13-14, 24-27).

É raro o privilégio de ser escravo de Deus!
  
Elbén Cesar/ Editora Ultimato.

Os santos de Deus


O batismo no Espírito é pouco entendido. Alguns imaginam ser um tipo de benção secundária, da qual uns privilegiados participam em um tempo subsequente ao da salvação. Outros supõem que isso é uma coisa repetitiva a ser buscada pelos santos individual e coletivamente através de intensa oração. As Escrituras ensinam algo bem diferente.

O batismo do Espírito (Cristo sendo o Batizador - João 1:33) tem em vista o corpo de Cristo. Por meio dEle, os santos de Deus, embora muitos, são unidos ao Cabeça que está no céu, e uns aos outros. Isso era algo desconhecido até Cristo ser glorificado. 

É claro que sempre existiram pessoas piedosas. Mas não havia união como um corpo, e nem poderia existir até que a redenção fosse cumprida e Cristo subisse à destra de Deus. Este mistério estava oculto no coração de Deus, esperando o tempo determinado para ser revelado. 

O propósito divino era compartilhar Seu amor com todos aqueles que cressem em Seu Filho, de maneira tão íntima que estes se tornariam o corpo do próprio Cristo aqui no mundo. 

Hoje o Corpo de Cristo ainda está sendo formado pela ação do Espírito Santo, que reúne os membros e co-herdeiros do Senhor que ainda faltam. Quando o número deles estiver completo, o Senhor virá buscá-los para Si mesmo.

Fazer parte desse projeto de Deus é uma honra além de qualquer compreensão!

"Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito"  (1 Coríntios 12:13).

de 'EncontreaPaz"

 

O Senhor virá! coloque suas coisas em ordem

Coloque suas coisas em ordem como se o Senhor viesse ainda hoje. Ele pode vir logo, hoje ou amanhã. 

Toda a sua vida deveria estar voltada para esse grande acontecimento: o Senhor virá! Providenciemos para que não seja tarde demais para muitas coisas que ainda devemos fazer ou deixar de lado. Uma coisa é certa: não sabemos o dia nem a hora. Mas a Bíblia nos fornece a grande moldura onde se encaixa esse grandioso evento: o palco está sendo preparado diante dos nossos olhos. A vinda de Jesus está hoje mais próxima do que nunca.

Pedro testifica: “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (2 Pe 1.19). Fazemos bem em atentar à palavra profética. Precisamos reconhecer o tempo em que vivemos. A profecia bíblica se cumpre diante dos nossos olhos. E é justamente esse cumprimento que deveria nos acordar. 

[...]

Rico ou pobre, saudável ou doente, tenha um bom testemunho diante dos homens. Mantenha somente Jesus diante dos olhos do seu coração, pois Ele certamente virá. Ele virá em breve! 

mensagem de Nathanael Winkler
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A preocupação do diabo é o cristão

Para o cristão, o Arrebatamento será um evento bem recebido, mas para todos os outros, será um momento de grande tribulação. Imagine sendo deixado para trás enquanto milhões de cristãos em todo o mundo de repente desaparecem sem explicação. 

Temos sido suficientemente advertidos pela Bíblia e pelo testemunho do próprio Filho de Deus para estarmos preparados. Devemos estar vigilantes e protegidos pela armadura de Deus (Efésios 6:13-18). 

O diabo vagueia pela terra à procura de cristãos com uma fenda em sua armadura. Não se iluda acreditando que o diabo só vai atrás dos pecadores. Ele já é o seu dono e não tem motivos para se preocupar com eles, a menos que comecem a despertar espiritualmente a Cristo Jesus. A preocupação do diabo é o cristão. Nós somos os que ele quer corromper e destruir, e é por isso que os cristãos devem estar sempre atentos e prontos para a hora do retorno de nosso Senhor.

Temos também a presença do Espírito Santo de Deus para nos ensinar e nos guiar. Temos tudo de que precisamos para viver uma vida piedosa em obediência à Palavra de Deus, não deixando nenhuma desculpa para não estarmos preparados.

Agradecemos a Deus que Ele nos ama o suficiente para nos fornecer o caminho para escapar o julgamento de Deus. Esse caminho é Jesus Cristo. Ao aceitarmos Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador, e pela graça de Deus, recebemos o perdão dos pecados, misericórdia e a salvação com a promessa de vida eterna (João 3:16, Efésios 2:8-9). 


