Qual é a esperança para o futuro?


"Amantes de si mesmas"

As pessoas estão perecendo por causa do amor – do amor a si próprias. Elas foram ensinadas pelos especialistas modernos em psicologia que deveriam amar a si mesmas. Elas ouviram que, a menos que se amassem, elas não poderiam amar aos outros.

Pregadores e outras pessoas bem-intencionadas fizeram ecoar as palavras: "você precisa se amar". 

Conselheiros e televangelistas insistiram: "Ame-se! Goste de si mesmo! Honre-se! Você merece!" 

Cada vez mais essas tentações de auto-comiseração ou exaltação do ego são sutil e facilmente aceitas pelas pessoas, pois o coração é enganoso (Jr. 17.9).

Mas, observe o que procede de pessoas que são "amantes de si mesmas". Esses homens "egoístas" são: "avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus" (2 Tm 3.2-4).

Uma rápida observação das palavras que seguem "amantes de si mesmas" revela um estado de vida bastante pecaminoso, assim como atitudes e atos pecaminosos. Tal amor a si próprio é tão poderoso que os "amantes de si mesmos" são "mais amigos dos prazeres que amigos de Deus". E isso está em profunda contradição com o Grande Mandamento: 


"Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 22.36-39).

Enquanto que os propagadores do amor a si próprio tentam ler um terceiro mandamento (ame-se a si mesmo) nessa passagem das Escrituras, Jesus deixou claro que estava falando de apenas dois mandamentos, pois disse: "Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas" (Mt 22.40). 


Não há nas Escrituras um mandamento para amar a si mesmo.

[...]
 
Se bem que muitos cristãos podem concordar em princípio, quantos estão fazendo isso diariamente, momento após momento? 


Quantos de nós estão confiando no Senhor o suficiente para tomarmos a nossa cruz, reconhecendo-O em todos os nossos caminhos e deixando-O afastar-nos do amor-próprio para amá-lO de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e de toda a força, amando-nos uns aos outros tanto quanto nós já nos amamos a nós mesmos? 

Cada dia é cheio de oportunidades para amar a Deus ou para amar o "eu" em primeiro lugar. Qual vamos escolher?

trecho do texto de  
Martin e Deidre Bobgan

Tolerância

Enquanto preparava o material para uma aula sobre as igrejas do primeiro século, eu encontrei este trecho descrevendo a condição da religião naquela época:

  
 "...devemos lembrar que o estado não ditava nenhum sistema de teologia, que o império no início apresentava a vista de um tipo de caos religioso onde todos os cultos nacionais tiveram a proteção garantida, que o politeísmo romano era naturalmente tolerante, e que a única forma de religião que o estado não suportava era uma que era equivalente a um ataque ao sistema politeístico como um todo, já que esta colocaria em perigo o bem-estar da comunidade negando as ofertas e outros serviços aos deuses, pelos quais eles os davam favores" (ISBE, "Roma," Vol. IV, p. 2621).

Nós vivemos numa época em que o estado não dita nenhum sistema de teologia. O nosso sistema de governo geralmente é tolerante dos grupos religiosos enquanto não apresentam nenhuma ameaça. 

O governo romano eventualmente proibiu o cristianismo. A igreja ensinava que havia um só Deus. Proclamava que a imoralidade associada com o culto pagão e idolatria eram pecados. 

Os cristãos não forçavam ninguém a acreditar em suas crenças, mas na sua condenação do pecado se tornaram inimigos daqueles que sentiram que a sua maneira de vida estava sendo ameaçada.


Hoje, falar contra o pecado é, nas mentes de alguns, equivalente a tentar negar os direitos das outras pessoas.

Para os imorais e amorais sexualmente, isto é uma ameaça. Não temos escolha a não ser falar contra o pecado (exemplo: imoralidade sexual e aborto), porque,“estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou. . . (Atos 17:31).

Talvez esteja chegando o dia em que tal intolerância” seja colocada como intolerável. Então, apenas aqueles que forem tolerantes em relação a todos serão tolerados.


por Karl Hennecke


Como proclamar o Evangelho

É verdade que as pessoas têm tipos diferentes de mentes. Estas diferenças são devidas à herança e ao ambiente. Estas mentes desejam tipos diferentes de religiões, tipos diferentes de atividades mentais. 

