Jesus Cristo: Superior aos Anjos

Hebreus 1:1-14

No monte da transfiguração, a voz que vinha da nuvem confirmou a Pedro, Tiago e João que Jesus é o Filho amado de Deus e que devemos ouvir a ele, em vez de Moisés ou Elias (Mateus 17:1-8). 

O escritor de Hebreus afirma o mesmo ponto, logo no começo de sua epístola. Ele observa que, enquanto Deus usou vários métodos e indivíduos para levar sua palavra à humanidade, no passado, seu porta-voz durante estes “últimos dias” é seu Filho (Hebreus 1:2). 

O apóstolo Pedro afirmou que estamos vivendo nos últimos dias, quando identificou os acontecimentos de Pentecostes (Atos 2:16-17) como o cumprimento da profecia de Joel a respeito desses dias. 

Esta afirmação sobre a autoridade de Jesus tem importantes implicações para aqueles que desejam justificar suas práticas religiosas dando ouvidos a Moisés, isto é, apelando para a lei de Moisés em busca de autoridade.

O tema de Hebreus é a superioridade de Jesus Cristo. 

Jesus não é só um outro porta-voz; Ele é muito superior em natureza aos profetas que o precederam. Ele não é somente Criador e Redentor (Hebreus 1:2-3); Ele é também Divindade. Ele não é a mesma pessoa que o Pai, mas Ele é a “expressão exata” do Pai e, assim, participa da natureza eternal do Pai!

O restante do capítulo é dedicado a demonstrar que Jesus é também superior aos anjos. Ele obteve um “mais excelente nome” do que eles (1:4). “Nome” se refere mais ao caráter e à posição do que à palavra pela qual alguém é chamado.

O autor de Hebreus usa o silêncio de Deus para afirmar seu ponto. Ele cita afirmações divinas a respeito da posição de Jesus e então pergunta se Deus jamais disse tal coisa de qualquer dos anjos (1:5). 

A questão é obviamente retórica; Deus nunca se dirigiu a nenhum dos anjos como seu Filho. 

Pode então, qualquer dos anjos assumir a posição de Filho de Deus, uma vez que Deus não os proibiu de fazê-lo? Certamente que não! 

O argumento do escritor de Hebreus depende da premissa de que o silêncio de Deus é proibitivo, não permissivo: um princípio importante para todos nós que procuramos a aprovação de Deus em nossas vidas. O escritor usa o mesmo tipo de argumento (do silêncio de Deus) nos versículos 13-14.

A comparação entre Jesus e os anjos continua quando o escritor de Hebreus observa que os anjos são espíritos servidores, que adoraram o Filho durante sua encarnação (1:6-7,14). Jesus, contudo, é um Monarca cujos anos não findarão, isto é, Ele é um ser eterno.

autor: Allen Dvorak 

Apocalipse, JESUS é tanto o revelador da mensagem como o centro dela


O maior perigo no estudo de Apocalipse é ficar-se desencaminhado por assuntos de menor importância. Esta é uma revelação de Jesus Cristo (1:1): Ele [JESUS] é tanto o revelador da mensagem como o centro dela. 



Muitos, em suas explicações de Apocalipse, chamam a atenção para o diabo e fazem dele o personagem principal. Mas o papel do diabo nessa profecia serve para ressaltar a glória e a grandeza do Cordeiro, pois este derrota Satanás. Outros olham mais para a terra, mas João viu estas cenas no céu. Ele estava vendo a perspectiva espiritual, simbólica, celestial.



O estudo de Apocalipse não nos deve direcionar para o jornal diário, mas para o trono de Deus. Muitos usam as visões para incentivar a especulação sobre o fim dos tempos, e assim desviam a atenção das pessoas da soberania do Senhor para a engenhosidade do especulador. Se entendemos corretamente esse livro maravilhoso, vemos Cristo.


O que você vê quando olha para Jesus?