A nossa salvação em Cristo é o meio pelo qual podemos estar preparados e regozijar em Seu retorno.

GotQuestions
                                                            Paz a vc e seu lar!

 

O principal campo de batalha é a tentação


Na luta do cristão contra o diabo, o principal campo de batalha é a tentação. O discípulo precisa vencer o inimigo superando as tentações. Não estamos sós, contudo. Jesus tornou-se um homem, foi tentado como somos, obteve a vitória, assim mostrando como nós podemos triunfar sobre Satanás (note Hebreus 2:17-18; 4:15). 

[...]

A afirmação do diabo: "Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães" (4:3). O diabo é um mestre das coisas aparentemente lógicas. Jesus estava faminto; ele tinha poder para transformar as pedras em pão. O diabo simplesmente sugeriu que ele tirasse vantagem de seu privilégio especial para prover sua necessidade imediata.

As questões
: Era verdade que Jesus necessitava de alimento para sobreviver. Mas a questão era como ele o obteria. Lembre-se de que foi Deus quem o conduziu a um deserto sem alimento. 

O diabo aconselhou Jesus a agir independentemente e encontrar seus próprios meios para suprir sua necessidade. Confiará ele em Deus ou se alimentará a seu próprio modo? Há aqui, também, uma questão mais básica:

Como Jesus usará suas aptidões? O grande poder que Jesus tinha seria usado como uma lâmpada de Aladim, para gratificar seus desejos pessoais? A tentação era ressaltar demais os privilégios de sua divindade e minimizar as responsabilidades de sua humanidade. E isto era crucial, porque o plano de Deus era que Jesus enfrentasse a tentação na área de sua humanidade, usando somente os recursos que todos nós temos a nossa disposição.

A resposta de Jesus: "Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (4:4). Em cada teste, Jesus se voltava para as Escrituras, usando um meio que nós também podemos empregar para superar a tentação. A passagem que ele citou foi a mais adequada naquela situação. 

No contexto, os israelitas tinham aprendido durante seus 40 anos no deserto que eles deveriam esperar e confiar no Senhor para conseguir alimento, e não tentar conceber seus próprios esquemas para se sustentarem.

Lições:
1. O diabo ataca as nossas fraquezas. Ele não se acanha em provar nossas áreas mais vulneráveis.
Depois de jejuar 40 dias, Jesus estava faminto. Daí, a tentação de fazer alimento de uma maneira não autorizada. Satanás escolhe justamente aquela tentação à qual somos mais vulneráveis, no momento. 

De fato, as tentações são freqüentemente ligadas a sofrimento ou desejos físicos. 

2. A tentação parece razoável. O errado freqüentemente parece certo. Um homem "tem que comer" . Muitas pessoas sentem que necessidades pessoais as isentam da responsabilidade de obedecer às leis de Deus. 

3. Precisamos confiar em Deus. Jesus precisava de alimento, sim. Porém, mais do que isso, precisava fazer a vontade do Pai. É sempre certo fazer o certo e sempre errado fazer o errado. Deus proverá o que Ele achar melhor; meu dever é obedecer-lhe. É melhor morrer de fome do que desagradar ao Senhor.

por Gary Fisher 

Há esperança nas palavras de Jesus


A liberdade é valorizada universalmente. Inúmeras pessoas têm sacrificado suas vidas esforçando-se para assegurarem sua própria liberdade política ou de outrem também. Verdadeiramente em todas as nações do mundo, o encarceramento é considerado como uma severa punição para aqueles que violam a lei. 

Tão valiosa quanto a liberdade pessoal e política, também é aquela que Jesus nos fala em João 8:32. Só que esta liberdade é até mais significativa. Nossos pecados nos levam a conseqüências de vínculos espirituais e mortais -- eterna separação de Deus. Jesus se ofereceu para nos libertar das conseqüências da nossa própria rebelião contra Deus! 

Paulo nos lembrou deste benefício do evangelho em Romanos 1:16 ". . .é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego". Deus escolheu o uso de sua palavra, que é a verdadeira mensagem da Bíblia, para salvar-nos de nossos pecados. 

Deus, contudo, não nos força a sermos libertos. Muitas pessoas são enganadas por Satanás e seus falsos mestres para que não possam discernir a liberdade do encarceramento (veja 2 Pedro 2:17-22). Infelizmente, muitas pessoas rejeitam a liberdade que Deus oferece e permanecem presas em seus próprios pecados. 

