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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Jesus pregou sobre a preocupação

Jesus, Ele pregou sobre a preocupação Lucas 12:22-34, mandando que jamais nos preocupássemos com as coisas materiais. E deu razões ponderáveis. 

Ele disse que, desde que Deus já nos deu nossa vida e nosso corpo, certamente podemos confiar nEle para nosso alimento e roupa. Ele salientou que Deus cuida dos corvos e dos lírios e que somos muito mais valiosos do que eles. 

Ele insistiu em que a preocupação é inútil, uma vez que não podemos fazer-nos um dia mais velhos, nem um centímetro mais altos. 

Finalmente, lembrou-nos que a preocupação é característica dos gentios, que não têm relação com um Pai celestial que cuide deles. Preocupação com coisas materiais revela falta de confiança em Deus e um desejo exagerado de posses materiais.
                                                                         por Gary Fisher

Lucas 12
22 Dirigindo-se aos seus discípulos, Jesus acrescentou: "Portanto eu digo a vocês: Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir.

23 A vida é mais importante do que a comida, e o corpo, mais do que as roupas. 

24 Observem os corvos: não semeiam nem colhem, não têm armazéns nem celeiros; contudo, Deus os alimenta. E vocês têm muito mais valor do que as aves! 

25 Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? 

26 Visto que vocês não podem sequer fazer uma coisa tão pequena, por que se preocupar com o restante? 

27 "Observem como crescem os lírios. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu digo a vocês que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. 

28 Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, quanto mais vestirá vocês, homens de pequena fé! 

29 Não busquem ansiosamente o que comer ou beber; não se preocupem com isso.

30 Pois o mundo pagão é que corre atrás dessas coisas; mas o Pai sabe que vocês precisam delas.

31 Busquem, pois, o Reino de Deus, e essas coisas serão acrescentadas a vocês. 

32 "Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar o Reino a vocês. 

33 Vendam o que têm e deem esmolas. Façam para vocês bolsas que não se gastem com o tempo, um tesouro nos céus que não se acabe, onde ladrão algum chega perto e nenhuma traça destrói. 

34 Pois, onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração. 


 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O Servo Sofredor é o Salvador Sofredor

O Cântico do Servo Sofredor em Isaías 52.13-53.12 é considerado como o pináculo mais elevado das profecias de Isaías. Uma leitura não-tendenciosa não pode levar a qualquer entendimento a não ser aquele de um Messias que sofre, morre e ressuscita para trazer redenção eterna a Seu povo: “Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53.5)

O Servo Sofredor é o Salvador Sofredor. John Richard Sampey (1863-1946), um estudioso que mais tarde tornou-se presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, disse relativamente a Isaías 53:

A aplicação ao Novo Testamento desta grandiosa profecia sobre Jesus não é uma acomodação de palavras originalmente faladas sobre Israel como nação, mas o reconhecimento do fato de que o profeta pintou antecipadamente um retrato do qual Jesus Cristo é o original. 

 
A mensagem do evangelho de Isaías não é muito diferente do evangelho que pregamos hoje. Ela segue:

Deus é santo (Is 43.15)

Todos pecaram contra Deus (Is 59.12)

O pecado separa o homem de Deus (Is 59.2)

O Messias tratará da questão do pecado (Is 53.6)

Devemos buscá-lO e clamar por Seu nome para recebermos redenção. 


Os rabinos certa vez declararam: “Todos os profetas profetizaram relativamente aos, ou até os, dias do Messias” (Talmud Sanhedrin 99a). Quando Jesus esteve na sinagoga de Nazaré, talvez uns poucos tenham percebido o cumprimento das profecias de Isaías. Quão bem-vindas estas boas-novas devem ter sido àqueles que creram!

Peter Colón

 
Quando Jesus esteve na sinagoga de Nazaré, talvez uns poucos tenham percebido o cumprimento das profecias de Isaías. Quão bem-vindas estas boas-novas devem ter sido àqueles que creram! 



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Que maravilha é podermos orar onde estivermos!

O trabalho dos mineiros sempre foi perigoso. Nos tempos antigos, eles raramente passavam dos quarenta anos. Muitos se tornavam vítimas de pedras que caíam ou de silicose (doença dos pulmões), além de outros perigos. Temperaturas extremas e a umidade causavam danos aos trabalhadores.

Obviamente sabiam que sua saúde e segurança não dependiam somente deles, pois em uma mina que visitei recentemente havia uma capela subterrânea. Eles iam lá para orar antes do trabalho. E tinham razão para isso. 

