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O Árbitro

“Porque ele não é homem, como eu, a quem eu responda, vindo juntamente a juízo. Não há entre nós árbitro que ponha a mão sobre nós ambos” (Jó 9:32-33).

Este abismo entre Deus e o homem existia até a chegada de Jesus Cristo. Aí havia um árbitro. O Verbo estava com Deus no princípio mas tornou-se carne e habitou entre os homens (João 1:1-3,14). 

Esse era aquele cujo nome devia ser Jesus porque ele iria salvar seu povo dos seus pecados (Mateus 1:21). Em Filipenses 2:5-8 Paulo dá uma descrição distinta de Cristo estar com Deus e depois encontrar-se de certo modo como um homem, se humilhando e tornando-se obediente até a morte, até a morte de cruz.

Aqui estava o árbitro perfeito. Aqui estava aquele que podia colocar as mãos em Deus e no homem. 

Ele podia ser tocado com os sentimentos das fraquezas dos homens, pois ele foi tentado em todos os pontos como um homem, porém sem pecado (Hebreus 4:15). 

Ele podia satisfazer tanto as necessidades de Deus quanto dos homens. É através de Cristo que Deus pode ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus (Romanos 3:26). 

A justiça exigia que o pecado fosse castigado. Como isso poderia ser feito e o homem ser justificado aos olhos de Deus? Deus não podia passar por cima do pecado e o homem não podia tornar-se justo aos olhos de Deus. 

Ele carregou nossos pecados na cruz (Hebreus 9:28; 1 Pedro 2:24). 
Ele sofreu por nós (1 Pedro 2:21). 
Ele morreu pelos nossos pecados (1 Coríntios 15:3; Romanos 5:6,8);
Ele deu a si mesmo por mim (nós) (Gálatas 2:20) e
aqueles que estavam longes foram aproximados pelo sangue de Cristo (Efésios 2:13).

O pecador alienado tem um árbitro, alguém que está entre ele e Deus, que pode satisfazer as necessidade de ambos pela sua morte e pelo derramamento de seu sangue. Assim, ele abriu o caminho para a salvação do pecador e para Deus ao mesmo tempo ser justo enquanto justifica o pecador. Ele também é o árbitro entre o pecador justificado, o cristão, e seu Deus.

Ele é o
nosso grande sumo sacerdote (Hebreus 4:14),
nosso mediador (1 Timóteo 2:5) e
nosso advogado (1 João 2:1). 

Ele é o único mediador. Não há nenhum outro (1 Timóteo 2:5).
Ele também é nosso intercessor. Nos dias do profeta Isaías não havia um intercessor (Isaías 59:16), mas Deus prometeu que Deus viria a Sião (versículo 20).

 No Novo Testamento lemos: “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25). 

Árbitro, mediador, advogado, intercessor — Jesus Cristo é tudo isso. Ele “morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1 Pedro 3:18).

trecho do texto de Dick Poplin


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