Jesus usou as palavras de um profeta do Velho Testamento, Isaías, para descrever a triste condição daqueles que não aceitam a liberdade divina: "Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados" (Mateus 13:15).

[...]

Deus nos providenciou a confiança e a segurança para estarmos aptos a conhecer a verdade. O mesmo Deus que nos criou e nos deu a habilidade de nos comunicar, tem também a habilidade de transmitir sua vontade para conosco de modo que possamos entendê-la. Devemos humildemente aceitar a responsabilidade de estudar, entender e obedecer sua revelação. 

Num mundo desordenado pela dúvida e pela confusão religiosa, nós podemos achar esperança nas palavras de Jesus: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." 


- por Dennis Allan







Nomes humanos e destaque impróprio dado aos homens criam divisões

Nomes humanos causam divisões

Como podemos servir ao Senhor sem participar da confusão das denominações?

Sabemos que Jesus Cristo, vivendo como judeu na Palestina 2.000 anos atrás, teve oportunidade de participar de qualquer das várias seitas que existiam na época. Mas não há nenhum registro de ele ter se ingressado em qualquer uma delas.

Ele simplesmente fazia a vontade do Pai, sem seguir as tradições e doutrinas humanas. Procurava e andava com pessoas que compartilhavam o seu desejo de honrar a Deus. Todos que observaram e ouviram Jesus ficaram admirados com a postura “radical” dele.

Durante sua vida aqui na Terra, Jesus prometeu edificar a sua igreja (Mateus 16:18), e ensinou os seus discípulos a seguirem o ensinamento e o exemplo dele. Nós, hoje, devemos fazer como ele fazia e ensinava.

Devemos buscar o conhecimento da vontade de Deus e obedecê-lo para honrar o nosso Criador e Redentor. Apesar da influência forte das muitas denominações, com suas próprias tradições e doutrinas, devemos ser simplesmente cristãos, seguidores do nosso Salvador.

Pelo nosso desejo de servir a Deus, rejeitaremos as tendências de criar e manter igrejas humanas – grupos que honram homens e defendem doutrinas humanas. Certamente as diversas igrejas hoje com suas placas destacando fundadores, tradições doutrinárias e ministérios criados por homens não dão a devida honra ao verdadeiro Senhor e Salvador.

Como podemos servir ao Senhor sem participar da confusão das denominações?

Como podemos evitar as divisões que acontecem quando os homens são elevados a posições de honra? Paulo falou do mesmo problema quando escreveu aos coríntios: “Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo.Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo?” (1 Coríntios 1:12-13). 
Nomes humanos e destaque impróprio dado aos homens criam divisões.

Para evitar tais divisões, devemos seguir o único Salvador (Atos 4:12) e Mediador (1 Timóteo 2:5). Devemos estudar a mesma palavra de Deus para que possamos falar e pensar a mesma coisa (1 Coríntios 1:10). Seguir a Jesus exige esforço, mas certamente vale a pena (Hebreus 11:6; Mateus 7:13-14).

Tenhamos coragem para rejeitar tradições, doutrinas, práticas e nomes humanos para honrar o nosso Criador e Salvador.
–por Dennis Allan

BIBLIA SAGRADA, O porta-jóias da Palavra!


Aqui eu guardo a Palavra de Deus. Ela me ajudou muito. Foi o livro que eu mais li. Desde a infância. A vida inteira. Há um filete de sangue que percorre toda a Bíblia. Do Gênesis ao Apocalipse.

Desde o sangue dos animais sacrificados para que de suas peles Deus cobrisse a nudez de Adão e sua mulher (Gn 3.21) até as duas últimas referências ao sangue do Cordeiro, que tornou brancas as roupas da grande multidão que ninguém podia contar e que eram de todas as nações, tribos, raças e línguas (Ap 7.9-17; 12.11).

Essa Palavra testifica de Cristo e me levou a ele. Ela me mostrou a grande destruição e a grande reconstrução, a grande queda e a grande salvação.

RevistaUltimato 342


Deus é a fonte para tudo que é certo e bom!


É nossa responsabilidade seguir os passos de Jesus!

Vivemos num mundo que tem sido manchado, por milhares de anos, pelo pecado. Estamos rodeados por violência, pornografia, desonestidade e falsa religião. Deus não pretende que nos isolemos deste mundo (João 17:14-21), mas que fujamos dos seus pecados (1 Timóteo 6:11) e brilhemos como luzes num mundo de trevas (Mateus 5:14-16). 

Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível. Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado. É nossa responsabilidade seguir seus passos:

"Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pedro 2:21-22).

-- por Dennis Allan


EXPERIMENTE AS PERAS!

Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei… Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho
(Salmo 119:18 e 105).

Viajando por uma vale situado ao norte da Itália, um pregador passou por um famoso pomar. Ele falou ao proprietário sobre as necessidades naturais e espirituais das pessoas. Por fim, ele lhe deu um Bíblia e pediu que a lesse.

O fazendeiro exclamou: “Você diz que esse livro é a Palavra de Deus, mas que prova você tem disso?”
O evangelista não respondeu à pergunta de imediato, mas se voltou para o pomar e observou com grande interesse as belas frutas, muitas das quais já estavam quase maduras. “Essas peras parecem muitas boas, mas quem pode me afirmar que são de qualidade superior?”

“O que você quer dizer?”, perguntou o fazendeiro, ofendido. “Você ainda nem as provou. Pegue uma ou duas e experimente.”

O pregador deu umas mordidas e elogiou a qualidade delas. “Essas pêras são realmente excelentes. Agora você duvidou do meu livro assim como duvidei de suas peras. Leia a Bíblia e irá descobrir que ela é a Palavra de Deus.”
Talvez você, leitor, já tenha uma opinião preconcebida sobre a Bíblia, tendo meramente lido algumas passagens aleatórias, ou mesmo livros sobre ela, sem nunca a ter lido por inteiro. Quem investe esforço para lê-la com seriedade faz importantes e preciosas descobertas:

Por meio da Bíblia aprendemos a conhecer Deus e Seu Filho, Jesus Cristo.

O próprio Deus nos fala pessoalmente através de Sua Palavra, e desperta nossa consciência.

Ele mostra as reais necessidades de nossos corações e nos oferece Sua salvação.

de BoaSemente 2014

Jesus pára por sua causa se você clamar a Ele.



"Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram então o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama." Marcos 10.49

Em nossos dias também existem incontáveis "cegos" que ouvem a voz de Jesus, mas não podem reconhecê-lO. Desse grupo fazem parte as pessoas depressivas. 

Talvez você também não consiga reconhecer a Jesus, talvez sua visão esteja obscurecida, porque em você tudo são trevas. A Bíblia já não fala mais ao seu coração como antigamente. 

Seu coração está tão pesado que você nem consegue mais orar direito. Saiba que, neste exato momento, Jesus de Nazaré passa por você. Aproveite agora esta oportunidade toda especial. Invoque-O como fez o cego! 

Se você não puder orar em voz alta, clame a Ele em seu coração: "Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!" Mesmo que você se encontre no meio de uma multidão de pessoas, Jesus ouve você. 

O cego Bartimeu não se deixou influenciar pela multidão, e Jesus parou por sua causa. 

Jesus pára por sua causa se você clamar a Ele. O Senhor Jesus curou o cego imediatamente? Não. Primeiro Bartimeu teve que se aproximar bem de Jesus. E então Jesus abriu os olhos do cego? 

Ainda não, pois Jesus ainda exigiu a expressão da fé do cego. Bartimeu compreendeu isso e pediu: "Mestre, que eu torne a ver. Então Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou." Jesus também deseja ouvir o que você espera dEle!

por Wim Malgo 


A bênção da restauração


A vitória sobre o pecado é possível, mas não é fácil. Paulo fala sobre isso abertamente: “O que a nossa natureza humana quer é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana quer. Os dois são inimigos...” (Gl 5.17).  

São duas forças dentro de nós em conflito, em oposição, em briga, em guerra. Os dois modos de vida são diametralmente opostos entre si. Nenhum dos dois lados está disposto a ceder, a entregar os pontos, a fazer algum armistício. É uma luta civil sem tréguas, sem rendição e sem fim.

Não é a primeira vez que a ideia de um poder inimigo aparece na teologia bíblica. Na parábola do trigo e joio, Jesus contou que “certa noite, quando todos estavam dormindo, veio um inimigo, semeou no meio do trigo uma erva ruim, chamada joio, e depois foi embora” (Mt 13.25). Na explicação da parábola, Jesus foi bem explícito:

 “O inimigo que semeia o joio é o próprio Diabo” (13.39).