O guia que estava nos mostrando o lugar não tinha explicação para aquilo, e os outros turistas consideravam a capela como uma mera relíquia do passado.  

“Como as pessoas eram retrógradas naquele tempo!” Será?

Mudança de cenário. O respeitado ministro Neemias estava envolvido em uma importante conversa com o poderoso rei da Pérsia, Artaxerxes-I. Havia questões relevantes em jogo. Uma palavra errada poderia causar conseqüências imprevisíveis. O que esse homem, em posição tão alta, fez? Ele orou (leia o capítulo 2 de Neemias).

Deus ouviu aquela curta oração. Que maravilha é podermos orar onde estivermos. Nós também precisamos de proteção e ajuda nas tarefas e decisões difíceis. E nosso grande Deus escuta as orações, seja em uma mina, no palácio dos governantes, na cozinha de uma dona-de-casa, enfim, em qualquer lugar.  
E orar não é ser retrógrado, é ser sábio!

E o rei me disse: Que me pedes agora? Então orei ao Deus dos céus (Neemias 2:4).

de "EncontreaPaz"


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Cada indivíduo é um construtor

Procuramos sempre encorajar a construção: a construção do caráter, a construção de lares e a construção de igrejas. Isto reflete uma ênfase indiscutível nas Escrituras.

O Senhor é um construtor. "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam" (Salmo 127:1). Cada indivíduo é um construtor. "Todo aquele que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha.... Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces" (Lucas 6:47-49).

De modo especial, os evangelistas são construtores. Paulo escreveu aos coríntios: "Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele" (1 Coríntios 3:10). A estas palavras, contudo, ele acrescentou: "Porém, cada um veja como edifica".

O alicerce precisa estar certo. Desde o começo, Paulo minimizou a importância da sabedoria humana, a personalidade e o talento dos professores. Ele atingiu seu auge em 1 Coríntios 3:11. "Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo."

Os materiais precisam estar certos. "Contudo, se o que alguém edifica sobre o fundamento é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará" (1 Coríntios 3:12-13). Um templo de madeira, feno e palha pode ser construído rápido e barato. Apelos aos apetites carnais para comida de graça, recreação, divertimento, educação, etc., ajuntarão tais materiais em grandes quantidades. 

Aqueles que buscam materiais mais caros, limitando-se a pregar "Cristo, e este crucificado", parecerão ser lentos e improdutivos, mas o tempo dirá. Homens de fé não julgam nada "antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará a plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus" (1 Coríntios 4:5).

A planta precisa estar certa. Paulo continua: "Estas coisas, irmãos, apliquei-as figuradamente a mim mesmo e a Apolo, por vossa causa, para que por nosso exemplo aprendais isto: não ultrapasseis o que está escrito" (1 Coríntios 4:6).

[...]

Que jamais fiquemos tão temerosos de enganos que cessamos de construir. Esse seria o maior engano de todos. Mas que nunca nos tornemos tão positivamente zelosos que reajamos desfavoravelmente à divina advertência: "Cada um veja como edifica".

-por Sewell Hall



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Jesus mostrou como vencer a tentação


Desde o êxodo, o deserto simboliza tentação e prova. Para em tudo ser semelhante a seus irmãos, Jesus teve um confronto com o diabo no deserto (estude Mateus 4:1-11; Lucas 4:1-13; Hebreus 2:14-18).

Embora Jesus tenha sido tentado em tudo, nenhuma vez se rendeu. Seu exemplo nos mostra de que forma podemos vencer o diabo.

Satanás usou uma estratégia tríplice.

Primeiramente, ele adequou as suas tentações àquilo em que Cristo pudesse mostrar-se vulnerável. Ele tentou a Jesus no seu ponto mais fraco -- tentou levá-lo a usar indevidamente o seu poder para fazer pão num momento em que se achava faminto. 

Em segundo lugar, Satanás citou as Escrituras. Isso revestia a tentação com uma camada fina de virtude. Sendo o próprio diabo um citador experimentado das Escrituras, devemos acautelar-nos de ingenuamente acreditar em qualquer pessoa só porque ela "conhece a Bíblia". 

Em terceiro lugar, na "tentação do reino", Satanás mostrou que estava disposto a oferecer qualquer coisa para ganhar a alma de Jesus. Se você tiver um preço pelo qual você venderia a sua alma, Satanás terá prazer em pagá-lo.

Jesus mostrou como vencer a tentação. 

