Apenas ouvir não basta...

Ouvir o que Deus fala através de Jesus
No capítulo 2 da Carta aos Hebreus, a ênfase é que escutemos o falar de Deus por meio de Jesus Cristo – e obviamente pratiquemos o que ouvimos. Afinal, devemos ser não apenas meros ouvintes mas praticantes da Palavra de Deus (Tg 1.22). Apenas ouvir não basta, é o que nos diz Lucas 11.28: “Bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” Guardar a Palavra é colocá-la em prática. Se você ouvir o tiro de largada e continuar parado, jamais conseguirá ganhar a corrida – mesmo que ouça muito bem a ordem de partida.

Guardar a Palavra é colocá-la em prática. Se você ouvir o tiro de largada e continuar parado, jamais conseguirá ganhar a corrida – mesmo que ouça muito bem a ordem de partida.

Esse é um ponto em que, infelizmente, muitos cristãos têm problemas. Eles lêem e ouvem a Palavra de Deus, mas não a cumprem. O escritor da Carta aos Hebreus, inspirado por Deus, enfatiza como é importante guardar o Evangelho que nos foi confiado:

“Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos” (Hb 2.1).

A Bíblia, a Palavra de Deus, é o parâmetro normativo para a nossa vida inteira. Para nós cristãos a Bíblia é aquilo que o livro de bordo significa para um maquinista de trem. Se o maquinista não se atém ao plano de viagem, o caos se instala em todas as linhas e estações da ferrovia. 

Conforme as circunstâncias, toda a rede pode ficar paralisada. Cedo ou tarde acaba acontecendo a mesma coisa com cristãos que pensam não precisar de um guia para o caminho, que prescindem das Sagradas Escrituras. Em algum momento de suas vidas eles naufragarão na fé e o trem de suas vidas descarrilhará ou tomará o rumo errado.

Eu pergunto: Você é cristão? Você apenas se chama assim, ou quer viver como crente? 

Então leia, ouça e aja segundo a orientação da Bíblia – a Palavra de Deus. Sem essa Palavra todos nós corremos o risco de nos desviarmos e de errarmos o alvo, como nos avisa Hebreus 2.1. 

E qual é o alvo supremo da vida cristã? 
A glorificação de Deus em Seu Filho Jesus Cristo e por meio dEle. Assim, Pedro escreve: “...para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo” (1 Pe 4.11). Para alcançar concretamente esse alvo, precisamos permanecer na Palavra e não nos desviar dela, nem à direita, nem à esquerda.

~~ ~~~ mensagem de Thomas Lieth


Por que oramos?



"Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei cousas grandes e ocultas, que não sabes." Jeremias 33.3


Que segredo profundo é o poder sem limites da oração! Tenho receio de falar sobre isso, pois me sinto incapaz de descrever com palavras humanas o poder infinito que Deus revela às pessoas que oram.


Por que oramos?


Primeiro, porque Deus, o Pai, nos exorta a isso: "...invoca-me no dia da angústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás." Temos angústias em nossa vida, e o Senhor ouve o clamor do nosso coração. Porém, existe uma angústia interior que obrigatoriamente toma conta de nós quando nos aprofundamos na Palavra e a lemos em espírito de oração. E em meio a essa angústia ouvimos a exortação do Pai:"...invoca-me no dia da angústia."


Em segundo lugar, oramos porque Deus, o Filho, nos estimula a orar: "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á." Ele, o Filho de Deus, nos impulsiona a intensificar nossa vida de oração. Pois o "pedir" é uma atitude amena, "buscar" já é um pedido mais sério e insistente, e "bater" significa avançar à presença de Deus, até que Ele abra a porta do santuário para nós.


por Wim Malgo


Abraço de Jesus Cristo às famílias...