Uma criancinha numa manjedoura? Um meigo pastor? Uma figura trágica na cruz? Nenhuma dessas coisas está completamente errada, mas todas estão desatualizadas. Jesus está hoje exaltado e glorioso. Queira ler novamente os retratos de Cristo em 1:12-18; 5:1-14; 19:11-16. Feche seus olhos e tente ver o Jesus que João viu. A emocionante majestade de Jesus deve inspirar-nos, fortalecer-nos e levar-nos à adoração.


O Apocalipse significa guerra.


Batalha no passado: Cristo venceu a morte, o hades e expulsou Satanás do céu (veja 1:17-18; 12:7-12).


Batalha no presente: o diabo, enfurecido como um tirano derrotado, veio para a terra com grande ira porque ele sabe que seu tempo é curto.


Batalha no futuro: a vitória de Jesus. Apocalipse começa com os cristãos sofrendo grande tribulação; termina com os cristãos triunfantes. Apocalipse começa com Satanás perseguindo os cristãos e termina com Satanás amarrado durante mil anos. Foi Jesus que obteve essa notável vitória.


Os mitos correntes sobre Jesus enganam. De algum modo, chegamos a ver Jesus como um avô brando, indulgente, que raramente altera sua voz acima de um sussurro e está sempre sorrindo. Apocalipse ajuda a corrigir esse retrato distorcido. E ajuda a refutar a noção popular de que o Deus do Velho Testamento era um Deus de ira, mas o Deus do Novo Testamento é um Deus de amor. 

Em nenhum lugar da Bíblia a ira de Deus é mostrada mais claramente do que no livro de Apocalipse (veja especialmente 14:9-11; 19:1-4, 15-21).


Apocalipse revela Jesus. Não deveria causar especulação, mas inspirar adoração, admiração e confiança.


Gary Fisher


A Mensagem aos Romanos


Romanos é um livro de ensinamento profundo e rico. Nela Paulo mostra o problema de todos os homens: “Não há justo, nem um sequer” (3:10); “...pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (3:23); “...o salário do pecado é a morte” (6:23); “...a morte passou a todos os homens, pois todos pecaram” (5:12).


Mas a mensagem é esperançosa, não pessimista. Paulo descreve o evangelho como “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (1:16). Pecadores são “justificados gratuitamente, por sua graça” (3:24). “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (5:8). “...o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (6:23).


A carta aos Romanos anima os santos nas suas batalhas diárias contra a tentação e outras provações: “Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.... muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida” (5:9-10). “...muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de ... Jesus Cristo” (5:17).


Paulo afirma que todas as três pessoas divinas lutam para o nosso bem: “...o mesmo Espírito intercede por nós” (8:26-27). “...Cristo Jesus...também intercede por nós”(8:34). “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (8:31). A participação ativa de Deus em nossa salvação leva a conclusão vitoriosa: “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (8:37).


Mesmo tratando de alguns fatos complexos e difíceis de serem compreendidos pelos leitores (até hoje), Paulo comunica sua confiança total na sabedoria de Deus: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos” (11:33).


Como é o costume nas cartas de Paulo, os últimos capítulos de Romanos oferecem diversas aplicações práticas dos princípios apresentados. Reconhecendo a grandeza da graça salvadora de Deus, devemos nos conduzir como servos fiéis, mostrando reverência para com o Senhor, e bondade para com os outros homens.

de EstudosdaBíblia/por Dennis Allan


Deus nos deixa lições interessantes em sua criação

Todas as vezes que nos deparamos com problemas em nossa vida, observamos o quanto somos frágeis. As alegrias se vão e só fica a verdade de que somos impotentes para lidar com adversidades que surgem no decorrer de nossa existência.

Deus nos deixa lições interessantes em sua criação para nos mostrar o contrário, que o homem foi criado forte e que essa força é sempre adquirida e absorvida dessas situações adversas. 

Você conhece uma árvore chamada CARVALHO? 

Pois é, essa árvore é usada pelos botânicos e geólogos como um medidor de catástrofes naturais do ambiente.

Quando querem saber o índice de temporais e tempestades ocorridas numa determinada floresta, eles observam logo o carvalho (existindo no local, é claro), que naturalmente é a árvore que mais absorve as conseqüências de temporais. Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta, mais forte ele fica! 

