✿ Registre seu email e receba as mensagens deste Devocional:

Pesquise

segunda-feira, 31 de março de 2014

DESEJAR TER UMA CASA

Um desejo universal que supera todas as culturas e épocas é o de ter uma casa, um lar. Normalmente a casa é um lugar de segurança e intimidade, onde as pessoas se sentem acolhidas e bem-vindas. 

Quando os que habitam uma casa estão em paz com Deus, então esse lar desempenha um grande papel, pois ali o Senhor Jesus é amado e honrado. Ali orações são feitas e respondidas.

Esse desejo por um lar reflete outro mais profundo e também universal: um lugar de descanso para nossa alma! 

Nosso ser, tão inquieto e agitado, anseia por uma tranquilidade perene e verdadeira. E tal local existe: é a casa de Deus. Algumas horas antes de deixar Seus discípulos, o Senhor Jesus lhes falou sobre a casa do Pai, e Ele não estava falando sobre um local físico, material, mas sobre a presença de Deus, um ambiente espiritual onde há amor e plenitude.

O caminho para a casa de Deus é um só: o próprio Senhor Jesus. Só por Ele podemos conhecer a Deus como nosso Pai. Sem crermos no Senhor Jesus não podemos entrar na casa de Seu Pai. Para os que crêem nEle, viver na intimidade do Pai, desfrutar de Seu amor e de Sua paz é algo possível e real. É parte da herança dos filhos de Deus.

Até o pardal encontrou casa, e a andorinha ninho para si, onde ponha seus filhos. 


Na casa de meu Pai há muitas moradas. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo (Salmo 84:3; João 14:2-3).


do Devocional NT 2014

domingo, 30 de março de 2014

Crise de purificação

Eu creio que muitas tentações são creditadas na conta de Satanás quando elas, na verdade, têm sua origem em um coração que não foi purificado completamente de todos os pecados. 

Muito do seu nervosismo e irritação desapareceriam de sua vida se você não se esquecesse da purificação dos pecados do passado. 

Essa crise na purificação dos seus pecados acontece porque você não acompanha o ritmo do Senhor.

Enoque não foi arrebatado por pouca coisa. A respeito dele a Bíblia diz que: "Andou Enoque com Deus, e já não era, porque Deus o tomou para si." Em outras palavras: Enoque acompanhou o Senhor. 

Você sabe o que significa se adiantar ao Senhor, correr à Sua frente? 

Significa ter uma vida de religiosidade sem uma purificação mais profunda na presença de Deus. E esta é a contradição na qual vivemos quando falamos, cantamos ou oramos algo que não condiz com nosso coração. 

Se você dá testemunho de algo que não experimentou em sua própria vida, seu testemunho não tem poder, pois paira sobre sua vida espiritual essa crise de purificação. Essa é a grande fraqueza cristã. Por isso: venha à luz!

por Wim Malgo 

“Por que precisávamos ser resgatados?” Jesus pagou nosso resgate para nos livrar da escravidão!

Jesus Cristo declarou que Ele “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Marcos 10:45). Então aparece a seguinte pergunta:

“Por que precisávamos ser resgatados?” 

A idéia de um resgate é um pagamento que precisa ser feito em troca da liberação de uma pessoa. A idéia de um resgate é usada mais frequentemente em ocasiões de sequestro, quando alguém é sequestrado e feito prisoneiro até que o resgate seja pago por sua liberação.

Jesus pagou nosso resgate para nos livrar da escravidão! Escravidão de quê? Escravidão do pecado e suas consequências, ou seja, a morte física seguida de separação eterna de Deus. 

Por que Jesus precisava pagar por esse resgate? Porque somos todos contagiados pelo pecado (Romanos 3:23) e, portanto, merecemos o julgamento de Deus (Romanos 6:23). 

Como Jesus pagou esse resgate? Por morrer na cruz para pagar pela penalidade de nossos pecados (1 Coríntios 15:3; 2 Coríntios 5:21).

Como é que a morte de Jesus podia ser suficiente paga pagar por todos os nossos pecados? Jesus era Deus em forma humana, Deus veio à terra para se tornar um de nós para que Ele pudesse se identificar conosco e morrer por nossos pecados (João 1:1,14). Como Deus, a morte de Jesus foi de valor infinito, suficiente para pagar pelos pecados do mundo inteiro (1 João 2:2).

A ressurreição de Jesus depois de Sua morte demonstrou que Sua morte foi o sacrifício suficiente, que Ele realmente tinha conquistado o pecado e a morte. 

de 'gotquestions'

sábado, 29 de março de 2014

Períodos frutíferos: o de "estar a sós com Jesus"



Antes que o Senhor Jesus alcançasse a multidão, Ele "entrou em um dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia." (Lucas 5,2-3)

O período que Pedro gastou afastando-se com Jesus da praia foi um tempo em que ele esteve a sós com Jesus. Isso foi extremamente importante para ele.

Também para nós esses momentos têm o maior significado. Estar a sós com Jesus, "um pouco afastados da praia", a hora silenciosa com o Senhor, não é o cumprimento de um dever, mas algo necessário para podermos respirar espiritualmente.

Esses são os períodos mais frutíferos para nós, pois eles permitem que alcancemos outras pessoas com a mensagem da salvação e passemos adiante as bênçãos recebidas.


- por Norbert Lieth


              Paz a todos e todas as famílias!



Sem dúvidas: Jesus Cristo é Único!

A expressão “Eu sou” de Jesus — “Eu sou o pão da vida”, “Eu sou o bom pastor”, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, entre outras — aparece várias vezes na Bíblia. 