Bom dia amados!
como todos os dias, agradeço ao Senhor Jesus Cristo por tudo que foi, que é e que será! 

sábado a alegria pelo casamento de minha filha q se realizou na Paz!... 
hoje, entretanto (desde ontem, domingo) estou triste pelo fato trágico que abateu muitas famílias no RS...

quantos adultos e jovens adolescentes partiram em situação terrível... 
peço de todo coração ao Senhor Espírito Santo (só Ele pode realizar isto) CONSOLAR as famílias, os amigos, todos...

peço Senhor, que as autoridades deste país tomem vergonha e TRABALHEM! há de se ter na presidência de todo país, pessoa de coragem, integridade para agir e reagir diante de toda desobediência, como no momento, desobediência de SEGURANÇA!

os adultos têm OBRIGAÇÃO de proteger as crianças, os jovens,...

Ah Senhor, que o Seu amor Incondicional que É, abençõe a todos para que estejamos, permaneçamos junto de Ti, antes que seja tarde...

eu abraço todas as famílias com o Abraço de Jesus Cristo que, com certeza, está sempre, sempre conosco! Ele não abandona ninguém!

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"E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas." Apocalipse 21:4.
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INSTINTO ADMIRÁVEL


Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus   (1 Pedro 5:6).

Um crente chileno nos escreve: “Tenho em minha memória uma antiga experiência que meu avô me contou quando eu era menino.

Ele era um homem do campo. Entre os animais que possuía havia um potro que jamais se deixara domesticar. Este, pois, fugiu para as montanhas, longe da fazenda, conservando as características de um animal selvagem.

Mas certa noite, meu avô ouviu as pisadas de um animal que andava ao redor da casa. Os cachorros latiam muito. Ao levantar, teve uma surpresa: o potro selvagem estava ao alcance de sua mão. Talvez em uma de suas corridas enlouquecidas, alguma farpa tenha entrado em sua pata. Por instinto, procurou a casa de seu dono para obter cuidado e cura.

Para mim, essa experiência real é bela e consoladora, e merece ser comentada. Aquele potro se parece com o homem que vive indiferente a Deus, longe dEle, dando livre curso às suas paixões. 

Porém chega o dia no qual Deus coloca uma estranha e dolorosa farpa que o obriga, passo a passo, a se humilhar diante dEle, a se arrepender e a crer no Senhor Jesus, o Salvador. Então experimentará como a poderosa e bondosa mão de Deus arranca todo o mal.

Em Seu amor, Deus também pode agir assim com o crente que anda por caminhos que O desonram, para que Seu filho volte a desfrutar da comunhão com o Pai.”

do Devocional 'encontreapaz'



Deus é mais poderoso que minha malícia.

Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos. Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade    (1 João 5:2-3; 3:18).



Jesus disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros” (João 13:34). Para o crente isso não é somente um conselho, mas uma ordem, a ordem essencial do cristianismo. Porém, imediatamente, meu coração enganoso levanta uma objeção: estou disposto a amar meus irmãos na fé, ou seja, aqueles que receberam o Senhor Jesus como Salvador, mas só aos que se mostram dignos. Isso me alivia um pouco, pois me exime de amar os crentes que são diferentes de mim, e aqueles com os quais eu não concordo.


Deus é mais poderoso que minha malícia. Ao ler a Bíblia encontro outro ensino do Senhor: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39). Meu próximo é quem está perto de mim: minha família, vizinhos, colegas… Eu os amo verdadeiramente? Desejo o bem deles?


Mais uma vez, minha mente hábil desvia a pergunta, achando assim uma solução para me justificar: não posso considerar como próximo quem se afasta de mim. Contudo, minha desculpa não é valida, pois Jesus também disse: “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:44).


Ele nos amou quando éramos Seus inimigos (Colossenses 1:21). Portanto, “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão” (1 João 4:20-21).


de 'Encontreapaz'



A SABEDORIA SEMPRE É MELHOR


Houve uma pequena cidade em que havia poucos homens, e veio contra ela um grande rei, e a cercou e levantou contra ela grandes baluartes; e encontrou-se nela um sábio pobre, que livrou aquela cidade pela sua sabedoria, e ninguém se lembrava daquele pobre homem. Então disse eu: Melhor é a sabedoria do que a força, ainda que a sabedoria do pobre foi desprezada, e as suas palavras não foram ouvidas      (Eclesiastes 9:14-16).

