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terça-feira, 25 de março de 2014

A ilusão do ecumenismo

Só existem duas pessoas que terão controle absoluto sobre este mundo. A primeira é o Anticristo, e a segunda é o Senhor Jesus Cristo. Todo ser humano precisa escolher entre esses dois antagonistas e seus reinos opostos. Não existe zona neutra.


Algumas pessoas sugerem que deveríamos manter a idéia da volta de Cristo para reinar sobre o planeta Terra como símbolo de alguma “verdade espiritual” conveniente a todas as religiões. Ao dizer isso, negam o próprio fundamento da fé cristã. 

O Cristianismo se baseia nas afirmações que Cristo fez a respeito de si mesmo e nos relatos das testemunhas oculares de sua vida, morte e ressurreição, registrados no Novo Testamento, em inegável cumprimento das profecias do Antigo Testamento. 

As características que tornam o Cristianismo único são irreconciliáveis com quaisquer outras crenças religiosas, e qualquer tentativa de promover uma unidade ecumênica é uma negação do Cristianismo bíblico. 

Coerentemente com o caráter singular do Cristianismo, a Bíblia também ensina que a paz não será estabelecida neste mundo através do triunfo dos ensinamentos de Cristo, mas somente através de seu retorno em pessoa para reinar no trono de Jerusalém. 

De fato, os ensinamentos de Jesus Cristo não podem ser separados de sua própria pessoa. Foi assim que Jesus confrontou os líderes religiosos judaicos de sua época:

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (João 5.39-40).

Como alguém se atreve a pensar que um mundo que está quase pronto para o juízo possa ser salvo por cristãos envolvidos em ativismo social/político juntamente com humanistas, ateus e seguidores de todas as religiões!

A Escritura repete várias vezes que nada, a não ser a volta pessoal e física de Cristo à Terra, pode acabar com a maldade e o sofrimento deste mundo. 

Paulo declarou que “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”, pois aguarda ansiosamente uma libertação que só pode ocorrer através da “revelação dos filhos de Deus” (Romanos 8.19-22). 

Paulo deixa bem claro o que isso significa: que só quando os cristãos tiverem recebido seus corpos imortais e forem glorificados com Cristo (vv. 23-25), dominando e reinando sobre a Terra juntamente com Ele, é que o planeta estará livre de toda desordem e sofrimento.

Os últimos dias antes da volta de Cristo são de fato profetizados como um período de crescente maldade, erro e engano espiritual, tanto no mundo quanto na pretensa igreja cristã. 

Entretanto, na Escritura também existem indícios de que nesse período milhões de pessoas em todo o mundo receberão a Cristo como Salvador e Senhor, acelerando assim a Sua volta. Muitos serão os mais improváveis candidatos à salvação – seguidores da Nova Era, viciados em drogas, presidiários, comunistas, muçulmanos, católicos, os pobres e os párias da sociedade – como Cristo parece indicar na parábola da grande ceia:
Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa” (Lucas 14.21-23).
Os evangélicos costumam apresentar o Evangelho exclusivamente como a forma de resolver o problema do pecado pessoal e obter um lar eterno no céu, esquecendo-se de proclamá-lo como o meio proporcionado por Deus para trazer paz a este planeta conturbado, como fizeram os anjos no nascimento de Cristo e como fazia a Igreja primitiva. 

É dever de todo líder político cristão, seja ele presidente, embaixador ou qualquer outra autoridade, deixar bem claro para o mundo inteiro que todos os esforços humanos para obter a paz são inúteis, a menos que Jesus Cristo seja convidado a voltar à Terra para reinar no coração das pessoas e sobre todas as nações.

Dave Hunt


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