Para alguns, tais declarações podem sugerir arrogância. Porém, a eventual suspeita desaparece quando conhecemos o Jesus das Escrituras. 

Jesus Cristo é o único cuja história não tem início no dia do nascimento nem termina no dia da morte. Ela termina onde começa e começa onde termina. E, mais, Ele torna-se como nós, humaniza-se. Não finge que é Deus nem que é homem. É ambos ao mesmo tempo e o tempo todo.

por Elben M. Lenz César



sexta-feira, 28 de março de 2014

Religião Inútil

Nos dias do profeta Amós, o povo de Israel estava oferecendo sacrifícios de agradecimento ao Senhor, observando as festas ordenadas pela lei de Moisés, trazendo suas ofertas voluntárias e pacíficas, e seus dízimos, e enchendo o templo com canções de louvor a ele (Amós 4:4-5; 5:21-23; 8:3, 5). Contudo, Deus não estava contente com eles! Por quê não? Amós alistou muitos dos pecados do povo. 

os pobres eram oprimidos (4:1; 5:11; 8:4-6); 

os justos não podiam receber justiça nos tribunais da terra (2:6; 5:12); 

as pessoas eram materialistas (4:1-3; 6:4-7) e 

a idolatria e a imoralidade sexual estavam desenfreadas (4:4; 2:7-8). 

Como poderiam pessoas que estavam adorando ao Senhor cometer também tais atos?

O povo de Israel tinha separado o serviço religioso a Deus de sua vida diária. Na verdade, as pessoas ofereciam sacrifício e guardavam as festas religiosas, mas voltavam às práticas pecaminosas de sua vida diária. Para eles, a religião era somente algo a ser praticado na presença do sacerdote ou em dias especiais. O resto do tempo, violavam os mandamentos de Deus com respeito a justiça, retidão e pureza sem remorso. 

Qual foi a reação de Deus a tal conduta?

 "Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas assembléias solenes não tenho nenhum prazer. E, ainda que me ofereçais holocaustos e vossas ofertas de manjares, não me agradarei deles, nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais cevados. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras. Antes, corra o juízo, como as águas; e a justiça, como ribeiro perene" (Amós 5:21-24).

Deus deseja que o adoremos, mas devoção que não afeta nossa conduta diária é religião inútil (leia Tiago 1:26 para uma aplicação clara deste princípio). 

Não podemos viver como um filho do diabo de segunda a sábado e então esgueirarmo-nos entre os filhos de Deus no domingo e esperar que Deus não note, que ele aceite nossa adoração (1 João 3:8-10)! 


Temos que "morrer" para as práticas do mundo e permitir que Cristo viva em nós, não somente no domingo, mas todos os dias (Gálatas 2:20)!
 

por Allen Dvorak



quinta-feira, 27 de março de 2014

Veja más notícias como boas notícias

“Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (Salmos 119:71). Ninguém gosta da dor. Contudo o salmista tinha uma atitude positiva de fé que o capacitou a lidar com as circunstâncias dolorosas. 

Ele não disfarçou a realidade mas a viu de maneira otimista e se mostrou bem positiva ao enfrentar seus problemas. 

As notícias más de ter que agüentar o problema deram-lhe uma oportunidade para aprender a verdade de Deus. Nós precisamos cultivar esta atitude nestas épocas difíceis. As coisas que são difíceis de agüentar podem ser proveitosas para recordar.

boa notícia da Bíblia é, apesar dos problemas deste mundo e das falhas do homem, a verdade encorajadora que Deus pode trazer o bem do mal.“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”(Romanos 8:28). 

Se amarmos a Deus de modo supremo, teremos a confianção que a vontade dEle é levar seus filhos fiéis para o céu. Lá a alegria e êxtase eternas esperam-nos. 

Todas as lágrimas e tristezas são esquecidas para sempre (Apocalipse 21:3-7; 22:3-5)!

 por W. Frank Walton



quarta-feira, 26 de março de 2014

Mediante a criação, Deus nos fala


O famoso escritor e filósofo francês Voltaire declarou: "O universo me perturba, e não posso pensar que este relógio exista sem que não haja um relojoeiro".

É compreensível o incômodo do filósofo. Ele excluiu Deus de sua vida e, portanto, o mundo era um enigma para ele. Contudo, lhe parecia que o universo, tão cuidadosamente organizado, não podia ser fruto do acaso. Infelizmente essa linha de pensamento não conduziu Voltaire à presença do Criador!

Mediante a criação, Deus nos fala. O mundo físico no qual vivemos é um testemunho do poder de Deus e também de Sua bondade, porque colocou o homem em condições totalmente favoráveis de vida. Mas Deus foi mais além e Se revelou diretamente. 

Vindo ao mundo, Jesus Cristo demonstrou na plenitude o amor de Deus, que quer nos salvar, mesmo quando nos afastamos dEle.

A brilhante inteligência de Voltaire não lhe permitiu conhecer o autor do universo. Nossas faculdades intelectuais apenas não nos levarão a Deus. 

Jesus Cristo, ao se tornar como nós, veio nos dizer que Ele é mais que o Criador: tudo o que fez é a manifestação de um amor sem medidas nem limites. E o que o "Relojoeiro" deseja é que participemos desse amor pela fé nEle.

"Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu"  (Romanos 1:21).