Essa pequena história nos ensina duas importantes lições sobre a sabedoria.  Primeiro, a sabedoria é melhor que a força. Na batalha, um único homem derrotou um poderoso rei. Certamente isso pode ser considerado uma vitória esmagadora!

No entanto, sempre preferimos o caminho da força ao da sabedoria. Existe uma fascinação na força e no poder à qual nosso coração é atraído. Usamos palavras e gestos poderosos para impressionar, inclusive na esfera espiritual. Mas esta não é a maneira de Deus. Ele diz: “A sabedoria é a coisa principal… Quão melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro!” (Provérbios 4:7; 16:16). Se Deus valoriza assim a sabedoria, então temos de valorizá-la na mesma medida também.

A lição do povo também é vital: ninguém se lembrou do pobre homem sábio. Embora a sabedoria seja melhor que a força, ela não nos tornará famosos ou nos fará ser reconhecidos. 

O mundo é movido pela grandeza visível: fama, posses, poder, agressividade, atrevimento. A sabedoria é muito tranqüila para causar uma impressão desse nível. Mas se quisermos que o Senhor nos “entregue a cidade” onde Ele nos colocou, a sabedoria continua sendo o único caminho do verdadeiro progresso espiritual.

“O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade” (Provérbios 15:33). O Senhor sempre tem uma palavra verdadeira para cada situação – um princípio, conselho, instrução em Sua Palavra para nos guiar corretamente. Não importa se todas as outras pessoas se esquecem dos sábios, o Deus vivo lhes dá Sua eterna aprovação e recompensa.

do Devocional de 'apaz'


A verdadeira adoração está alinhada com a Palavra de Deus



O Salmo 50 também nos apresenta a solução do problema do silêncio divino. Esta se encontra em nos conscientizarmos do que é a verdadeira adoração a Deus, que é um retorno àquilo que está descrito no versículo 23: “O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus”.


As ações de graças que agradam a Deus começam quando direcionamos nossos caminhos a partir da verdade revelada por Ele em Sua Palavra, quando passamos a viver conforme a Bíblia. Adoração verdadeira diz: 




“Pai, não a minha, mas a Tua vontade seja feita. Eu Te agradeço, independentemente dos caminhos pelos quais Tu me conduzes. Muito obrigado por Teus pensamentos serem pensamentos de paz a meu respeito, mesmo que eu não conheça o caminho por onde me levas. Agradeço por me guiares e por teres garantido me levar ao alvo”. 

autor: Samuel Rindlisbacher 







Qual é a causa do sofrimento, se não é o pecado?



Será que você anda encurvado sob o fardo de sofrimentos e pressões do dia-a-dia que pesa sobre os seus ombros? Você se angustia com problemas e infortúnio? Você sofre por fracassos, decepções, esperanças frustradas? Ou você sofre por amor a Cristo? Existe uma cruz pesada sobre sua vida, cruz que você tem de carregar?


Qual é a causa do sofrimento, se não é o pecado?


Sofrimento por amor a Jesus. Foi dito ao apóstolo Paulo que ele iria sofrer muito por amor a Jesus (At 9.16). O Senhor o usou de modo extraordinário como instrumento muito útil, mas os sofrimentos de Paulo foram igualmente extraordinários. Os profundos sofrimentos por amor a Jesus faziam parte de sua elevada vocação.

Sofrimentos por amor a Jesus não são motivo de tristeza, mas de alegria: "... alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também na revelação de sua glória vos alegreis exultando" (1 Pe 4.13). E sofrer pelo Evangelho é um tipo de sofrimento por amor a Jesus (2 Tm 1.8), assim como sofrimentos por praticar o bem (1 Pe 2.20), sofrimentos por causa da justiça (Mt 5.10) e os sofrimentos como servos de Deus (2 Co 6.4 ss.).

Sofrimentos por amor aos outros (à Igreja). É isso o que nos relata Colossenses 1.24: "Agora me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja." Sofrimentos suportados com paciência por um cristão servem de exemplo e testemunho para toda a Igreja, pois é nisso que o caráter de Jesus mais se reflete. E é por isso que as pessoas mais santificadas têm de sofrer mais, por estarem muito próximas do Senhor e por terem condições de suportar o sofrimento. Epafrodito, cooperador de Paulo, ficou gravemente enfermo por causa da obra do Senhor e por servir ao apóstolo por parte dos filipenses (comp. Fl 2.25-30).