Em primeiro lugar, ele citou a própria Escritura cada vez que deu uma resposta. Em tempos de crises, ter a palavra de Deus em nosso coração é que faz a diferença entre a vitória e o fracasso (Salmo 119:11). 


Em segundo lugar, Jesus não cedeu. Ele jamais fez o que sabia ser errado. Uma vez que Jesus em todo momento se recusou a pecar, Satanás decidiu por fim deixá-lo por um tempo. "Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tiago 4:7).

Jesus mostrou o caminho à vitória sobre a tentação. Vamos seguí-Lo? 


                                                                 Gary Fisher              



sábado, 22 de fevereiro de 2014

DOMÍNIO PRÓPRIO


"Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne" (Gálatas 5:16). O contexto ressalta a razão ­ "porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer" (Gálatas 5:17).

[...]
 
Os termos embriaguez e folias têm relação com a falta de domínio próprio. Muitas coisas condenam a embriaguez, mas uma das mais evidentes é a perda do controle em todas as áreas ­ da razão, da emoção e do físico; somos, entretanto, ensinados de muitas formas a ter autocontrole. 

As folias são definidas como a entrega e a conseqüência da embriaguez. Qualquer coisa em que nos metamos que resulte em não exercitar o domínio próprio é algo que devemos evitar. Os que participam de jogos esportivos e os seus fãs. Muitas vezes são culpados de perderem completamente o autocontrole. Tudo isso certamente não agrada ao Senhor.

A falta de espaço não nos permite avançar na discussão deste assunto, mas há muito mais "coisas assim" em outros textos do que há neste. Suponhamos que tivéssemos uma série de itens específicos para tudo sobre o que refletíssemos, fossem coisas negativas, fossem positivas. Não poderíamos carregar uma Bíblia dessas. 

As categorias amplas e genéricas são apresentadas claramente, segue-se depois a simples reflexão de que a prática de "coisas assim" é errada.

Mas encerremos com um aspecto positivo, retornando ao pensamento com que começamos. "Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne". Se permitirmos que o Espírito nos guie, não precisaremos nos preocupar com o erro. O Espírito nos conduzirá no caminho certo pela palavra.
 

por Ray Ferris



A surpreendente chave para a paz real

É interessante que Jesus freqüentemente nos diga para buscarmos as bênçãos que ele promete em lugares inesperados. 

Àqueles que queriam ser exaltados, ele disse que olhassem para baixo e lavassem os pés de seus irmãos (João 13:14-15). 
Àqueles preocupados com necessidades físicas, ele disse que buscassem as coisas espirituais (Mateus 6:31-34). 
E àqueles que querem a paz com os homens, ele diz que busquem a sabedoria pura que vem de cima. 

Se começarmos a buscar a paz, é bem provável que acabemos com nada mais do que alianças impuras com pessoas infiéis. Mas se partirmos para buscar e seguir a Verdade, receberemos o benefício extra da paz com Deus e seu povo. 

"A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica..." (Tiago 3:17). Não podemos reverter a ordem. Se pusermos a paz acima da pureza na pregação e na prática, terminaremos em desavença com Deus. Mas se nos devotarmos a proclamar e a seguir a pura mensagem de Jesus Cristo, gozaremos paz eterna com Deus e seu povo (1 Coríntios 1:10; Efésios 2:11-22).

"Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros" (Romanos 14:19).   
por Dennis Allan
            


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Nossas ações


Como criaturas feitas à imagem de Deus, desejamos um relacionamento com outros seres pessoais. E se precisamos nos relacionar com criaturas semelhantes, necessitamos ainda mais profundamente de um relacionamento com o nosso Criador. 

Fomos planejados para algo que as escrituras chamam de “comunhão” com Deus (1 João 1:3). Sem este envolvimento essencial, nossos espíritos vagariam pelo vazio.

O propósito de nossa existência é muito bem descrito nesta velha tradição: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre.”
Essas palavras descrevem perfeitamente a satisfação maior que está ao nosso alcance, analisando o assunto da nossa perspectiva. Porém, da perspectiva de Deus, não podemos dizer também que Ele nos deu o poder de glorificá-Lo e apreciá-Lo para poder mostrar sua bondade através de nós? 

Nós somos meios, instrumentos através dos quais Deus pretende demonstrar, pelas nossas ações, a sua bondade.

Se formos alienados de Deus, Ele não poderá revelar plenamente a sua bondade através de nós. Se seu propósito não está se cumprindo em nós, não podemos sentir a alegria para a qual fomos criados. E se perdermos a alegria, tudo mais no mundo se tornará futilidade e frustração.

