A prática da confiança

Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei [Salmo 56.4]

A plena confiança não surge de uma hora para outra. É gradativa. Vai crescendo aos poucos, vai se apoderando da pessoa, vai se avolumando, vai preenchendo a distância entre Deus e o homem.

A prática da confiança
se faz a partir da primeira resposta aos apelos de Deus e às promessas da sua Palavra. Ela precisa crescer ao ponto de aprender a esperar contra a esperança, isto é, a ter fé e esperança mesmo quando não há o menor motivo para crer, como aconteceu com Abraão. Este é o clímax da confiança.
[...]

A prática da confiança é a arte de colocar em Deus toda a capacidade de crer, em qualquer lugar, em qualquer tempo e em qualquer situação, mediante a negação da incredulidade própria e a afirmação da onipotência divina. É a capacidade de amarrar-se a Deus, e não aos problemas que tolhem a alegria de viver.
  
trecho do livro Práticas devocionais/Editora Ultimato. 



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