DevocionalBoaSemente-2014

 

terça-feira, 25 de março de 2014

A ilusão do ecumenismo

Só existem duas pessoas que terão controle absoluto sobre este mundo. A primeira é o Anticristo, e a segunda é o Senhor Jesus Cristo. Todo ser humano precisa escolher entre esses dois antagonistas e seus reinos opostos. Não existe zona neutra.


Algumas pessoas sugerem que deveríamos manter a idéia da volta de Cristo para reinar sobre o planeta Terra como símbolo de alguma “verdade espiritual” conveniente a todas as religiões. Ao dizer isso, negam o próprio fundamento da fé cristã. 

O Cristianismo se baseia nas afirmações que Cristo fez a respeito de si mesmo e nos relatos das testemunhas oculares de sua vida, morte e ressurreição, registrados no Novo Testamento, em inegável cumprimento das profecias do Antigo Testamento. 

As características que tornam o Cristianismo único são irreconciliáveis com quaisquer outras crenças religiosas, e qualquer tentativa de promover uma unidade ecumênica é uma negação do Cristianismo bíblico. 

Coerentemente com o caráter singular do Cristianismo, a Bíblia também ensina que a paz não será estabelecida neste mundo através do triunfo dos ensinamentos de Cristo, mas somente através de seu retorno em pessoa para reinar no trono de Jerusalém. 

De fato, os ensinamentos de Jesus Cristo não podem ser separados de sua própria pessoa. Foi assim que Jesus confrontou os líderes religiosos judaicos de sua época:

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (João 5.39-40).

Como alguém se atreve a pensar que um mundo que está quase pronto para o juízo possa ser salvo por cristãos envolvidos em ativismo social/político juntamente com humanistas, ateus e seguidores de todas as religiões!

A Escritura repete várias vezes que nada, a não ser a volta pessoal e física de Cristo à Terra, pode acabar com a maldade e o sofrimento deste mundo. 

Paulo declarou que “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”, pois aguarda ansiosamente uma libertação que só pode ocorrer através da “revelação dos filhos de Deus” (Romanos 8.19-22). 

Paulo deixa bem claro o que isso significa: que só quando os cristãos tiverem recebido seus corpos imortais e forem glorificados com Cristo (vv. 23-25), dominando e reinando sobre a Terra juntamente com Ele, é que o planeta estará livre de toda desordem e sofrimento.

Os últimos dias antes da volta de Cristo são de fato profetizados como um período de crescente maldade, erro e engano espiritual, tanto no mundo quanto na pretensa igreja cristã. 

Entretanto, na Escritura também existem indícios de que nesse período milhões de pessoas em todo o mundo receberão a Cristo como Salvador e Senhor, acelerando assim a Sua volta. Muitos serão os mais improváveis candidatos à salvação – seguidores da Nova Era, viciados em drogas, presidiários, comunistas, muçulmanos, católicos, os pobres e os párias da sociedade – como Cristo parece indicar na parábola da grande ceia:
Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa” (Lucas 14.21-23).
Os evangélicos costumam apresentar o Evangelho exclusivamente como a forma de resolver o problema do pecado pessoal e obter um lar eterno no céu, esquecendo-se de proclamá-lo como o meio proporcionado por Deus para trazer paz a este planeta conturbado, como fizeram os anjos no nascimento de Cristo e como fazia a Igreja primitiva. 

É dever de todo líder político cristão, seja ele presidente, embaixador ou qualquer outra autoridade, deixar bem claro para o mundo inteiro que todos os esforços humanos para obter a paz são inúteis, a menos que Jesus Cristo seja convidado a voltar à Terra para reinar no coração das pessoas e sobre todas as nações.

Dave Hunt


domingo, 23 de março de 2014

Palavras bem-vindas

"Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo" (Provérbios 25:11). 

Palavras são veículos que carregam pensamentos. A palavra apropriada precisa ser escolhida para que o pensamento seja levado com exatidão, e a maneira pela qual a palavra é dita ajuda o veículo a transportar sua carga sem perda.
[...]

Salvas de prata

Há quem pense que seja referência a uma pitoresca cesta de prata trabalhada, cheia de frutos amarelos dourados. "O contraste do fruto de ouro na finamente trabalhada cesta de prata, que pode, em conjunto, ser chamada obra de pintura, tem um delicado e agradável efeito sobre a vista, assim como o fruto contido tem sobre o paladar numa recepção, num dia de mormaço. Assim, a palavra dita judiciosa e oportunamente está tanto em seu lugar como as maçãs de ouro nas cestas de prata" (A. Clarke).

Dois pontos ressaltam na comparação. Uma palavra dita apropriadamente é como fruto dourado servido em bandejas de prata porque tal coisa é bela, e refrescante.

"Palavras apropriadas, bem vindas, são tão belas como um fruto dourado sobre um fundo de prata. Tais palavras, como uma pintura bem executada, são tão encantadoras como uma elegante moldura feita para a pintura" (Delitzsche).

E como é refrescante a aparência do fruto dourado numa cesta de prata! Muitas vezes uma fruteira contendo frutas frescas é colocada sobre uma mesa para acrescentar uma atmosfera sadia à área do jantar. Palavras sadias, apropriadas, são como refrescos. 

Freqüentemente as palavras que ouvimos são inadequadas, mal escolhidas, e soam muito mal. Uma palavra que se ajusta às circunstâncias e conduz um pensamento apropriado é revigorante. Acolhemos com prazer aquelas palavras que são ditas a seu tempo.

-por Irvin Himmel


sábado, 22 de março de 2014

Os remédios de Cristo para o orgulho


Uma boa vacina contra orgulho sutil pode ser obtida meditando cuidadosamente nos ensinamentos de Cristo:

"Bem-aventurados os humildes de espírito" (Mateus 5:3).

"Aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus" (Mateus 18:4).

"Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mateus 20:26-28).

"Depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer (Lucas 17:10).

Felizmente, centenas de igrejas estão crescendo hoje em dia com membros que mantêm atitudes submissas e evitam estabelecer hierarquia social com títulos empolados. Tais congregações não atraem tanta atenção como as igrejas que se sentem compelidas a soar trombetas, mas Deus sabe quem elas são. Seguindo humildemente o plano de Deus e evitando exibições vãs, elas dão toda a glória ao Único digno de recebê-la.

Que Deus nos ajude a crescer e prosperar espiritualmente. Mas que esse crescimento possa sempre ser sem aquelas sutis, refinadas expressões de orgulho. Que nenhum homem se glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo!

­por Gardner Hall 

sexta-feira, 21 de março de 2014

O assunto é a soberba

Deus é contra os orgulhosos, mas é bondoso com os humildes.   (Tg 4.6)
 
Tiago recorre ao livro de Provérbios para condenar a soberba. A escolha não podia ser mais apropriada. Não há outro livro mais taxativo quando o assunto é a soberba. Entre as quase trinta referências à soberba encontradas nos Provérbios de Salomão, destacam-se:

“Eu odeio o orgulho e a falta de modéstia” (8.13).

“O orgulhoso será logo humilhado; mas com os humildes está a sabedoria” (11.2).

“A pessoa prudente esconde a sua sabedoria” (12.23).

“O orgulho só traz brigas” (13.10).

“O tolo orgulhoso sofre por causa das coisas que diz” (14.3).

“O Senhor Deus derruba a casa dos orgulhosos” (15.25).

“O Senhor
detesta todos os orgulhosos; eles não escaparão do castigo, de jeito nenhum” (16.5).

“O orgulho leva a pessoa à destruição, e a vaidade faz cair na desgraça” (16.18).

“A pessoa orgulhosa está a caminho da desgraça, mas a humilde é respeitada” (18.12).

“Os maus são dominados pelo orgulho e pela vaidade, e isso é pecado” (21.4).

“Mande embora a pessoa orgulhosa, e acabarão os desentendimentos, as discussões e os xingamentos” (22.10).

“Quando você estiver diante das autoridades, não se faça de importante” (25.6).

“Ninguém se elogie a si mesmo; se houver elogios, que venham dos outros” (27.2).

“O orgulhoso acaba sendo humilhado, mas quem é humilde será respeitado” (29.23).

“Há pessoas que são tão orgulhosas, que olham os outros com desprezo” (30.13).

–O que vale é o elogio alheio e não o elogio próprio!
                                                                                        Editora Ultimato/Elben Cesar



quarta-feira, 19 de março de 2014

O verdadeiro donativo

Filipenses 4:10-23
Paulo começou sua carta agradecendo a Deus pelos filipenses (1:3). Ele encerra com  agradecimento pessoal aos irmãos.
[...]
Ainda que Paulo não precisasse do donativo deles para ficar contente, assim mesmo ele se regozijou em recebê-lo porque eles participaram da aflição dele (4:14). 

Eles tinham ajudado a Paulo desde o início, quando ele saiu de Filipos para ensinar em Tessalônica (4:15-16; veja Atos 16:11-17:4 e 2 Coríntios 8:1-5). Agora que tinham oportunidade de ajudá-lo novamente, isso significaria "fruto" para crédito deles (4:17). 

Eles colheriam ricas recompensas do Pai (4:19). A dádiva deles era um sacrifício pessoal, "como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus" (4:18). 

Não é o objeto do sacrifício que dá a suave fragrância a Deus, mas o coração daquele que faz o sacrifício. Os corações dos filipenses eram suaves para Deus, em seu abundante amor para com Paulo.
 
Essa generosidade é o modelo para os cristãos de hoje. Eles não deram esperando receber bênçãos em retribuição. Não deram porque era algo que "a igreja" exigia. Eles deram com ânimo e de coração, sabendo que sua dádiva estava indo para a divulgação do evangelho e que "Deus ama a quem dá com alegria" (2 Coríntios 9:7).

por Carl Ballard


 

terça-feira, 18 de março de 2014

Como Posso Perdoar?

[...] 
O pecado danifica as relações entre as pessoas como prejudica nossa relação com nosso Criador. 

A pessoa contra quem se pecou frequentemente se sente ferida, talvez irada pela injustiça do pecado cometido. O perdão é necessário para a cura espiritual da relação, mas precisamos preparar nossos corações para perdoar.

Precisamos aceitar a injustiça do ferimento, a deslealdade do pecado, e ficarmos prontos para perdoar (observe os exemplos de Jesus e Estevão; Lucas 23:34; Atos 7:60). Mesmo se o pecador se recusar a se arrepender, não podemos continuar a nutrir a raiva, ou ela se tornará em ódio e amargura (veja Efésios 4:26-27,31-32). 

Ainda que o pecador possa manter sua posição como transgressor por causa de sua recusa a se arrepender, seu pecado não deverá dominar meu estado emocional.

E se o pecador se arrepender? Como posso aprender a perdoar? 

Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia uma quantia enorme (10.000 talentos) ao seu rei (Mateus 18:23-35). Ele era incapaz de pagar a dívida e implorou ao rei por compaixão. O rei perdoou-o por sua enorme dívida, mas este servo prontamente saiu e encontrou um dos seus companheiros servos que devia a ele uma quantia relativamente pequena e exigiu pagamento, agarrando-o pelo pescoço. Ainda que o companheiro de servidão implorasse por compaixão, o credor entregou-o à prisão. Quando o rei foi informado dos atos de seu servo incompassivo, irou-se e reprovou este servo, entregando-o aos torturadores até que ele pagasse totalmente sua dívida. 