Suas raízes naturalmente se aprofundam mais na terra e seu caule se torna mais robusto, sendo impossível uma tempestade arrancá-lo do solo ou derrubá-lo! Mas não pense que os cientistas precisam fazer essas análises todas para saber isso! Basta apenas eles olharem para o carvalho.

Por absorver as conseqüências das tempestades, a robusta árvore assume uma aparência disforme, como se realmente tivesse feito muita força. Muitas vezes uma aparência triste! Cada tempestade para um carvalho é mais um desafio a ser vencido e não uma ameaça!

Numa grande tempestade, muitas árvores são arrancadas, mas o carvalho permanece firme! Assim somos nós. Devemos tirar proveito das situações contrárias à nossa vida e ficar mais fortes! Um pouco marcados. Muitas vezes com aparência abatida, mas fortes!!! 

Com raízes bem firmes e profundas na terra! Podemos, com isso, compreender o que o nosso PAI maravilhoso quis nos ensinar, quando disse que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece. E também a confiança do rei Davi quando cantou: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte eu não temerei mal algum, porque TU estás comigo…” 

Por isso quando olhar pela janela o lindo alvorecer, lembre-se de que não há temor com os infortúnios da dia, porque DEUS está consigo! Ele o protegerá! 

Se você está passando por lutas muito grandes por estes dias, pense que (como o carvalho)…é só mais uma tempestade que o tornará mais forte, segundo aquele que nos arregimentou! SAÚDE, PAZ e AMOR ! "

Porque sereis como o carvalho, cujas folhas murcham, e como a floresta que não tem água"  Isaias 1.30

 do "Devocional Cristão"


Temor é reverência


 

Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? (Lucas 12:20)

O colapso do mercado de ações sempre abala os círculos financeiros. Certo economista comentou após a crise de 1987: “O temor de um crash no mercado financeiro é o princípio da sabedoria”.

Essa declaração é, de fato, uma distorção de um versículo bíblico: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Provérbios 9:10). No entanto, o economista dera um significado diferente para a palavra “temor”. O conceito aqui é o de terror, ao passo que a Bíblia quando fala sobre temor geralmente usa tal palavra para expressar “reverência”.

O que está por trás do pensamento do economista?


Ele se referia à sabedoria de um investidor que investe seu dinheiro de maneira rentável, e não de alguém que, sabendo muito bem que nada neste mundo é estável, se volta para Deus. A Bíblia chama esse tipo de sabedoria de “terrena”, e a segunda de “sabedoria do alto”. Ele tinha em mente apenas o homem, o dinheiro e este mundo, enquanto os filhos de Deus olham para o Pai, Criador e Salvador, e para a eternidade.

“O dinheiro governa o mundo” é um ditado verdadeiro. O dinheiro é um ídolo que tenta tomar o lugar de Deus. Até mesmo os cristãos correm o risco de sucumbir a tal idolatria. Como é fácil notar nossa inclinação para confiar mais nos bancos que em Deus. Porém, todo esse sistema é frágil e nunca satisfará nossa sede por segurança. Na verdade, isso nos escraviza. A solução é nos voltar para Deus, o qual é eternamente imutável.


fonte: 'apaz'



Contempla agora o hipopótamo



Jó 40.15 Contempla agora o hipopótamo, que eu criei contigo, que come a erva como o boi.


40.16 Sua força está nos seus lombos, e o seu poder, nos músculos do seu ventre.

40.17 Endurece a sua cauda como cedro; os tendões das suas coxas estão entretecidos.

40.18 Os seus ossos são como tubos de bronze, o seu arcabouço, como barras de ferro.

40.19 Ele é obra-prima dos feitos de Deus; quem o fez o proveu de espada.

40.20 Em verdade, os montes lhe produzem pasto, onde todos os animais do campo folgam.

40.21 Deita-se debaixo dos lotos, no esconderijo dos canaviais e da lama.

40.22 Os lotos o cobrem com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.



40.23 Se um rio transborda, ele não se apressa; fica tranqüilo ainda que o Jordão se levante até à sua boca.



40.24 Acaso, pode alguém apanhá-lo quando ele está olhando? Ou lhe meter um laço pelo nariz?


[Os animais nos escritos da Sagrada Escritura]


As perguntas do Senhor para nós...