 “Ó Deus...meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (Salmo 63:1). Tendo sido criados por Deus, nós o desejamos. Quando os nossos corações se apertam nesse mundo, significa que estamos com saudades do lar.

Aquele que é criado à imagem de Deus deve conhecê-lo ou ficará desolado.(George MacDonald)  

por Gary Henry   

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O que você vai fazer com o bonito nome de "cristão" ?

"Disse também Deus a Abraão: A Sarai, tua mulher, já não lhe chamarás Sarai, porém Sara. Abençoá-la-ei, e dela te darei um filho: sim, eu a abençoarei, e ela se tornará nações; reis de povos procederão dela." (Gênesis 17.15-16)
 
Depois que o Senhor deu o novo nome a Abraão, no mesmo capítulo da Bíblia vemos que Ele se ocupa com Sarai. Em outras palavras: "Abraão, sua mulher faz parte da bênção!"
  
Seu nome Sarai já tinha um significado bonito: "Minha princesa". Sara significa "mãe fecunda de povos". 

A maravilha é que Abraão e Sara se contentaram unicamente com a Palavra de Deus, sem ver, sem provar, sem sentir e sem experimentar. Essa é a fé que precisamos em nossos dias. Não vemos muito. 

Sua Palavra, Sua promessa deve ser suficiente para nós.
  
"Sim, Senhor, eu creio!" Porque Abraão e Sara creram, o Senhor os renovou, e eles puderam ser pai e mãe de muitos povos. O Senhor também quer fazer isso em sua vida! Mas o que você vai fazer com o bonito nome de "cristão" se você não quiser carregar a cruz de Cristo? 

Você deve crer na Palavra e levar a sério o discipulado, e então será fecundo e sua vida será multiplicada por milhares.

por Wim Malgo


                                                              

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Só sei que agora VEJO!

Respondeu ele:… Uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo (João 9:25).

 
Em João 9 lemos a história de um homem que nasceu cego e foi curado pelo Senhor Jesus. Esse homem e sua deficiência ilustram perfeitamente a condição espiritual de cada pessoa que nasce neste mundo.

A Palavra de Deus declara que o homem é cego no tocante ao seu próprio estado de perdição e a Deus. E o Filho de Deus veio ao mundo para derramar luz em nossas trevas (Salmo 18:28). Ele afirmou que era a luz do mundo (João 8:12). Sem Ele restam apenas trevas e perdição. Quem O recebe tem a “luz da vida”. 

À luz da morte de Cristo na cruz fica evidente quem Deus é e quem o homem é. Deus é santo, julga o pecado, mas, ao mesmo tempo, sacrificou Seu próprio Filho pelos pecadores. E a condição do homem é tão terrível que nada, a não ser a morte do Senhor Jesus poderia nos reconciliar com Deus. Na cruz o Senhor suportou o castigo pelo pecado, para que quem nEle crer receba o perdão.
 
Os que se recusam a ouvir e a aceitar a verdade sobre Deus e sobre si mesmos permanecem em trevas. Mas quem vem a Cristo, a luz verdadeira, confessando sua culpa irá experimentar o que é ter luz, e mais: o que é ser luz. Essa é a cura de Deus para nossa cegueira.

Um cristão genuíno sabe o que é ser salvo e ser filho de Deus. Sabe o que é abandonar as trevas e viver na maravilhosa luz de Deus. O relacionamento com Deus não é baseado em suposições, mas em certeza e realidade. Por isso, podemos fazer coro com o cego do versículo acima: “Uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo”!   

BoaSemente2014

 


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Aprender a orar concretamente


A oração precisa e específica abriga um grande mistério! O Senhor Jesus nos diz que não devemos usar de vãs repetições, ou seja, não devemos usar muitas palavras, como fazem os gentios. 

Ele está querendo dizer que nossas orações devem ser claras e centradas no alvo, que devemos orar especificamente pelo que está em nosso coração. 

Muitos vivem dentro de uma bolha de religiosidade, usam um vasto repertório de palavras e frases feitas quando se dirigem ao Senhor, e quando se erguem de seus joelhos já não sabem o que oraram e quais foram, de fato, seus pedidos ao Senhor. 

Aprenda você também a orar concretamente. Uma oração concreta não é nada mais do que contar com a presença do Salvador vivo, poderoso para interferir e ajudar neste exato momento. Elias disse: “fique, hoje, sabido que tu és Deus em Israel” (1 Reis 18.36-40)

por Wim Malgo                               

Obediência!

