Sim, Jesus em breve virá!


Há muito tempo clamamos ansiosos, como Igreja de Jesus, unidos no Espírito Santo: "Vem, sim, vem logo, Senhor Jesus", e nos perguntamos: "Senhor, por que Tu ainda esperas?"

 

Permita-me, querido leitor, que lhe diga com grande convicção: o silêncio de Deus na história da salvação nos promete que muito mais depressa Ele aparecerá nas nuvens a fim de nos buscar. Tenha bom ânimo, pois, mesmo quando se cala, Deus está presente e ouve o nosso clamor.

Ele espera até que a nossa fé esteja plenamente desenvolvida. Então você clamará e Ele lhe responderá: "Eis que estou aqui". Assim as nuvens escuras da tentação serão enxotadas pelo sol da graça transbordante de Jesus.

Por isso insisto: não desista de buscar a Deus, caso você ainda não tenha obtido resposta de certas perguntas que o deixam ansioso. Agarre-se mais a Ele, e persista em esperar nEle, pois a esperança dos justos se transformará em alegria! Jesus responde ao nosso clamor! Sim, Jesus em breve virá!


"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus." (1 Tessalonicenses 4.16)
 
por Wim Malgo 


Verdade é reconhecer a mentira como aquilo que ela é: um pecado que nos separa de Deus!

 Com toda a certeza a mentira não é indicação de inteligência, mas um sinal característico de uma vida sem Deus, que não ama a verdade e é a identificação de uma natureza pecaminosa. Em 1 João 2.21 está escrito: "...mentira alguma jamais procede da verdade." 

Por isso, a crescente tendência para a mentira em nossos dias também é um sinal evidente dos tempos finais: "Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência" (1 Tm 4.1-2).

Como a mentira é o oposto exato da verdade de Deus e assim rejeita o próprio Deus da maneira mais grosseira, ela também será julgada com dureza pelo Deus santo. No último livro da Bíblia está escrito duas vezes com inequívoco rigor:

– "Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro" (Ap 21.27).

– "Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira" (Ap 22.15).

Parece que o pouco de verdade que há no artigo citado é que uma inverdade passa pelos nossos lábios aproximadamente 200 vezes por dia. Em face desta realidade da mentira, como deveríamos tremer diante da verdade que o próprio Senhor Jesus descreve assim: "Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo" (Mt 12.36).
 

Somente estas poucas afirmações da Bíblia nos colocam diante da verdade de que nenhuma pessoa pode ser salva por meio dos próprios esforços. Bastaria pensar isso, para mentir a si mesmo. Mas, Jesus Cristo veio para isto: 

Ele, a Verdade de Deus em pessoa, a fim de tomar sobre si a nossa culpa, para que nós, exclusivamente pela graça, pudéssemos ser libertos da mentira. Por isso o Senhor Jesus diz em outra passagem: "Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8.31-32).
 

Verdade é reconhecer a mentira como aquilo que ela é: um pecado que nos separa de Deus. Mas verdade também é saber que podemos confessar a Jesus a mentira e todos os nossos outros pecados e pedir perdão. Verdade também é que, então, podemos aceitar o perdão pela fé e com gratidão.

Aquele que fizer isso com sinceridade e de todo o coração, receberá o perdão (1 Jo 1.7 e 9), pois Deus não pode mentir.

(Norbert Lieth)


“O salva-vidas da rocha da morte”

O amor é o maior argumento do Cristianismo. Há também outras características. Mas o amor é a mais expressiva.

O jornal suíço 20 Minuten publicou um relato sob o título “O salva-vidas da rocha da morte”:

Don Ritchie tem 84 anos de idade. Há quase 50 anos ele mora ao lado de uma rocha apelidada de “The Gap” [“A Fenda”]. Este lugar é muito conhecido em Sydney (Austrália), e não só pela vista que se tem do topo. “The Gap” é considerado um ímã para pessoas cansadas da vida. De acordo com o site express.de, a cada ano cerca de 50 pessoas se lançam para a morte dessa rocha às portas da casa de Ritchie. (...) É claro que o aposentado não deixa que isto aconteça tão facilmente. Sempre que vê um possível candidato à morte, ele calça seus sapatos e caminha os poucos passos até a rocha. Sua tática, de sorrir para a pessoa e convidá-la para tomar um chá, já funcionou cerca de 160 vezes nos últimos 50 anos. Mesmo assim, Ritchie não se considera um herói. “Vi mais gente saltando do que consegui salvar”, lamenta. Mas ele continua tentando.

Este homem não aborda os candidatos ao suicídio com placas de advertência, gritos ou ameaças, mas com um sorriso, uma xícara de chá e algumas palavras de simpatia e conforto.


Em todos os tempos, a arma mais poderosa contra a morte e a destruição foi o amor. Jesus nos deu o exemplo: “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim” (Jo 13.1).  



Ele, que se tornou nosso Salvador na rocha da morte chamada Gólgota, deixou-nos uma tarefa clara: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.35).




por Norbert Lieth