É claro que estamos representados na parábola pelo servo que tinha uma dívida enorme. 

Não há comparação entre as ofensas que temos cometido contra Deus e aquelas que têm sido cometidas contra nós. Jesus observou que, justo como no caso do servo não misericordioso, o Pai não nos perdoará por nossas infrações se não perdoarmos nossos companheiros (18:35; veja também Mateus 5:7).

Para nos prepararmos para perdoar, precisamos lembrar que nós mesmos somos pecadores e necessitados do perdão divino (Romanos 3:23). 

No caso do cristão, Deus já lhe perdoou uma imensa dívida no momento do batismo. Quando nos lembramos da grandeza da dívida que Deus quer nos perdoar, certamente podemos perdoar aqueles que nos devem muito menos em comparação (Efésios 4:32; Colossenses 3:13).

­por Allen Dvorak


 

domingo, 16 de março de 2014

Espera paciente

Através de uma espera paciente Deus nos conduz a um relacionamento mais profundo e íntimo consigo mesmo. Isso é graça!

Quem vive com Deus de maneira determinada experimenta a glória e os milagres da Sua graça. 


Foi assim que o velho Simeão foi conduzido por Deus ao templo, movido pelo Espírito, no momento certo! Pois foi justamente nessa ocasião que os pais de Jesus trouxeram seu primogênito ao templo – 40 dias após o nascimento – cumprindo a lei da apresentação, (expiação, conforme Levítico 12). 

Que ventura deve ter sido para Simeão ver a Jesus e carregar em seus braços o Filho de Deus, o Messias! Essa experiência satisfez a todos os seus mais profundos anseios. E ele agradeceu a Deus em seu cântico (por favor, leia Lucas 2.25-32). 

Agora Simeão não precisava esperar mais nada na vida e desejava que Deus o chamasse para o céu. Espero que o anseio de ver a Jesus, movido pelo Espírito, torne-se cada vez mais intenso em sua e em minha vida! 

Como seria bom se ficássemos desfalecidos de amor pelo Senhor, como a noiva do livro de Cantares, fazendo-nos desejar acima de tudo agradar-Lhe e estar bem perto dEle! "A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!" (Sl 84.2)

trecho do texto 'encontreapaz'


A negligência pode ter consequências eternas

À primeira vista não parece que a negligência seja um defeito muito grave. Mas tudo depende das consequências que ela tem. Por exemplo, qualquer descuido de um motorista pode ocasionar um acidente, inclusive com morte.

Existe uma área em particular na qual a negligência pode ter consequências eternas. Muitas pessoas têm a intenção de 'algum dia' analisar melhor essa área, mas sempre adiam tal decisão. Render-se ao Senhor Jesus não é algo que se possa negligenciar impunemente.  

Descuidar-se de uma "tão grande salvação" (Hebreus 2:3) é escolher o pior caminho de todos.

E os cristãos também correm o risco de ser negligentes. Somos responsáveis por viver nossa fé, por aproveitar as oportunidades de ser a carta de Cristo, e por fazer "as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas" (2 Coríntios 3:3; Efésios 2:10).
 
Você já notou quantos obstáculos interiores e exteriores tentam nos deter em nossa caminhada cristã? 

Se minhas fraquezas me impedem de ser útil aos meus próximos, Deus encontrará outras testemunhas. A negligência, a preguiça, a procrastinação nos fazem cair em profundo sono espiritual, e a padecer fome, pois "nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus" (Mateus 4:4).


A preguiça faz cair em profundo sono, e a alma indolente padecerá fome.
Não desprezes o dom que há em ti. Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos (Provérbios 19:15; 1 Timóteo 4:14-15).

Devocional BoaSemente NT2014

 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Liberdade


Para a igreja de Jesus vale o seguinte princípio: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4). 

Os crentes da Nova Aliança não estão mais debaixo da lei, mas desfrutam da liberdade em Cristo: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

Liberdade é a grande manchete do Novo Testamento: livres da lei, livres da escravidão do pecado, livres para servir a Deus da forma certa! Mas a Bíblia adverte contra a tentação de levar uma vida pecaminosa com a desculpa de viver em liberdade: “Como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus” (1 Pe 2.16).

Paulo enquadra a liberdade em Cristo com uma moldura que não deve ser quebrada. Essa moldura se chama amor: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gl 5.13-14). 

O próprio Senhor Jesus também disse: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (Jo 13.34). Esse amor determina os limites.

Samuel Rindlisbacher


quinta-feira, 13 de março de 2014

Jesus é o Cristo prometido desde Gênesis!

Outros diziam: “Ele é o Messias”. E ainda outros: “Mas ele não pode ser! O Messias virá da Galileia?”. [João 7.41, BV]

Cada um dava o seu palpite a respeito de Jesus. O Evangelho Segundo João registra que havia muita gente comentando sobre ele: 
 
alguns diziam que ele era bom e outros que não era (Jo 7.12). Alguns diziam que ele não era diplomado em coisa alguma e outros se diziam espantados com o conhecimento dele: “Como é que sabe tanto sem ter estudado?” (Jo 7.15). 
 