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” Mateus 7.21 

Obediência! Essa palavra chega ser ofensiva para a geração de hoje! Nos dias atuais, obedecer significa assumir uma incapacidade e, assim, dependência dos outros. É sinônimo de fraqueza!

Cada um sabe o que é melhor para si e seus interesses. Mas para Deus não é assim! A palavra “obediência” ainda é essencial e não de forma parcial. Significa obediência total! 

Estamos constantemente em guerra com um inimigo que nos oferece várias oportunidades para que o pecado domine a nossa vida. Resta-nos, então, a decisão de obedecer a Deus e à Sua Palavra para que tenhamos uma vida íntegra diante d’Ele e assim espalharmos a Sua mensagem salvadora a esse mundo pecador.

por Haroldo Reimer/DVD "Obediência" 



 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

JESUS CRISTO, A personificação da verdadeira paz!

A paz descrita na Bíblia é diferente. Jesus disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). 

Jesus Cristo enfatizou a diferença clara entre a paz que Ele nos dá e a paz oferecida pelo mundo.

Simplesmente não há paz na terra; nunca houve nem nunca haverá paz enquanto o pecado não for removido. É exatamente o que Jesus fez. Nosso Príncipe da Paz é o único que salva do pecado, pois Ele pagou o preço: “O qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai” (Gl 1.4).

O mundo nunca produzirá paz, pois sua natureza é pervertida, má e pecaminosa. Por isso, o anseio do mundo pela paz é um sonho impossível de se tornar realidade. A personificação da verdadeira paz é: “Ele (Jesus Cristo) é a nossa paz” (Ef 2.14).


por Arno Froese 

 

DEUS, Ele é o Sustentador

[...] Nós vivemos e funcionamos pela força da providência sustentadora de Deus todos os dias. Suportamos dificuldades e o processo de crescermos até a maturidade em Cristo. Recebemos bênçãos em nossa família por causa da graça sustentadora de Deus.

Deus, de fato, mantém nossa própria existência: “Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17.28). Por virtude da natureza de Deus, Ele é a base da existência. Ele não depende de ninguém. Ele é completamente auto-suficiente, é Aquele que sustenta toda a vida até o dia em que declarar que tudo está terminado.

Deus é também o fim de todas as coisas. Tudo existe para Seu prazer. Apocalipse 4.11 fala que vinte e quatro anciãos estão na sala do trono nos céus, adorando a Deus. Como pessoas que já viveram toda sua vida e foram promovidas para o céu, elas falam a partir de uma perspectiva celestial: “Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas”


Finalmente, tudo existe para Deus.

Que consolação deveria ser o fato de que esse Criador majestoso, todo-poderoso, todo sabedoria, ama você e a mim. Ele nos ama tanto que “deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Geralmente temos atitudes erradas na pequena vida que vivemos. Exageramos nossa importância e centralidade. E quando tudo parece estar ruindo ao nosso redor, ainda fracassamos em enfocar Aquele em quem, através de quem, e para quem são todas as coisas. Todas as coisas existem para a glória de Deus. E, um dia, todos na Terra glorificarão o Seu nome.

parte texto de Richard D. Emmons


 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

O exemplo Perfeito


"O exemplo de Jesus Cristo é o único que já existiu, na natureza humana, totalmente perfeito; o que, portanto, é um critério para testar todos os outros exemplos. As disposições, as atitudes e as práticas de outros devem ser recomendadas e seguidas na medida que foram seguidoras de Cristo”

Jonathan Edwards
 
 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

ORAÇÃO, pesado serviço de guerra

A oração não é um dever piedoso, que faz parte de seguir a Jesus, mas é pesado serviço de guerra. Deus nos prometeu bênçãos ilimitadas na sua Palavra, se orarmos. Por isso, todo o inferno se joga contra uma pessoa que ora. 

Paulo diz em 1 Timóteo 2.1: "Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas...". Ele dá, portanto, lugar de destaque à oração; ele diz que a oração é a primeira, a maior, a mais importante. Por quê? Porque a nossa ação diária só tem conteúdo eterno na medida em que oramos, e porque Satanás ainda tem poder sobre todos os que não são pessoas de oração.

Pessoas que oram vencem em meio à noite escura!

... o autor [Wim Malgo] nos anima a travar a batalha da fé em oração, pois esta sempre foi descrita como a "chave para os tesouros de Deus".