Sofrimentos por testemunhar da fé para a glória do Senhor. Para provar isso quero citar novamente 1 Pedro 4.13: "...alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também na revelação de sua glória vos alegreis exultando." O salmista Asafe testemunha em meio ao seu sofrimento: "Todavia, estou sempre contigo, tu me seguras pela minha mão direita. Tu me guias com o teu conselho, e depois me recebes na glória. Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfalecem, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre... Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no Senhor Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os seus feitos"(Sl 73.23-26, 28).

Será que conseguimos imaginar o testemunho glorioso e elogiado que um servo de Deus que sofre por amor ao Senhor tem diante do mundo invisível dos anjos, quando se firma no Senhor e espera nEle em meio aos sofrimentos, e quando consegue dizer "Senhor, apesar de tudo eu quero ficar perto de Ti"? 

Como é grandioso e maravilhoso o reflexo desses sofrimentos na eternidade! Isso é mostrado em Romanos 8.18: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória por vir a ser revelada em nós."

trecho do texto de Norbert Lieth




Davi e o Adversário



Muitos cristãos desconhecem a magnitude da guerra espiritual que nos rodeia. Satanás e as forças das trevas estão travando uma batalha violenta contra Deus, os judeus e a Igreja de Jesus Cristo. Em seu esforço para corromper e destruir a Igreja, Satanás faz de tudo para que cristãos sejam torturados, mutilados e perseguidos, enquanto o mundo olha em outra direção. Porém, antes que a Igreja surgisse, em Atos 2, Satanás concentrou a maior parte dos seus esforços tentando corromper e destruir Israel.

A palavra Satanás é hebraica e significa “adversário”. Desde a sua rebelião, o anjo Lúcifer é o satanás, ou adversário, do Senhor e dos Seus servos.

O rei Davi de Israel aprendeu essa realidade em 1 Crônicas 21.1-30: “Então, Satanás se levantou contra Israel e incitou a Davi a levantar o censo de Israel” (v. 1). Superficialmente, essa ação pode não parecer tão má. Mas Davi devia confiar em Deus, não em sua força militar. Cedendo à tentação, Davi descaradamente rejeitou o Senhor. Até o general-chefe de Davi, Joabe – que não era conhecido por sua espiritualidade – foi contrário a essa atitude e tentou, sem sucesso, fazer com que Davi desistisse dela (v.3). O resultado foi que o Senhor irou-se e enviou um juízo, porque Davi mostrou falta de fé na proteção divina.

Freqüentemente enfrentamos tentações semelhantes, porque Satanás também é nosso adversário. Ele é hábil em separar-nos de bênçãos, segurança e alegria que estão presentes quando confiamos e somos dependentes exclusivamente do Senhor. Não devemos “contar nossos guerreiros” e concentrar-nos em nós mesmos; devemos confiar em Deus e permanecer sob a Sua proteção. Uma vez que confiamos em nós mesmos, tornamo-nos vulneráveis ao Maligno que nos instiga a desconfiar do Senhor e de tudo o que Ele tem prometido realizar.

Davi arrependeu-se, mas o preço da sua falta de fé foi grande. Como cristãos, precisamos estar conscientes de nosso adversário, e discernir suas intenções e seus métodos. Também devemos nos empenhar para resistir às suas investidas violentas. Devemos permanecer fiéis ao nosso Senhor amoroso, pois Ele sempre será fiel a nós: “Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2.13).

Thomas C. Simcox / Chamada


A visão da herança no Céu.


Os olhos iluminados para a riqueza da herança
 “...qual a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Ef 1.18).