Alguns diziam que Jesus tinha demônio (Jo 7.20) e outros que ele era o Messias esperado (Jo 1.41; 7.41). Alguns diziam que ele enganava o povo (Jo 7.12) e outros que ele fazia milagres insuperáveis (Jo 7.31). Alguns diziam que Jesus falava como ninguém (Jo 7.46) e outros queixavam-se da liberdade que ele tinha de falar em público (Jo 7.26).

A confusão em torno de Jesus era enorme. Quando Ele disse que iria ficar com o povo “só mais um pouco”, a elite religiosa perguntou-se: “Para onde será que ele vai? Será que ele vai morar com os judeus que moram no estrangeiro?” (Jo 7.35, NTLH).

A verdade é que “o povo se dividiu por causa dele” (Jo 7.43). Os prós e os contras quanto à pessoa de Jesus continuam até hoje. 
 
— Estive confuso. Não estou mais! Jesus é o Cristo prometido desde Gênesis! 
 
 Elben César/Ultimato                           



quarta-feira, 12 de março de 2014

Banco do céu

Todos nós, cristãos, somos membros de um corpo (1 Coríntios 12:12-31). Não temos que fazer o mesmo serviço, mas cada um de nós tem que funcionar de acordo com a habilidade que Deus lhe deu. Pedro diz isso assim:

"Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração. Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém" (1 Pedro 4:9-11).

Cada um recebeu um dom. Cada um deve usar seu dom para servir os outros. Devemos trabalhar para desenvolver nossos talentos. Temos que usar nossa habilidade habitualmente. Temos que praticar em falar com outras pessoas sobre Jesus. Ouçam a palavra de Paulo a Timóteo:

"Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto. Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes" (1 Timóteo 4:15-16).

Assim, precisamos ver o que podemos fazer, e fazê-lo. Alguns serão capazes de ensinar em aulas bíblicas. Outros podem arranjar aulas em sua casa e convidar outros para ensinar. Alguns poderão usar seus automóveis para trazer pessoas às reuniões. Você pode querer comprar um maço de cursos por correspondência e usá-los para ensinar aos seus conhecidos. Outros podem querer manter uma reserva de artigos sobre diversos assuntos para dar a outras pessoas nas oportunidades. Alguns podem visitar os doentes e talvez fazer companhia a eles durante a noite, se for necessário. Você pode ser capaz de oferecer sua casa a outras pessoas e fazer contato para o evangelho. 

O ponto principal é que cada um deverá encontrar o que pode fazer e gastar parte do seu tempo fazendo-o de um modo habitual.

Mateus 6:19-21 prenderá este ponto no mesmo fio no qual eu prendi todos os outros. Ouçam a Jesus:

"Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam; porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração."

Não tenho nenhum interesse no mercado de ações e, na verdade, nunca aprendi a ler o noticiário econômico no jornal. Em geral, ignoro essa seção. Não a entendo.

Eu lhes direi o porquê: Não tenho dinheiro investido no mercado, nem um centavo. Se eu tivesse, seria diferente. Se eu tivesse um bocado de dinheiro investido na Bolsa, eu haveria de aprender a ler as páginas do mercado de ações e provavelmente haveria de devorá-las vorazmente. Não é isso o que Jesus está dizendo? "Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração."

Agora, aqui está o ponto importante: conforme encontramos o que podemos fazer e o fazemos de modo habitual, estaremos pondo um pouco mais, e mais um pouco, de nós mesmos no banco do céu. Estaremos constantemente aumentando nosso investimento no céu. Com nosso tesouro guardado no céu, nossos corações estarão lá. 
[...]

L. A. Mott, Jr. 


terça-feira, 11 de março de 2014

PALAVRAS DE PAZ E VERDADE

A bela expressão "palavras de paz e verdade" se refere ao que Mardoqueu escreveu aos seus compatriotas judeus durante o reinado de Assuero, rei persa. Também se aplica aos ensinos do Senhor Jesus Cristo, como os que estão nos quatro evangelhos do Novo Testamento.

No Senhor Jesus não havia ódio nem inveja. Por isso pôde dizer aos Seus discípulos: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou" (João 14:27). É uma paz integral, para a consciência e o coração. O Senhor dá aos Seus a Sua própria paz, da qual Ele mesmo desfrutou diariamente enquanto andou neste mundo.

E essa paz tem uma qualidade especial, porque ele acrescentou: "Não vo-la dou como o mundo a dá." Basta um breve olhar para comprovar a falta de paz no mundo. Por outro lado, o Senhor Jesus transbordava de paz, de uma constante tranquilidade interior vinda de sua inalterável comunhão com o Pai. E quem está em Cristo pode experimentar a mesma coisa. 

Esta paz está baseada na verdade. No Senhor não havia nenhum traço de falsidade ou mentira. "Eu sou a verdade" (João 14:6). Ninguém pode contestar essa declaração. E nós, se andarmos na luz também teremos comunhão com os outros e com Deus (1 João 1:7).

BoaSementeNT2014 

segunda-feira, 10 de março de 2014

Corações podem mudar


Conforme Buttrick observou: "Nenhuma parábola pode ser comprimida numa conclusão rigorosa. Há um ponto onde termina a analogia". 


O solo da natureza não é completamente paralelo ao "solo" do coração. O solo natural não tem poder para alterar sua condição, mas o coração pode mudar. 

Felizmente, corações duros, rasos e apinhados podem se tornar honestos e bons (Atos 8:22-23; Tiago 4:8). E, infelizmente, corações honestos e bons podem tornar-se duros, rasos e divididos (Hebreus 3:12-13). 

