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O RATO ALMISCAREIRO


Uma moça caminhava na neve quando descobriu uma armadilha na qual havia um rato almiscareiro preso pelas patas dianteiras. O animal desesperado procurava a todo custo se livrar, e já estava até roendo as patas. A neve estava manchada de sangue. A moça o libertou da armadilha, pegou o rato e cuidou dele. Na primavera seguinte o ratinho já estava curado e foi solto para retornar ao seu habitat.

Que ilustração! Será que temos tanta coragem e vontade como esse rato almiscareiro que preferia perder suas patas a perder a liberdade. É imperioso para os que dizem crer no Senhor Jesus que abandonem tudo o que os afasta de Deus, daquilo que os vincula ao mundo, custe o que custar. 


Não é somente a decisão que tomamos uma vez que nos livrará disso, mas é uma luta constante e diária. 

Não desanimemos: a liberdade está no final. 

Esse episódio também nos ensina outra lição. Deixado sozinho, apesar da enorme determinação, aquela criaturinha morreria. Mas uma mão compassiva o libertou. Ele precisava ser salvo por alguém. Da mesma maneira, tanto para você quanto para mim, era necessário que alguém nos tirasse de nossa situação fatal. 

Para sermos salvos de nosso estado de perdição total, foi preciso que o próprio Jesus Cristo viesse a este mundo e morresse. Assim Ele nos resgatou e nos deu a liberdade. Agora “não useis então da liberdade para dar ocasião à carne” (Gálatas 5:13). 

Se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. Estas quatro coisas são das menores da terra, porém bem providas de sabedoria
(Mateus 5:30; Provérbios 30:24). 


                                                             de 'encontreapaz'

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