Muitas vezes andamos tão abatidos e desanimados nesse mundo por sermos tão míopes em relação à riqueza da glória da Sua herança. A carta aos Efésios, no entanto, nos alerta novamente para esta riqueza:

- “...a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.7).
- “...a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Ef 1.18).
- “...a suprema riqueza da sua graça...” (Ef 2.7).
- “...Mas Deus, sendo rico em misericórdia...” (Ef 2.4).
- “...pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Ef 3.8).
- “...segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder...” (Ef 3.16).

O que vem a ser a riqueza da glória da sua herança nos santos? 


A herança é a transferência dos bens de uma pessoa para o seu herdeiro. Deus nos concede a participação naquilo que é Seu. Sua herança em nós! Para isso foi que Jesus morreu! Sua herança nos santos é o futuro interminável que dirige nossos olhos, muito além das coisas terrenas, para a eternidade. Isso nos dá um vislumbre sobre a nossa vocação eterna para a qual fomos chamados por Deus.

Eis a história de uma garotinha, cega de nascença. Nunca teve a oportunidade de ver as belezas desse mundo, como, por exemplo, as cores e formas que a natureza apresenta. Inúmeras vezes, com todo amor e carinho, a mamãe tentava descrever as coisas lindas do mundo para ela. Certo dia surgiu a oportunidade de realizar uma cirurgia nos olhos da garota. O procedimento foi bem sucedido. Chegou o momento de tirar as vendas dos olhos e ela, então, poderia finalmente ver sua mãe pela primeira vez. Ela correu para a janela e viu a imensa beleza do mundo. Depois de apreciar a imponente paisagem por alguns instantes, ela correu de volta para sua mãe, exclamando: “Mamãe, por que a senhora não me disse antes que isso tudo é tão maravilhoso!” A mamãe, secando suas lágrimas, respondeu: “Minha querida! Eu tentei descrever tudo, mas você não era capaz de entendê-lo!”

São poucos os cristãos que têm a visão da herança no Céu. As coisas para o corpo e as da terra são o mais importante e o principal para nós. Para a Bíblia, porém, as coisas celestiais e o futuro corpo espiritual são preponderantes. Somos abençoados “...com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo” (Ef. 1.3 – NVI)!

parte do texto de Norbert Lieth



O Som da Trombeta



“Pois também se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?” (1 Co 14.8).

O apóstolo Paulo usou a trombeta militar romana como uma metáfora para a batalha espiritual. Josefo, historiador do primeiro século, escreveu que o exército romano não fazia nada que não fosse determinado pelos sinais do toque das trombetas. Ele listou três sons de trombeta específicos, e todos eles podem ser aplicados de maneira espiritual.

A primeira trombeta era sinal de preparação para a partida: “Quando chega o momento de se prepararem para sair do acampamento, a trombeta dá o toque”.[1] Aqueles que crêem na Bíblia deveriam estar prontos para partirem rapidamente para qualquer campo de conflito, como lhes for ordenado, sempre dispostos a travar o bom combate da fé (1 Tm 6.12; 2 Tm 4.7).

A segunda trombeta era o sinal para entrar em formação: “Então, as trombetas soam novamente para dar-lhes a ordem para estarem prontos para a marcha”.[2] Nesse estágio, um crente deve estar totalmente vestido com a armadura de Deus. O Senhor quer guerreiros adestrados, alinhados com outros, que lutarão contra as ciladas do diabo (Ef 6.11).

O som da terceira trombeta era a ordem para marchar: “Depois, as trombetas emitem um som pela terceira vez, significando que eles devem partir”.[3] Alguns sugerem que esta trombate é equivalente à “última trombeta”, citada por Paulo em 1 Coríntios 15, relacionada ao Arrebatamento da Igreja:

“Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (vv. 51-52).

Essa trombeta também pode apontar para a decisão pessoal de um crente de se por em marcha para servir a Cristo, ficar de pé diante de todos os desafios do Reino de Deus, e estar disposto a suportar as dificuldades como um bom soldado (2 Tm 2.3).

Josefo também observou que, antes que o exército saísse em marcha, os soldados levantavam bem alto suas mãos direitas e gritavam em uma verdadeira fúria marcial: 

“Estamos prontos!” Você está? 

texto de Peter Colón/Chamada




O louvor e a gratidão são a mais alta expressão da fé.