Livro"Chamado a Orar" de Wim Malgo


 

Preguiça - arma traiçoeira

                          
 
A preguiça é uma arma traiçoeira que Satanás usa contra aqueles que desejam se tornar pessoas de oração. É a arma da carne, a sensação de impotência. Você se ajoelha, quer orar, mas não consegue dizer uma única palavra. Tudo parece muito difícil. A carne não consegue orar. 

Como você consegue se livrar dessa incapacidade e dessa preguiça? A resposta é: ore com a Bíblia! 

Leia em voz alta as promessas que falam da oração. Jesus disse: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei, e abrir-se-vos-á” (Mt 7.7).  

Diga simplesmente a Deus: “Senhor, não consigo pedir, mas Tu dizes na Tua palavra que eu devo pedir, pedir com perseverança”. Exponha a Ele toda a sua miséria. Não fique calado! E enquanto você fala com Ele e lê Sua Palavra, de repente perceberá a faísca da oração acendendo seu coração, fazendo desaparecer sua preguiça e sua indolência, e suas orações alcançando o trono da graça.

por Wim Malgo 




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

PRIVILÉGIO é caminhar diariamente com Deus


Deus deseja que seus filhos tenham comunhão uns com os outros. A comunhão com outros homens depende de nossa comunhão com Deus. 

Como foi observado anteriormente, quando nos tornamos filhos de Deus, também nos tornamos parte de uma irmandade espiritual. Há um sentido no qual todos os filhos espirituais de Deus compartilham uma fé comum e uma salvação comum (Tito 1:4; Judas 3).

No primeiro século, os grupos locais de santos se encontravam para adorar a Deus e para trabalhar juntos pela causa de Cristo. Eles partilhavam o ensinamento do evangelho, tanto pessoalmente como pelo sustento dos pregadores do evangelho (Gálatas 6:6; Filipenses 1:3-5; 4:15). 

Eles partilhavam a educação mútua.

[...]

Adão e Eva perderam sua comunhão com Deus por causa do pecado, mas, graças a Deus, através de Jesus Cristo podemos novamente gozar da comunhão com nosso Criador. O que foi perdido no Jardim do Éden pode ser conseguido mais uma vez em Cristo. 

Que bênção e que privilégio caminhar diariamente com Deus agora, esperando aquele dia quando poderemos viver eternamente em sua presença, no céu!

por Allen Dvorak
                                                                  

                                         

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

PRATICAR - Bênção ampla e certa é condicional

Se alguém examina bem essa lei e não a esquece, mas a põe em prática, Deus vai abençoar tudo o que essa pessoa fizer. (Tg 1.25b) 
 
Que maravilha! Tiago prende a atenção de todo o povo de Deus espalhado pelos quatro cantos do mundo. Ele fala de algo que todos querem: a bênção de Deus sobre tudo o que a pessoa faz. 
Não há nada melhor do que isso, pois a bênção lá de cima de fato faz diferença. Em outras versões, lemos que essa pessoa “será feliz no seu proceder”, “será feliz no que fizer”, “encontrará felicidade naquilo que realiza” ou “vai longe e será abençoada por Deus”.

[...]

Essa bênção ampla e certa é condicional. Tiago explica: “se alguém examina bem essa lei e não a esquece, mas põe em prática, Deus vai abençoar tudo o que essa pessoa fizer”. Em outras palavras, “o homem que observa atentamente a lei perfeita”, “quem se concentra nessa lei perfeita e nela permanece firme”, “aquele que se debruça sobre a lei perfeita, e nela persevera, não como um ouvinte distraído, mas pratica o que ela ordena”, “quem contempla atentamente a lei perfeita da liberdade, e nela se aprofunda – não aquele ouvinte esquecidiço, mas aquele que executa a obra – este é que será bem-aventurado no que fizer”. 
Se José tivesse cedido à tentação da mulher de Potifar ou relaxado em qualquer outro aspecto da lei perfeita, certamente não teria sido tão abençoado quanto foi!

- Com justa razão, José era teimosamente abençoado por Deus!
por Elben César
Editora Ultimato

                                 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Três questões clássicas sobre Deus e a eternidade


Ah, se eu soubesse onde o poderia achar! (Jó 23:3)
 
O livro de Jó é o livro mais antigo da Bíblia. Nele encontramos as três questões clássicas sobre Deus e a eternidade, cujas respostas somente Deus pode nos dar. O raciocínio humano não nos leva um passo adiante, sendo totalmente inadequado para alcançar Deus.

O que Jó quis dizer com as palavras acima? 