[quem pode responder as perguntas do SENHOR?]




38.3 Mostre agora que é valente e responda às perguntas que lhe vou fazer.

38.4 “Onde é que você estava quando criei o mundo? Se você é tão inteligente, explique isso.

38.5 Você sabe quem resolveu qual seria o tamanho do mundo e quem foi que fez as medições?

38.6 Em cima de que estão firmadas as colunas que sustentam a terra? Quem foi que assentou a pedra principal do alicerce do mundo?

38.7 Na manhã da criação, as estrelas cantavam em coro, e os servidores celestiais soltavam gritos de alegria.


38.8 “Quando o Mar jorrou do ventre da terra, quem foi que fechou os portões para segurá-lo?

38.9 Fui eu que cobri o Mar com as nuvens e o envolvi com a escuridão.

38.10 Marquei os seus limites e fechei com trancas as suas portas.

38.11 E eu lhe disse: ‘Você chegará até este ponto e daqui não passará. As suas altas ondas pararão aqui.’

38.12 “Jó, alguma vez na sua vida você ordenou que viesse a madrugada e assim começasse um novo dia?

38.13 Você alguma vez mandou que a luz se espalhasse sobre a terra, sacudindo os perversos e os expulsando dos seus esconderijos?

38.14 A luz do dia mostra as formas das montanhas e dos vales, como se fossem as dobras de um vestido ou as marcas de um sinete no barro.

38.15 Essa luz é clara demais para os perversos e os impede de praticar a violência.


38.16 “Jó, você já visitou as nascentes do mar? Já passeou pelo fundo do oceano?

38.17 Alguém já lhe mostrou os portões do mundo dos mortos, aquele mundo de escuridão sem fim?

38.18 Você tem alguma idéia da largura da terra? Responda, se é que você sabe tudo isso.

38.19 “De onde vem a luz, e qual é a origem da escuridão?

38.20 Você sabe mostrar a elas até onde devem chegar e depois fazer com que voltem outra vez ao ponto de partida?

38.21 Sim, você deve saber, pois é bem idoso e já havia nascido quando o mundo foi criado...

38.22 “Você alguma vez visitou os depósitos onde eu guardo a neve e as chuvas de pedra,

38.23 que ficam reservadas para tempos de sofrimento e para dias de lutas e de guerras?

38.24 Você já esteve no lugar onde nasce o sol ou no ponto onde começa a soprar o vento leste?

38.25 “Quem foi que abriu um canal para deixar cair os aguaceiros e marcou o caminho por onde a tempestade deve passar?

38.26 Quem faz a chuva cair no deserto, em lugares onde ninguém mora?

38.27 Quem rega as terras secas e despovoadas, fazendo nascer nelas o capim?

38.28 Será que a chuva e o orvalho têm pai?



38.29 E quem é a mãe do gelo e da geada,

38.30 que faz com que as águas virem pedra e que o mar fique coberto por uma camada de gelo?

38.31 “Será que você pode amarrar com uma corda as estrelas das Sete-Cabrinhas ou soltar as correntes que prendem as Três-Marias?

38.32 Você pode fazer aparecer a estrela-d’alva, ou guiar a Ursa Maior e a Ursa Menor?

38.33 Você conhece as leis que governam o céu e sabe como devem ser aplicadas na terra?

38.34 “Será que a sua voz pode chegar até as nuvens e mandar que caia tanta chuva, que você fique coberto por um dilúvio?

38.35 Você pode fazer com que os raios apareçam e venham dizer-lhe: ‘Estamos às suas ordens?’

38.36 Quem deu sabedoria às aves, como o íbis, que anuncia as enchentes do rio Nilo, ou como o galo, que canta antes da chuva? 