Precisamos ser muito ponderados com os últimos. Pelos primeiros podemos ser grandemente confortados, tanto como ouvintes como mestres do evangelho. 

O evangelho do reino é um apelo aos corações para mudar (Atos 3:19). O que temos sido não determina o que podemos ser. Pecadores precisam receber a graça de Deus com segurança, e cristãos precisam pregá-la com esperança. 

Corações que rejeitam hoje o evangelho não são, necessariamente causas perdidas. A palavra de Deus não germina em alguns corações tão rápido como em outros. Precisamos, portanto, aprender como regar paciente e amorosamente o que plantamos, e não ser como a garotinha que continuou cavando a sementeira do jardim para ver se alguma coisa estava acontecendo.

O coração da mulher que Jesus encontrou em Sicar da Samaria é quase um padrão completo de todos os corações da parábola do Semeador. 

Primeiro, ela era dura e suspicaz, "porque os judeus não se dão com os samaritanos" (João 4:9). Ela tinha pouco senso crítico de sua própria vacuidade espiritual. Mas, como tinha vindo buscar água, seu coração se entreabriu quando Jesus falou da água viva que mataria a sede dela para sempre. "Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la" (João 4:15). 

O Senhor então lavrou um profundo sulco no coração dela pedindo-lhe para chamar seu esposo, assim recordando-lhe a impiedade de sua vida: cinco esposos, e agora amasiada com um homem. Ela é tocada, mas seu coração está apinhado. Em vez de enfrentar sua necessidade espiritual imediatamente, ela queria ter uma discussão teológica sobre onde os homens deveriam adorar, se em Jerusalém ou no Monte Gerazim. 

Ao tempo em que Jesus terminou de ensinar-lhe o que significava adorar verdadeiramente a Deus, ela estava profundamente presa. "Eu sei, respondeu a mulher, que há de vir o Messias.... quando ele vier, nos anunciará todas as coisas"(João 4:25). "Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo". E a semente foi para casa profunda e seguramente no coração que tinha agora se tornado absolutamente honesto.

 "Muitos samaritanos daquela cidade creram nele, em virtude do testemunho da mulher, que anunciara: Ele me disse tudo quanto tenho feito" (João 4:39). Ela tinha estado ouvindo as coisas dolorosas que ele lhe tinha dito a respeito dela, e ouvindo bem. Ela tinha entendido o que um verdadeiro adorador de Deus era, e que até ela poderia ser. Isso mudou-a completamente e, como tinha de ser, enviou-a a dizer a todos que a pudessem ouvir como tinha acontecido e porque. 

A responsabilidade vem a nós no reino de acordo com nossa capacidade. O fruto produzido pode variar, porém não a consagração do coração

De cada coração verdadeiro sai muito fruto, e que fruto este coração desta antes dura e pecaminosa mulher, agora sincera, produziu!
Mas qual é o significado dos diferentes rendimentos da terra boa mencionados em Mateus e Marcos, " ... e produz a cem, a sessenta e a trinta por um" ? (Mateus 13:23). 

Isto sugere diferentes graus de fidelidade ou consagração? 

Parece altamente improvável. O coração da boa terra é absolutamente singelo, em contraste com o coração raso do solo pedregoso e do coração apinhado do solo espinhoso. O que é mais provável é que esta seja um paralelo à parábola dos talentos (Lucas 19:16-19). 

A responsabilidade vem a nós no reino de acordo com nossa capacidade. O fruto produzido pode variar, porém não a consagração do coração. Certamente o Senhor nos julgará por nossas oportunidades e capacidades, mas um coração puro e singelo é a única coisa que não é negociável.

E então, finalmente, a pergunta mais óbvia para aqueles que encaram seriamente as parábolas. 

O que aprendi sobre mim mesmo? 
- Qual dos solos descreve minha atitude para com o Senhor e sua palavra? 
- Meu compromisso com Cristo é instável, cheio de capricho e emoção? 
- Ele luta pela vida com a competição de incontáveis interesses de uma vida apinhada? 

E se a resposta for inquietante, qual decisão tomei para mudar?
 
Paul Earnhart




domingo, 9 de março de 2014

Deixar a Ansiedade - A tarefa mais difícil dos cristãos

Embora em muitas passagens da Bíblia tenhamos promessas da fidelidade, da provisão e da proteção de Deus, a tarefa mais difícil dos cristãos, a meu ver, consiste em seguir a ordem expressa nas três palavras "não andeis ansiosos".

Uma senhora idosa disse certa vez que havia sofrido muito, principalmente por causa de preocupação e medo de coisas que nunca aconteceram. Corrie ten Boom disse sobre este assunto:

Eu creio que, quando nos preocupamos, praticamente nos comportamos como ateus. Ou cremos em Cristo, ou não cremos. Ele disse: "Eu venci o mundo". Ele venceu? Ou Ele apenas nos prega uma peça de mau gosto?

Muitas vezes procedemos como pessoas que usam o elevador, mas não colocam a pesada mala no chão, preferindo segurar todo o peso. Na verdade somos crentes, mas simplesmente não nos aventuramos a entregar a nossa carga de preocupações Àquele que quer se preocupar conosco, que cuida de nós e nos conclama na Bíblia:

Não se preocupem!

Na prática, como demonstramos que "não nos preocupamos com nada"? Filipenses 4.6-7 nos diz:

"Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus."

"Não se aflijam com nada; ao invés disso, orem a respeito de tudo; contem a Deus as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-Lhe suas respostas" (Fp 4.6, A Bíblia Viva).