"...A fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo." Efésios 1.12

Quando falamos que devemos ser algo para louvor da glória do Senhor, pisamos num terreno muito descuidado na Igreja de Jesus. Pensando nesse sentido, vêm ao nosso encontro as palavras que o Senhor disse no fim da Sua jornada aqui na terra:

 "Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos." Deus, o Senhor, nos predestinou em Jesus Cristo a sermos algo para louvor da Sua glória. 

Por intermédio do profeta Isaías, Ele o expressa a cada um de nós pessoalmente: "Serás uma coroa de glória na mão do Senhor..." Se de fato estamos mortos com Cristo, temos condições de penetrar na ilimitada profundidade e amplitude da excelsa pessoa do Deus eterno. 

Nessa posição, somos deslocados para as esferas eternas do júbilo, e esse louvor e essa graça nos salva de qualquer depressão e desgosto, fortalece nossos joelhos vacilantes e dá ao Senhor a oportunidade de colocar nossos pés sobre a Rocha, que não treme nem oscila. Assim servimos para o louvor da Sua glória, pois o louvor e a gratidão são a mais alta expressão da fé.

por Wim Malgo



Quem é Jesus?




Quem é Jesus?
Foi o apóstolo Pedro que respondeu corretamente essa pergunta: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo” (Mateus 16.16). Porém, Pedro era um seguidor de Jesus Cristo, já conhecia o Mestre bem de perto e, portanto, não é de se estranhar que tenha acertado em cheio. Então permita-me fazer esse mesmo questionamento a dois outros personagens bíblicos que tiveram pouco contato com o Salvador do mundo.


Em primeiro lugar, quem é Jesus para a mulher samaritana?
Muitos daqueles que esperavam o Messias na época de Jesus Cristo conheciam as profecias que diziam que o Cristo teria de ser do sexo masculino (Gênesis 3.15), nascido de uma virgem (Isaías 7.14) na cidade de Belém (Miquéias 5.2). A Bíblia não diz isso, mas acredito que a samaritana possa ter inquirido Jesus sobre Sua natividade, antes de proclamá-lO como o Cristo.

Jesus Cristo é inigualável e não tem rival! 
Nenhum líder espiritual do passado e nem do presente tinha ou tem pureza de coração por nunca ter pecado (1 Pedro 2.22 e 2 Coríntios 5.21), e quem nunca pecou tem autoridade para perdoar pecados. Sem mencionar que nenhum outro ser humano nasceu de uma virgem e ressuscitou dos mortos com suas próprias forças.No primeiro momento, a resposta da samaritana ao questionamento acerca da pessoa de Jesus Cristo foi em forma de hipótese: “Será este, porventura, o Cristo?!” (João 4.29).Em um segundo momento, depois de conhecer o Senhor Jesus como o seu Salvador pessoal, ela passa a dar testemunho pessoal e transforma a hipótese em fato histórico (João 4.39-42).


Em segundo lugar, quem é Jesus para o centurião romano?
Era notório para os judeus que o Messias, por ser o cordeiro pascal, não poderia ter qualquer defeito físico e nem qualquer um dos seus ossos quebrados (Êxodo 12.46, Neemias 9.12 e João 19.36). A Bíblia não menciona isso, mas o centurião pode ter tido conhecimento sobre esse vaticínio. Aquele homem tinha visto inúmeros crucificados terem suas pernas quebradas, como forma de apressar a asfixia e, conseqüentemente, a morte. Mas, naquele dia, após presenciar todo o ocorrido a respeito de Jesus (o mundo escureceu, houve terremoto, sepulcros foram abertos) e ver que nenhum dos seus ossos tinham sido quebrados, fez uma declaração estupenda: “Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus” (Marcos 15.39).


Quem é Jesus para você?
Antes de respondermos corretamente, temos de conhecer profundamente o Jesus verdadeiro. Caso contrário, daremos crédito aos Seus falsos substitutos. Quando você não conhece o original, aceitará a cópia como sendo original.