38.37 Quem é capaz de contar as nuvens? Quem pode derramar a sua água em forma de chuva,

38.38 que faz o pó virar barro, ligando os torrões uns aos outros?

38.39 “Será que é você quem dá de comer às leoas e mata a fome dos leõezinhos,


38.40 quando estão escondidos nas suas covas ou ficam de tocaia nas moitas?

38.41 Quem é que alimenta os corvos, quando andam de um lado para outro com fome, quando os seus filhotes gritam a mim pedindo comida?


Só Deus pode!


As fronteiras de Sodoma já estão sendo ultrapassadas?




O Senhor Jesus descreveu os tempos anteriores à Sua volta em glória como dos mais terríveis que já houve. Ele falou de um Apocalipse vindouro, que aconteceria como julgamento sobre todo o mundo, antes dEle mesmo voltar. Este tempo é descrito como semelhante aos "dias de Noé e de Ló". 

Os dias de Ló eram a época de Sodoma, donde procede a palavra "sodomia". Naquela sociedade as pessoas viviam inteiramente segundo suas inclinações e paixões. Elas comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam, sem se importarem com Deus. Pretendia-se estabelecer uma era de bem-estar sem Deus. Ao mesmo tempo a imoralidade tomava conta, de modo que a homossexualidade fazia parte do cotidiano (Gn 19.4-5).

Quando analisamos nossos dias, somos levados a pensar que as fronteiras de Sodoma já estão sendo ultrapassadas. Como em muitos outros países, os debates a respeito do tema têm sido muito acirrados na França:

O confronto entre a direita e a esquerda tem apresentado atualmente uma violência incomum, porque a maioria esquerdista pretende legalizar a união de casais homossexuais. Deste modo, os partidários do primeiro-ministro Lionel Jospin estão cumprindo uma promessa eleitoral. Trata-se de estabelecer um contrato para todos os casais – quer sejam homossexuais ou heterossexuais...

Apontando para Sua vinda em grande poder e glória, o Senhor Jesus disse: "O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar" (Lc 17.28-30). Em Gênesis 18.20 lemos porque Deus castigou de tal maneira as cidades corrompidas no vale do Jordão: "Disse mais o Senhor: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito."

Não temos a intenção de apontar o dedo friamente para nossa sociedade, pois todos nós somos pecadores necessitados de redenção. Também não pretendemos pintar um cenário de terror apocalíptico. Pelo contrário, queremos lembrar que o Senhor procura atualmente homens de oração dedicados, que se colocam na brecha (Ez 22.30), da mesma forma como Abraão o fez (Gn 18.22-33). O texto ressalta que Abraão não ameaçou nem julgou a Sodoma – e nem mesmo esperou satisfeito pelo julgamento ameaçador de Deus. Pelo contrário, ele colocou-se diante do Senhor e intercedeu por Sodoma e Gomorra.

Mas, naturalmente também é preciso falar a verdade com clareza, mesmo que não se queira mais ouvi-la e sob o risco de sermos acusados de fanáticos fundamentalistas. 

O Senhor Jesus Cristo, que morreu na cruz como um criminoso, sem ter cometido pecado, tomou nossos pecados sobre si para que nós – libertos de toda culpa – possamos tornar-nos participantes do reino de Deus. Quem, entretanto, fecha a porta do seu coração para o Senhor Jesus, rejeita a oferta de Deus de completo perdão dos pecados e, assim, exclui a si mesmo do reino de Deus. Aquele, porém, que entrega sua própria vida e a deposita aos pés de Jesus, vai recebê-la. Foi o que o próprio Senhor disse com relação à mulher de Ló:"Quem quiser preservar a sua própria vida perdê-la-á; e quem a perder, de fato a salvará" (Lc 17.33). 

(autor do texto: Norbert Lieth) 



Aqui é a onipotência do Senhor.

Lucas 7:1-17

Que nobres sentimentos encontramos no centurião de Cafarnaum! Que grande afeto por um simples servo, que benevolência para com Israel, que humildade ("não sou digno..." declara ele; compare v. 4), que compreensão do que é autoridade e senso de dever, adquirido na sua vida militar (v. 8)! 



