Deus procura pelos frutos visíveis da nossa fé

Hebreus 11:17-31

O sacrifício de Isaque provou que Abraão cria na ressurreição (Romanos 4:17) e que ele amava mais a Deus do que a seu único filho. A longa história de Jacó é contada pelo seubordão, que era um instrumento de pastor, o apoio do peregrino e do coxo e, finalmente, do adorador (v. 21).

Poderia-se pensar que o discernimento de Isaque foi muito tardio e que haveria outro fato mais memorável acerca de José que a simples recomendação que ele fez a respeito de seus ossos. 

Mas cada um desses patriarcas proclama, à sua maneira, a esperança inabalável nas coisas futuras. 

Moisés recusou... preferiu... considerou... pois seus olhos contemplavam o galardão (10:35). Ele abandonou... não temeu... permaneceu firme... porque viu Aquele que é invisível.

A fé é o único instrumento que nos permite medir o real valor e a duração relativa de todas as coisas. 

Ao mesmo tempo, a fé é a energia interior que nos dá a habilidade de triunfar tanto sobre os obstáculos - a ira do Faraó, o mar Vermelho, Jericó -, como sobre os desejos egoístas: os prazeres do pecado e as riquezas do Egito. 

Sim, a fé é dinâmica e duradoura. E se o exemplo de Moisés parecer muito elevado, encorajemo-nos com o de Raabe. Sejam quais forem as circunstâncias, Deus procura pelos frutos visíveis da nossa fé.

do 'Guia Devocional do Novo testamento'



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