Precisamos ser realistas e não triunfalistas. Precisamos nos valer da Videira e do Espírito e não só da boa intenção e dos bons propósitos. Ao mesmo tempo devemos ter absoluta certeza de que a vitória final será de Jesus, a quem o Senhor Deus prometeu: 

“Sente-se do meu lado direito, até que eu ponha os seus inimigos debaixo dos seus pés” (Sl 110.1). Essa passagem messiânica é uma das mais transcritas no Novo Testamento. Jesus (Mt 22.44), Pedro (At 2.34-35), Paulo (1Co 15.25; Ef 1.20-22; Cl 3.1) e o escritor da Epístola aos Hebreus fizeram uso dela.

Depois de qualquer comportamento duvidoso, a graça de Deus nos alcança mais uma vez e somos recolocados na posição ou no nível em que estávamos, desde que admitamos o erro e o confessemos com humildade. 

Isso não é outra coisa senão restauração. A bênção da restauração não é só para grandes e longos pecados e escândalos. É para pequenos desvios, cometidos, como costumamos dizer, por pensamento, palavra e obras. Uma restauração atrás da outra é muito melhor do que um pecado atrás do outro! 


Pr. Elben César



A criança na missão de Deus


Apenas três versículos nos falam de uma menina -- a empregada da esposa de Naamã (2Rs 5.1-3). Uma menina cujo nome não sabemos, mas cujo exemplo muito nos ensina. Como não era chamada de jovem, provavelmente tinha menos de doze anos; era “apenas” uma criança.

Como essa menina poderia ser útil à esposa do comandante do exército do rei da Síria? Ela parecia muito próxima da dona da casa, pois conversava com ela. Supomos que se ocupava com o atendimento pessoal da senhora, arrumando sua roupa, escovando seu cabelo, cuidando de suas unhas e mãos. Era próxima o suficiente para perceber a tristeza e a preocupação daquela mulher com a terrível doença do marido.

Como teria sido para a nossa garotinha ser violentamente arrancada de sua casa e de sua terra e arrastada para um país estrangeiro? Como teria sido para uma menina de uns 9 anos ficar longe dos pais de repente? Ou, quem sabe, guardar no coração a dor de seus gritos quando foram mortos pelos invasores? Será que ela guardava rancor, mágoa, desejo de vingança?

Tudo indica que não. Com a simples frase “se o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da lepra”, ela mostra um coração puro, incrivelmente vazio de amargura, hostilidade ou ódio.

Também nos surpreende o “insight” dessa menina, seu discernimento em perceber a tristeza da senhora e a crença pessoal de que um profeta de Israel poderia ajudar. Ela mostra uma confiança absoluta em Deus. Mesmo numa cultura adversa, em que a religião falava de outros deuses, e não do único e verdadeiro Deus, ela guardava no coração tudo o que tinha aprendido sobre o Senhor da aliança.

A nossa menina não fez seminário nem curso de missões, mas aqui está ela fazendo missões! Ela serve a uma senhora, mas acima de tudo ao Rei dos reis, cumprindo o propósito que sempre foi explícito para o seu povo -- fazer o nome de Deus conhecido por todos os povos.

Dessa história podemos tirar algumas lições:

1. Devemos aprender com as crianças: “A criança pode nos ajudar a resgatar e preservar virtudes dadas por Deus que ainda estão presentes nela, como a capacidade do perdão, o amor sincero, a amizade fácil, a espontaneidade, a dependência e a humildade”.

2. As crianças têm lugar na missão de Deus: “Na história das missões, outras visões moldaram, de forma inconsciente, a vida e a proclamação do reino de Deus. De certo modo, poder e status foram mais valorizados do que o dom do amor e do servir”. O que essa história nos mostra é exatamente isso -- na missão, o amar e o servir levam à salvação.

3. É importante ensinar as crianças sobre Deus, instruí-las em suas leis, ajudando-as a entender o seu amor não somente por suas famílias, mas também por todas as famílias da terra.

4. Não devemos desprezar a capacidade das crianças de levar outros à fé e à salvação. Devemos dar-lhes oportunidade para falar, testemunhar e até pregar. Por isso devemos orar por elas e com elas, reconhecendo o seu papel no reino dos céus.

Deus já fez um compromisso de ensinar as crianças: “Todos me conhecerão, ‘desde o menor’ até o maior” (Jr 31.33-34). E nós? Seremos seus cooperadores?

por Jan Greenwood