A exortação de Deus "Não andeis ansiosos" não é um conselho amoroso, um desejo ou um pedido, mas uma ordem! Nela somos chamados a assumir a tarefa mais pesada dos cristãos.
[...]

Norbert Lieth

                                                         




sexta-feira, 7 de março de 2014

O ESTRESSE

E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. 

Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti 

Marcos 6:31; Isaías 26:3

O estresse! Açoite da vida moderna, gerador de exaustão, conflitos, e doenças, depressões? Contudo, o estresse não é uma fatalidade. 

Nós, cristãos, temos de meditar no exemplo que o Senhor Jesus nos deixou. Ao lermos os evangelhos a maravilhosa calma que irradia de Sua Pessoa nos chama atenção. 

Teve tempo para falar com tranquilidade a uma mulher que encontrou perto de um poço. Quando lhe trouxeram umas crianças, e os discípulos quiseram impedir, o Senhor Jesus lhes disse: "Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim" (Mateus 19:14). Teve tempo para as crianças e para todos os que se aproximavam dEle.

O sucesso da nossa vida não se deve ao que fizemos ou conquistamos, mas da qualidade do que construímos. E isso depende de nosso relacionamento com Aquele que nos confiou tais coisas. 

Para nos livrarmos do estresse podemos nos apoiar em Deus e confiar no Senhor Jesus. Então aprenderemos a ser mansos, humildes e ativos. Porque de acordo com a parábola do semeador, as inquietações e preocupações também nos cansam e impedem que frutifiquemos.

Notemos que às vezes sofremos mais por causa de nossas reações do que por aquilo que as motiva. Ao buscar em oração as causas ocultas do cansaço que enfrentamos, recebemos de Deus uma paz que reina tanto nos momentos de descanso quanto nos de intensa atividade.

'BoaSementeNT2014'  



UMA LUZ PARA ILUMINAR

"Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade Porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz. [Deus disse a Paulo]  Aos gentios, a quem agora te envio, para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim"   
(Salmo 36:7-9; Atos 26:17-18).

Lembro-me de certa ocasião em que houve um grande apagão em minha cidade. Todas as linhas de energia foram destruídas pelo peso da neve. Durante várias semanas tivemos que usar velas e lampiões. Acabamos de nos acostumar a passar noites à meia-luz. 

Quando por fim a eletricidade foi restaurada, que maravilha! Já havíamos esquecido o brilho de uma lâmpada elétrica.

O homem já está acostumado a viver na escuridão moral do mundo, porque nasceu nas trevas. Recusa-se a voltar para seu Criador, Aquele que não somente criou a luz física, mas que deseja fazer brilhar em nosso coração a luz espiritual. 

O Senhor Jesus veio a este mundo para chamar "das trevas para a sua maravilhosa luz" (1 Pedro 2:9) todos os que aceitam pela fé o valor de Seu sacrifício.

Você tem reconhecido diante de Deus seu estado pecaminoso que o mantém nas trevas da morte? 

Confesse ao Senhor Jesus seus pecados, se arrependa e permita que Ele entre no seu coração, pois "aos justos nasce luz nas trevas; ele é piedoso, misericordioso e justo" (Salmo 112:4).

Somos chamados para sermos filhos da luz, porque nascemos do Deus que "é luz, e não há nele trevas nenhumas" (1 João 1:5).

BoaSemente-NT-2014



 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Podemos melhorar!


O pecado é uma realidade contínua para nós, mesmo como cristãos. João escreveu: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (1 João 1:8). Isto quer dizer que continuaremos a lutar com o pecado enquanto vivemos neste mundo. 

Apesar de tentarmos como podemos (e como devemos), nós não conseguimos ser perfeitos. O fato de sermos falíveis, porém, não quer dizer que somos incapazes. Há algo que podemos fazer, e é simplesmente isso: podemos melhorar! Podemos aprender a sermos mais consistentes na nossa obediência. E simplesmente não podemos nos permitir a aceitar algo menos.
[...]
A obediência a Deus nunca pode ser completamente “automática”. Não há nenhuma maneira de eliminar a necessidade de escolher a obediência em cada momento que acontece conosco. 

Sim, há coisas que podemos aprender que nos ajudarão. E sim, podemos pegar um certo embalo que terá a tendência de nos manter indo na direção certa. Mas levando em conta todas estas coisas, ainda devemos dizer que os atos individuais de piedade são escolhas que devemos fazer.

Nem sempre faremos as escolhas certas, é óbvio.
Não podemos ser perfeitos, mas podemos melhorar. 

1. Podemos melhorar o nosso próprio caráter, esclarecendo quais são nossos verdadeiros princípios e fazendo um compromisso mais forte para com eles. 

2. Podemos manter a nossa visão mais clara e nos esforçar mais em ver as distrações do diabo. 

3. Podemos, pelo treino paciente, ensinar a nossa carne a ser mais forte, isto é, mais um aliado e menos um inimigo. 

4. Podemos desenvolver mais as disciplinas espirituais e viver um estilo de vida geral que conduz a força espiritual. 

5. Podemos melhorar em como lidamos com os momentos e tornar-nos mais consistentes nas nossas escolhas.

Resumindo, podemos aprender a sermos mais "limpos de coração" (Mateus 5:8). Podemos viver diante do nosso Deus com uma paixão mais inteira por Ele a sua vontade.


 Podemos ser "aquele que se aproxima de Deus" (Hebreus 1:6). E "esquecendo...das coisas que para trás ficam e avançando para s que diante de mim estão"
podemos ser aqueles que prosseguem “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:13-14). 

 
Gary Henry