Mas o que o Senhor admira não são as elevadas qualidades morais e, sim, a fé deste estrangeiro. O Senhor Jesus menciona essa fé dele como um exemplo a todos. A fé somente existe graças ao objeto sobre o qual se apóia. Aqui é a onipotência do Senhor. 

Quanto mais se conhece o objeto em sua grandeza, maior será a fé. Que Cristo, então, seja grande ao nosso coração!


Aproximando-se de Naim, o Senhor e a multidão que O acompanhava se deparam com um outro grupo. É um cortejo fúnebre, semelhante aos que vemos em nossas ruas (Eclesiástes 12:5b: Terrível advertência de que o salário do pecado é a morte). Mas este é particularmente triste, pois se trata do filho único de uma viúva. 

Movido por compaixão, o Senhor Jesus começa por consolar a pobre mulher. Depois toca o esquife (da mesma maneira que Ele tocou o leproso em Lucas 5:13 sem ser contaminado; compare com Números 19:11). E, de repente, este morto senta-se e começa a falar, o que é uma evidência de vida.

Não esqueçamos, então, que a confissão da boca é uma evidência necessária da vida que está em nós (Romanos 10:9).


Guia Devocional do NT



Andando "por fé" e não por vista


2 Coríntios 4:16-18 e 5:1-10

Quanto cuidado nós dispensamos para conservar e aprimorar o "nosso homem exterior"! (v. 16). Que bom seria se o "nosso homem interior" fosse tão bem tratado como o exterior! 


O que renovava o coração do apóstolo era esse eterno peso de glória, sem nenhuma comparação com as tribulações que estava passando. Andando "por fé" e não por vista (v. 7), com os olhos da alma fixados nas coisas que não se vêem, mas que são eternas, ele desfrutava do penhor do Espírito (v. 5). 


Esta é a razão pela qual o apóstolo não desfalecia (4:1 e 16).


A idéia do tribunal de Cristo deveria produzir constantemente em nosso coração muito temor e ardor! 


Nossa salvação está assegurada; não compareceremos para condenação, mas, como num filme, nossa vida inteira será mostrada, revelando tudo o que fizemos, "o bem ou o mal", e então receberemos o nosso galardão. Porém, ao mesmo tempo, o Senhor nos mostrará como a Sua graça brilhou, mesmo através de nossos pecados. 


Um artista que acabou de restaurar um retrato deteriorado enfatiza seu trabalho colocando ao lado a foto original. Como freqüentemente somos insensíveis ao pecado, também subestimamos a graça que nos perdoa e nos suporta. O tribunal de Cristo nos fará experimentar toda a imensidão dessa graça.

do Guia Devocional do Novo Testamento


Deus procura pelos frutos visíveis da nossa fé

Hebreus 11:17-31

O sacrifício de Isaque provou que Abraão cria na ressurreição (Romanos 4:17) e que ele amava mais a Deus do que a seu único filho. A longa história de Jacó é contada pelo seubordão, que era um instrumento de pastor, o apoio do peregrino e do coxo e, finalmente, do adorador (v. 21).

Poderia-se pensar que o discernimento de Isaque foi muito tardio e que haveria outro fato mais memorável acerca de José que a simples recomendação que ele fez a respeito de seus ossos. 

Mas cada um desses patriarcas proclama, à sua maneira, a esperança inabalável nas coisas futuras. 

Moisés recusou... preferiu... considerou... pois seus olhos contemplavam o galardão (10:35). Ele abandonou... não temeu... permaneceu firme... porque viu Aquele que é invisível.

A fé é o único instrumento que nos permite medir o real valor e a duração relativa de todas as coisas. 

Ao mesmo tempo, a fé é a energia interior que nos dá a habilidade de triunfar tanto sobre os obstáculos - a ira do Faraó, o mar Vermelho, Jericó -, como sobre os desejos egoístas: os prazeres do pecado e as riquezas do Egito. 