Dizem que não é a missão do evangelista atormentar aqueles de mentes e necessidades diferentes a aceitarem algo que não querem. Isso é verdade. Já aconteceu antes, e o resultado tem sido membros meio-convertidos. 

No entanto, há uma tendência de levar esta idéia longe demais e usarmos como uma desculpa para não tentarmos converter interessados improváveis. 

Em outras palavras, apenas converter as almas que “caem do céu”. 


Mas lembre-se que em Mateus 13 havia tipos diferentes de corações (mentes) e apenas um tipo de mente deu frutos verdadeiros. Apesar disso, a semente foi semeada para todos os corações. 

O coração que precisava e sabia que precisava da palavra e que a aceitou era o coração que deu frutos. Os outros corações, no fim, foram rejeitados.

Esta é a maneira que devemos proclamar o evangelho hoje. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Marcos 16:15-16).


Também vamos tomar cuidado em falar sobre o tipo de mente que precisa da religião bíblica para não deixarmos a impressão de que não tem problema se precisarmos dela, assim como não tem problema se não precisarmos dela. 

Não devemos dar a impressão de que, se a pessoa, por acaso, não tenha a herança e o ambiente certo para criar o tipo certo de disposição mental, então a conversão é impossível. Atitudes podem mudar. Afinal, não é disso que a conversão trata?

–por Bob Waldron


O poder do evangelho que uni

Para cumprir a profecia, a igreja foi estabelecida em Jerusalém no dia de Pentecostes após a ressurreição de Cristo (Isaías 2:2-4; Atos 2). 

Muitos obedeceram ao evangelho — 3000 (Atos 2:41), 5000 (Atos 4:4). “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé” (Atos 6:7).

O crescimento tão rápido e o fato de que até os sacerdotes judeus estavam se convertendo trouxe ressentimento e depois perseguição. 

Estêvão foi assassinado, e um zelote judeu chamado Saulo “assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere. Entrementes, os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra. Filipe, descendo à cidade de Samaria, anunciava-lhes a Cristo” (Atos 8:3-5).

Onde Filipe foi? Para esta raça mista de pessoas aos quais os judeus olhavam com desprezo. “As multidões atendiam, unânimes, às coisas que Filipe dizia ... E houve grande alegria naquela cidade” (Atos 8:6-8). 


Agora os cristãos judeus estavam unidos com os cristãos samaritanos, todos um em Cristo. “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gálatas 3:26-29).

por Billy Norris


abençoado dia a todos, em Cristo Nosso Senhor! 

Jesus, o Caminho para uma Vida Melhor

Jesus declarou o propósito de sua vinda à terra com as seguintes palavras:

"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10:10).

Jesus providencia esta vida melhor, oferecendo a solução para os problemas que tornam a vida difícil: culpa, insatisfação e medo. Ele não promete riqueza ou luxo, mas nos conforta com uma mensagem de um Pai amoroso no Céu, que cuida de seus filhos e que proverá as coisas de que eles verdadeiramente necessitam.

"Portanto, não vos inquieteis, dizendo 'Que comeremos?'. . . Pois vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas estas coisas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:31-33).

As pessoas mais felizes no mundo são aquelas que mais completamente se dedicam a seguir Jesus como o caminho.

"No qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória" (1 Pedro 1:8).

fonte: 'estudosdabiblia"



DEUS NOS CONVIDA

Deus nos convida para um grande banquete. É um “grande banquete” por causa do Anfitrião, do número de convidados, da abundância e da glória com que ele deseja receber os convidados, e por fim, do preço inimaginável de tal convite.

Será que alguém seria tolo o suficiente para se recusar a comparecer a tal festa? Infelizmente, foi o que aconteceu quando o dono da casa enviou o seu servo para buscar os convidados: “Vinde, que já tudo está preparado” (v. 17). Um deu como desculpa a aquisição de um campo; outro, os bois que acabara de comprar; outro não foi porque se casara recentemente… Cada um apresentou interesses legítimos como trabalho e família, nada mau em si mesmo, porém se tornaram obstáculos para aceitar o convite de Deus.

Os primeiros convidados desprezaram o banquete e, como consequência, Aquele que o oferecia. Então o pai de família ordenou ao seu servo: “Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos… Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar”. Deus se voltou para aqueles que estavam longe dEle, os pobres e desprezados, os que não tinham nenhum direito, pois queria compartilhar com eles sua festa gratuitamente.