Ele queria o próprio Deus. Estando separado dEle desde a queda, o homem tenta de tudo para encontrá-Lo. Cada religião é uma expressão dessa busca e desse anseio.

Os seres humanos possuem a capacidade de concluir, a partir das maravilhosas obras visíveis na criação que o Criador invisível existe (Romanos 1:20). Somente podemos encontrar Deus quando Ele mesmo Se revela, e a criação é uma das maneiras pelas quais Ele revelou Sua existência, Seu poder e glória.

A revelação de que Deus é luz e amor, contudo, está em outro lugar. A Pessoa do Senhor Jesus satisfaz todos os três questionamentos colocados por Jó. A resposta sobre onde se pode achar Deus foi a encarnação de Cristo: "Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou" (João 1:18). 

O que nenhuma religião pode nos conceder, o Senhor Jesus Cristo nos dá em Sua Pessoa. Ele veio a este mundo para revelar Deus.

Portanto, se você deseja saber onde encontrar Deus, observe a vida e a morte do Senhor Jesus Cristo. NEle você pode contemplar a grandeza e o amor de Deus, que excedem todo o entendimento humano. 

Boa Semente 2014   



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Olhar o futuro com CONFIANÇA

Deus quer que eu e você encaremos o futuro com confiança, porque sabemos que é Ele que tem o futuro em Suas mãos. Mais que isso, Ele deseja que vivamos o momento presente com ousadia e certeza, venha o que vier. 

Ele projetou a profecia bíblica como uma espécie de holofote divino, o qual atravessa a escuridão e a neblina para mostrar-nos qual o melhor caminho para a vida plena enquanto estamos na terra.

A melhor maneira de cada cristão viver dia após dia foi descrita pelo apóstolo Paulo quando ele nos desafiou a permanecermos "aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tt 2.13).

Livro de Thomas Ice 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Os filhos deverão estimar seus pais altamente ... por causa dos mandamentos de Deus

Filhos, honrai vossos pais!

Muitos países têm certas medalhas de honra para conferir àqueles cidadãos ou soldados que tenham desempenhado algum serviço meritório em favor de seu país. Os pais são pessoas que oferecem serviço especial dia após dia, tomando decisões e fazendo sacrifícios no melhor interesse de seus filhos. 

Muitos pais prefeririam a honra e o respeito de seus filhos a qualquer medalha de honra. As Escrituras, de fato, ordenam aos filhos que honrem seus pais. O apóstolo Paulo escreveu: "Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Efésios 6:2-3).

Qual é a diferença entre obedecer e honrar nossos pais? O que está envolvido com honrar pai e mãe? 

Honrar, como a palavra grega sugere, significa valorizar ou considerar altamente, ter em grande estima. Um filho pode submeter-se à vontade de seus pais sem tê-los em alta consideração. Seu motivo para submissão pode ser egoísta por natureza. 

As Escrituras revelam-nos que a obediência do filho deverá originar-se da alta estima que ele tem por seus pais. Pais nem sempre agem de tal modo que encorajem o respeito de seus filhos, mas os filhos deverão estimar seus pais altamente ... por causa dos mandamentos de Deus a este respeito.

Certamente honrar pai e mãe incluirá obediência, mas esta responsabilidade acarreta muito mais. Os filhos deverão dirigir-se a seus pais com respeito, sem grosseria, sarcasmo ou ridículo. 

Os filhos demonstram respeito por seus pais ouvindo o que eles têm a dizer. Os escritor de Provérbios aconselhou: "Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe quando vier a envelhecer" (23:22).
[...]

Jesus, nosso grande exemplo, foi submisso a seus pais. Ainda que Ele fosse a Divindade em carne, ele seguia o plano de Deus para a família (Lucas 2:51). Deus estabeleceu seu plano para nossas famílias porque ele deseja nossa felicidade e sabe que tipo de relações são mais satisfatórias e mais recompensadoras para nós. 

Quando a vontade de Deus é negligenciada, resultam a aflição e a miséria. É verdade geral que os filhos que obedecem e honram seus pais vivem mais, têm vidas mais felizes e, mais importante, estão agradando a Deus!

­trecho do texto de Allen Dvorak

                                             

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Há um tempo certo para tudo!

"Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu. "  Eclesiastes 3.1

O ser humano moderno se acostumou a desrespeitar os ciclos naturais da vida e a usar a inteligência dada por Deus para recriar uma atmosfera artificial que promova um crescimento acelerado para tudo.