Sim, a fé é dinâmica e duradoura. E se o exemplo de Moisés parecer muito elevado, encorajemo-nos com o de Raabe. Sejam quais forem as circunstâncias, Deus procura pelos frutos visíveis da nossa fé.

do 'Guia Devocional do Novo testamento'



Decisão desafiadora, A escolha de amigos


A escolha de amigos é uma das decisões mais desafiadoras e importantes de um jovem cristão. Os amigos ou encorajarão e apoiarão a espiritualidade ou promoverão e encorajarão as coisas do mundo. 


Considerem, por um momento, o exemplo de Salomão. Em 1 Reis 3:16-28, Salomão tomou tempo do seu horário agitado de rei para ouvir a discussão de duas prostitutas. Movido pela compaixão e preocupação com a vida de um bebê inocente, Salomão usou de sua sabedoria para assegurar o lugar do bebê ao lado da sua verdadeira mãe.

Porém, em 1 Reis 11:7, encontramos Salomão construindo um altar para o abominável Moloque. Este ídolo nojento tinha uma barriga que era forno e aceitava o sacrifício de bebês vivos. O que aconteceu? O que fez com que Salomão mudasse? 

1 Reis 11:1,4 nos diz o que houve. Salomão casou com muitas mulheres estrangeiras e quando ele ficou velho “suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses”. Se um homem com a sabedoria de Salomão pôde ter o seu coração desviado do Senhor pela influência de amigos, certamente eu enfrento o mesmo perigo. A escolha de amigos é uma das decisões mais importantes da vida.

Não podemos evitar a influência do mundo, mas podemos limitar e controlar os seus efeitos em nossas vidas. Muitas vezes ouvi explicarem assim: Não podemos evitar que os pássaros voem por cima das nossas cabeças, mas podemos evitar que se aninhem no nosso cabelo! Ou, se você deitar com os cães não se surpreenda se acordar com pulgas!


por John A. Smith


As mães - Ser uma boa mãe é um trabalho especialmente importante das mulheres cristãs

As mães têm um papel muito importante na educação de seus filhos. 

É triste que a sociedade moderna desdenhe as mulheres que devotam tempo integral à criação dos filhos e ao cuidado do lar, e exalte as mulheres que dão mais importância às suas carreiras profissionais. 

Uma esposa e mãe devota está entre as maiores bênçãos que uma sociedade pode ter e devemos criar nossas filhas para desejarem desempenhar esse papel. 

Timóteo ajudou grandemente os irmãos, no primeiro século, em parte por causa da influência de sua mãe e de sua avó. Ser uma boa mãe é um trabalho especialmente importante das mulheres cristãs (1 Timóteo 2:15; 5:10,14).

mensagem de Gary Fisher



Você está inquieto, estressado?

"Por que estás abatida, ó minha alma? por que te perturbas dentro em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu." Salmo 43.5

Você está inquieto, estressado? 
As palavras "não tenho tempo" são como chicotadas do diabo. A pressa abre para muitos uma sepultura prematura. "Não tenho tempo" – apesar de todos os meios modernos que nos ajudam a ser mais rápidos no trânsito e no trabalho, apesar das muitas facilidades que não existiam antigamente. 


Muitos estão presos por esse espírito da pressa. Mas Jesus também venceu esse espírito! Como você pode ser liberto disso? 

Não por meio de maiores esforços, mas por meio de mais oração. Quando você se colocar de joelhos, o Senhor lhe mostrará na Sua Palavra o caminho para libertação desse espírito da pressa. O nervosismo é uma conseqüência da pressa. Provérbios 14.30 diz: "O ânimo sereno é a vida do corpo."

Por que o seu coração está tão inquieto, tão nervoso? 
Não é porque você não consegue realizar os muitos trabalhos que esperam para serem feitos, também não porque as preocupações são demasiadamente grandes, mas porque você não confia no Senhor.

Inquietação interior é falta de fé. Mas, invertendo a situação, você pode ter um coração sereno mesmo no meio de grande volume de trabalho se seu coração descansar em Jesus Cristo!

Wim Malgo