Dois mil anos depois ainda há lugar! O preço do convite do banquete já foi pago pelo próprio Filho de Deus, quando morreu na cruz. O seu lugar está reservado… você vai dar alguma desculpa?

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
Rogamos-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.
(2 Pedro 3:9; 2 Coríntios 5:20).

do Devocional 'apaz'


A natureza fala conosco

Arno Penzias, prêmio Nobel de física, declarou: “A astronomia nos introduz em um acontecimento singular, em um universo que foi criado a partir do nada, um universo dotado de um equilíbrio muito delicado, necessário para produzir exatamente as condições requeridas para a vida”. 

Numerosos astrônomos modernos têm feito declarações semelhantes ao constatarem que o universo está regulado com precisão para possibilitar a vida humana. 

Muitos cientistas são levados a considerar que uma inteligência superior está necessariamente por trás da origem de tudo. Porém, cientistas ou não, todos nós somos responsáveis, ao observarmos a natureza, por adorarmos Aquele que a criou. 

O grande testemunho da criação está diante de todos. Isso não é uma questão de fé, mas em primeiro lugar de bom senso, reflexão e honestidade.

Então, em que momento a fé começa a atuar? Começa não quando reconhecemos a existência de Deus, mas quando O escutamos e confiamos nele. Ele fala por meio da Bíblia, Sua palavra, na qual Se revela por Seu Filho, Jesus Cristo, a quem nos deu por Salvador.

A natureza fala conosco. A Bíblia fala conosco. O próprio Deus fala conosco. E você, tem desejado ouvi-los?

Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas.
Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas  (Romanos 1:20; Apocalipse 4:11).

do Devocional 'apaz'


NÃO ERRE A DIREÇÃO

A praia estava quase deserta; fazia frio. Contudo, fiz meu exercício rotineiro, nadando duzentos metros. Já ia voltar quando vi uma mulher nadando de maneira muito caótica mar adentro. Então me aproximei e perguntei se tudo estava bem. Ela respondeu que estava bastante cansada.

– Então dê meia-volta, disse.

– Não. Estou na direção correta.

Eu lhe disse que estava equivocada e, na verdade, se afastava da margem. Mas ela insistiu no erro. Como me sentia responsável, supliquei que acreditasse em mim e disse que ficaria perto dela. Diante da minha insistência, consegui que desse meia-volta. Quando viu a praia, deu um grito de alívio. Essa mulher tinha as melhores intenções, mas errou a direção!

Qual é a direção correta para se dirigir a Deus?

A valentia não basta, tampouco a sinceridade. É necessário um guia, um Salvador, não somente para peregrinar neste mundo turbulento, mas também quando chegar o momento da partida definitiva. A porta que se abre para o porvir conduz a dois caminhos diferentes:

Se você viveu sem se preocupar com Deus, a Bíblia declara que depois da morte vem o juízo (Hebreus 9:27). Mas se confiou em Jesus Cristo, morto na cruz para expiar os pecados da humanidade, então a morte só é um passo até o seu Salvador.



Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece (João 3:36).

do Devocional 'apaz'

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Exemplos de mulheres



Sejamos como Débora 
 [
descrita no livro de Juízes do AT]
Ela é a prova de que uma mulher pode ser profissional e dona-de-casa ao mesmo tempo. Para imitá-la, procure ser atenciosa e justa. Administre bem o seu tempo e não tome decisões sem antes planejar tudo direitinho. 

Sejamos como Ester [descrita no livro de Ester do AT]
Não aja por impulso, procure sempre orar antes de tomar as suas decisões. Ester também era muito atenciosa. 

Sejamos como Sara 
[descrita no livro de Gênesis do AT]
Não desista nunca dos seus sonhos. Seja confiante em Deus e nas promessas dEle. Coloque sua família em primeiro lugar, seja companheira e procure ter os mesmos objetivos que o seu marido. 

Sejamos como Rute [descrita no livro de Rute do AT]
Ela era uma mulher muito doce e competente. Para agir como Rute, seja íntegra em tudo que fizer: trabalho, casamento e família.


fonte: Revista Abril (em texto adaptado)