Na década de 70, o grupo Vencedores por Cristo cantava: “Muito embora, um só Jesus exista, nem todos sabem vê-lo como é. Filósofo, poeta ou comunista, ou mesmo um hippie, já se disse, até. Mas, Jesus é bem mais importante, quando se sabe de Seu grande amor. E é preciso, hoje, que se cante, Jesus, Filho de Deus, o Salvador!” (trecho da canção Nada Melhor).

“E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12). Amém! 

Dr. Samuel F. M. Costa




Nova Esperança para um Novo Ano



Vivemos em um mundo bastante desanimador. No início de um novo ano, procuramos em vão por perspectivas de tempos melhores. Se analisarmos a situação internacional, se observarmos as dificuldades econômicas e o baixo nível moral dos povos, não há muitos motivos para esperar por momentos mais luminosos para este mundo. Até mesmo é duvidosa a realização dos anseios que temos para nossa vida pessoal neste novo ano.

Tendo pouca esperança no melhoramento das condições gerais, resta-nos somente uma alternativa: procurar a renovação individual das pessoas. É preciso encontrar um caminho que permita que você seja elevado acima das circunstâncias, de modo que esteja sobre elas e que elas até mesmo sejam controláveis.

Será que isso realmente é possível? 

Milhões de pessoas experimentaram tal transformação e obtiveram um fundamento inteiramente diferente para suas vidas ao aceitarem Jesus como seu Salvador pessoal pela fé. Seus corações ficaram repletos de paz profunda e permanente, que não pode ser abalada por nenhuma tempestade em suas vidas. 

Elas descobriram o segredo da alegria e da verdadeira felicidade, que consiste da confiança em Deus e da obediência a Ele, e obtiveram novo valor para suas vidas. Para elas, todas as coisas realmente "se fizeram novas"! 

O apóstolo Paulo descreve essa maravilhosa transformação da seguinte maneira: "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Co 5.17).

Também você pode começar o novo ano como uma nova criatura em Jesus Cristo! 

Então sua tranqüilidade e seu êxito na vida não dependerão mais das circunstâncias, pois você terá uma nova vida, que se manifestará em novos anseios e em novos rumos da sua vontade. Novas forças estarão à sua disposição! 

O "novo homem", nascido do alto pela fé em Jesus Cristo, poderá dar passos confiantes no novo ano. Esta é uma maravilhosa mensagem para você! Será possível encontrar a Deus na condição de pessoa que foi perdoada, que foi purificada dos seus pecados. 

Você terá sido renovado através de Jesus Cristo, tornado aceitável diante de Deus através dos méritos de Jesus Cristo, seu Redentor.

Por isso, não hesite mais! Aceite a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal e deposite sua confiança inteiramente nEle neste novo ano.

fonte: "Revista Chamada da Meia-Noite 2000


Não perca o sabor

Mateus 5:13 - Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.

Você já parou para pensar no sal? Quantas aplicações há nessa figura para nossa vida espiritual. Vamos refletir?


(1) o sal é totalmente branco, assim deve ser nossa vida diante de Deus, branca e limpa!


(2) o sal conserva seus atributos. Você deve conservar a fé, o caráter e a santificação diante de Deus.


(3) dentro do salário, você não consegue distinguir entre grãos de sal. Do mesmo modo, não podemos permitir que nosso coração se considere superior a ninguém


(4) um grão de sal sozinho não consegue salgar nada. Isso nos ensina que precisamos uns dos outros


(5) a ação do sal é invisível, mas sensível. Você consegue enxergar o sal na comida? Não! Agora, é gostoso comer comida sem sal?


(6) o sal deve ser dosado. Assim, nossa vida espiritual também! Se formos poucos espirituais, corremos o risco de naufragar na fé, e se exagerarmos em nosso zelo, podemos ficar insuportáveis.


(7) o sal deixa as pessoas com sede. Precisamos deixar o mundo com sede de Deus!


Não perca o sabor querido! Se você percebeu que, enquanto sal, você já ficou insípido, peça para Jesus “salgar sua vida”, e nunca mais permita que as ilusões dessa vida lhe roubem a visão espiritual.

Deus te abençoe! 

por Pastor Sérgio Fernandes