Com isso, muitos cristãos não aceitam mais viver os ciclos de plantação, germinação, crescimento, fortalecimento e reprodução planejados pelo nosso criador em suas vidas. Querem crescer rápido, se expandir logo e conquistar tudo em pouco tempo.

Na agricultura, o uso de aditivos químicos para o desenvolvimento acelerado e a maturação das frutas, verduras, legumes e cereais, tira a vitalidade desses alimentos, e consequentemente a função primordial deles em nosso organismo.

Há tempo de nascer e de morrer, de se esforçar e de descansar, de sofrer e de curtir, de falar e de se calar, de orar e de testemunhar. Estes ciclos naturais se aplicam a todas as áreas da nossa vida: física, espiritual, escolar, profissional, ministerial, entre outras.

Que sejamos todos como a árvore plantada junto ao rio, que no devido tempo dá o seu fruto, cheio de força vital. Se tivermos nossas raízes plantadas na fonte de águas vivas, que é Jesus, tudo o que fizermos será bem sucedido. 

Tsuli Narimatsu     

Meu Redentor está vivo!

Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus (Jó 19:25-26).


A história de Jó nos dá um excelente exemplo de como Deus agia há muito, muito tempo. O que nos surpreende é a segurança com a qual ele pôde fazer as declarações acima.

“Sei que meu Redentor vive.” Todos deveriam ser capazes de afirmar: “Meu Redentor está vivo!”

Por meio das Sagradas Escrituras, os cristãos têm maior conhecimento da redenção que Jó. O Redentor, Jesus Cristo, realizou a obra de expiação dos pecados na cruz. Todos os que crêem nEle e se apoderam pela fé de Sua obra podem afirmar: “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados” (Colossenses 1:14). E nosso Redentor vive “sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25). 

Que alegria e segurança isso nos dá!

“Por fim se levantará sobre a terra.” Jó cria que seu Redentor no futuro iria instaurar Seu reinado, provavelmente sem conhecer mais nada sobre isso. O Antigo e o Novo Testamentos nos dão informações mais detalhadas sobre o reinado do Messias (Daniel 7:14).

“Depois de consumida a minha pele... em minha carne verei a Deus.” Isso comprova que a fé pessoal de Jó ia além do túmulo. Ainda que o corpo mortal se corrompesse, Jó olharia para Deus. E até o Novo Testamento não havia muitos detalhes sobre a ressurreição de todos os mortos.

Diferentemente de Jó, nós hoje temos a Palavra de Deus completa e acessível. Se estudarmos a Bíblia, aprenderemos tudo o que Deus deseja nos conceder.

do devocional 'encontre-a-paz"

sábado, 8 de fevereiro de 2014

DOMINAR a Si Mesmo

Mas o fruto do Espírito é:… temperança  (Gálatas 5:22). 

O conceito bíblico da palavra “temperança”, ou “domínio próprio” em outras versões, vai muito além de moderação ou abstinência de álcool. O apóstolo usa a mesma palavra ao cobrir todos os aspectos de nossa vida cotidiana (1 Coríntios 7:8-9 e 9:25; 1 Timóteo 3:3).

Ter temperança significa que não somos escravos de nenhum hábito. 


A pessoa que não possui domínio próprio tem desejos ardentes por certas inclinações naturais que lhe dão prazer, e continuamente se rende a tais desejos ou, na falta do desfrute deles, se torna irritável ou aborrecido. Quando ouvimos sobre isso, temos a tendência de pensar em substâncias viciantes como álcool, nicotina, drogas; porém, existem outras coisas, que não são fisiologicamente viciadoras, pelas quais podemos desenvolver dependência, como chocolate, doces, televisão, compras.

Você tem o desejo de usar o seu corpo para o Senhor, sabendo que ele é o templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19)? Então você não deveria querer nada em seu corpo que pudesse degradar sua saúde ou reduzir sua agilidade mental. 


Algo bem comum nos países ocidentais é o descontrole em relação à comida. Alguém escreveu: “É claro que podemos apreciar a boa comida, mas quando isso passa a se tornar nosso mestre, transpomos a esfera do deleite sadio e adentramos na escravidão e no pecado”.

Temos de agarrar as bênçãos celestiais e nos esforçarmos para ter um íntimo conhecimento do próprio Cristo. Esses pequenos vícios nos afastam da disciplina e do domínio próprio, e nem percebemos. 


Como soldados chamados a combater o bom combate (1 Timóteo 6:11-12), temos de exercitar a habilidade que o Espírito Santo nos confere de dizer um enfático “Não” para os desejos carnais!

"BoaSemente2014"